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7 de jul. de 2015

'Democracia não pode ser chantageada', diz Tsipras após vitória do 'não'; ministro de Finanças renuncia

Mobilização em frente ao Parlamento grego | Foto: Reprodução Twitter/Alexis Tsipras

"Todos da esquerda sabem como agir coletivamente, sem se importar com os privilégios de seu posto”, explicou o ministro Yanis Varoufakis; 61% da população votou a favor do “não” a um acordo com credores europeus 

Os gregos decidiram neste domingo (05) rejeitar as propostas feitas pelos credores internacionais. O "não" a um acordo nos moldes da austeridade tradicional imposta pelas instituições financeiras internacionais venceu o referendo com 61% dos votos, contra 38% do "sim", segundo dados divulgados pelo ministério do Interior do país. Após o resultado, o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, declarou que a consulta popular “prova que a democracia não poder ser chantageada”. “Os gregos tomaram uma medida corajosa e é esta que irá mudar o debate na Europa”, afirmou.

8 de mai. de 2012

A reviravolta europeia

Coluna Econômica - 08/05/2012
No primeiro dia de funcionamento, após a vitória dos socialistas na França, as bolsas de valores mundiais subiram. Sinal de que nem os mercados acreditam mais nas receitas recessivas que vêm afundando sucessivas economias.

10 de fev. de 2012

Centenas gritam "vergonha" em Puerta del Sol; a maioria da Espanha apoia Garzón

61% da sociedade espanhola acredita que o juiz Baltasar Garzón é vítima de perseguição.

Por Redação de El País [10.02.2012 15h02]
Tradução de Idelber Avelar
Várias centenas de pessoas se convocaram de forma improvisada na Puerta del Sol para protestar contra a expulsão de Baltasar Garzón da carreira judicial. Entre acusações bem duras contra os juízes da Suprema Corte, o grito mais repetido pelos manifestantes foi o de “vergonha”. No protesto, estavam representadas várias associações de vítimas do franquismo. Na verdade, ao estilo das mães da Praça de Maio que davam várias voltas em torno a um monólito todas as quintas-feiras durante a ditadura argentina, vários grupos de pessoas, com cartazes reclamando justiça e fotos de algumas vítimas da repressão franquista, davam voltas à estátua de Carlos III no centro da Puerta del Sol.

25 de jan. de 2012

Enquanto a Europa tem crise, nós temos crescimento, afirma Pedro Eugênio


De acordo com dados do Cadastro Geral de Em¬pregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados essa semana, o mercado formal de trabalho brasileiro fechou 2011, com saldo de aproximadamente 2 milhões de vagas, crescimento de 5,41%.Segundo o Caged este é o melhor resultado da série histórica da instituição.

3 de ago. de 2009

Trabalho e Capitalismo Contemporâneo: Precariedade Global

Sucessivos processos de desregulamentação e liberalização da circulação de pessoas, mercadorias e capitais, alargaram, nos últimos anos, o mercado de trabalho do capitalismo global: milhões de trabalhadores da China, Índia e Europa Oriental passaram a participar activamente no mercado planetário de mercadorias e serviços, juntando-se à Europa Ocidental, à Oceânia e à América. A «força de trabalho global» terá multiplicado por quatro nas últimas duas décadas, através do grande aumento das exportações a partir de países que, até há poucos anos, não estavam integrados nos circuitos capitalistas globais.