24 de set de 2010

Patriotas - o Povo Brasileiro, Presidente Lula e o escritor Monteiro Lobato - "Um pais é feito por pessoas que o amam"

Presidente Lula aciona botão com ministros na Bovespa - Petrobrás
Por José Nivaldo Gonçalves Filho

Sei das dificuldades que virão para se estrair esta riqueza do sub-solo marinho, mas nada se faz sem sonho e muita dose de impetuosidade. Se Monteiro Lobato fosse acreditar nas histórias que ouvia das multis e de próprios brasileiros que não acreditávam nesta hipótese e que diziam, no Brasil não tem petróleo, estaríamos até hoje dependentes. Um país é feito por pessoas que o amam e este amor não é algo abstrato é como cuidar de nosso patrimônio, pois é nosso, e este patrimônio nos dá proteção. Hoje a mídia e alguns cursos pseudo sofisticados de administração fazem as cabeças das pessoas desvinculando-as do seu país. Hoje ser um patriota é quase uma heresia, o moderno é ser universal, mas os cidadãos do mundo não fazem nada mais do que repetir a cantilina das pseudo elites, não trazem novidades alguma. Não sou a favor da estatização da economia, mas cada país tem as suas peculiaridades. E pro Brasil a melhor solução no que tange ao petróleo e sua indústria é o controle estatal. Sei que o governo não é povo, mas é o que mais se aproxima dele. Então vamos acreditar neste país, pois agente precisa de pessoas assim. Às vezes quando percebo alguém falando mal da Petrobras e de outras conquistas nacionais, como se tudo que tem hoje tivesse caído do céu, fico triste. Pois não sabem do sacrifício e da luta desses verdadeiros patriotas, que deram a vida e lutaram contra uma opnião negativista de muitos que não acreditávam no Brasil, pois as mentes destes negativos estavam capturadas e impregnadas com o resquíciod evalores atrasados como da escravidão, da impotência das possibilidades nacionais, por sermos um povo inferior e outras bobagens, e não conseguiam pensar por sí próprios. Devemos estudar e acreditar nas nossas capacidades de brasileiros e adequar a realidade aos nossos sonhos mais altruístas.

Fonte: Brasilianas.org

A decisão soberana de uma sociedade de capitalizar o seu futuro


Num cenário montado em pleno pregão a BM&F/Bovespa -- um dos maiores centros do capitalismo mundial -- o presidente Lula destacou a importância do processo de capitalização da Petrobras que permitirá aos cofres da companhia arrecadar US$ 69,97 bilhões (R$ 120,36 bilhões). Os recursos servirão para a empresa fazer frente aos compromissos como investimentos na exploração do petróleo e gás na camada do pré-sal e manter o plano de investimento 2010-2014. Segundo o presidente Lula, tal fato representou “a decisão soberana de uma sociedade de capitalizar o seu futuro”.
“A maior oferta de ações já registrada na história econômica mundial acontece nesta bolsa verde-amarela, com uma empresa em cujo nome reluz o interesse nacional: Petrobras.”
O presidente Lula destacou que “ao contrário do passado, não estamos aqui para debilitar o Estado ou alienar o patrimônio público. Um Estado fraco nunca foi sinônimo de iniciativa privada forte.” Segundo o presidente, “o que se materializa aqui é a decisão soberana de uma sociedade de capitalizar o seu futuro, o futuro do seu sistema produtivo, em benefício das gerações do presente e das que virão depois de nós.”
“No próximo 3 de outubro, a festa democrática das urnas coincidirá com a festa histórica dos 57 anos de existência da Petrobrás. É preciso lembrar que em nenhuma crise internacional nossa economia ficou sem petróleo. A consciência política de sucessivas gerações criou esse patrimônio público estratégico; soube defendê-lo quando esteve ameaçado; e consolida hoje um novo marco histórico com essa capitalização. O empenho extraordinário que nos levou à auto-suficiência pavimentou a descoberta dos campos do pré-sal. E comprovou, mais uma vez, a competência brasileira para explorar essa riqueza com tecnologia de ponta, sem equivalência no mercado internacional. A maior descoberta de petróleo dos últimos 30 anos permite-nos agora ampliar o canteiro de obras do presente e fortalecer os alicerces do futuro.”
Ouça abaixo o discurso do presidente Lula na BM&F/Bovespa.

Ainda no discurso, o presidente Lula realçou que “a capitalização é uma das salvaguardas criadas pelo governo para evitar que essa riqueza se perca num labirinto de desperdícios e interesses equivocados”. E prosseguiu: “Seu destino é sagrado. Trata-se de impulsionar a competitividade do sistema econômico, para garantir um longo ciclo de desenvolvimento, capaz de erradicar de vez a pobreza na vida do nosso povo. Mas, sobretudo, trata-se de universalizar a educação pública de qualidade que garanta um mesmo ponto de partida para todos os filhos e filhas desta terra.”
O presidente enfatizou que “nunca tínhamos assistido a uma convergência feliz como essa”. “De uma economia com a base industrial que temos, e uma reserva estratégica de recursos com a dimensão do pré-sal. Não por acaso a palavra Brasil se apresenta hoje aos olhos e ouvidos do mundo como sinônimo da fronteira mais promissora do desenvolvimento no século XXI.”
Na avaliação de Lula, se tal fato tivesse ocorrido em outros tempos, “esse patrimônio poderia ter sido alienado; alienado na voragem de liquidações impostas pelo estrangulamento de uma economia fragilizada e no vazio de um Estado dissociado dos interesses nacionais.”
“Hoje, ao contrário, é uma riqueza que se incorpora, naturalmente, à solidez de um percurso em marcha. O investimento produtivo bate recordes e lidera a expansão de nossa economia; a infra-estrutura retornou à agenda das prioridades nacionais; multiplicam-se cada vez mais os canteiros de obras por todas as regiões; o emprego, o crédito, a demanda avançam em sintonia com um inquebrantável compromisso de solidez monetária e fiscal. O que temos em mãos é superior a todas as oportunidades que já nos foram propiciadas pela história.”
Na última parte do pronunciamento, Lula falou de improviso. Ele lembrou que vestia um paletó de cor laranja como forma de homenagear os funcionários da Petrobras e os operadores das bolsas de valores no Brasil e no exterior. Lula contou detalhes da descoberta do pré-sal. Segundo ele, o presidente da companhia José Sérgio Gabrielli e o diretor de Exploração e Produção, Guilherme Estrella. estiveram em seu gabinete de trabalho em Brasília. Na ocasião eles mostraram um mapa que identificava os campos gigantes de petróleo e gás. Naquele momento, o combinado foi que ninguém contaria nada. Tudo seria mantido em segredo
“Fui para casa e não contei nada para a Marisa. No dia seguinte, estava estanpado nos jornais”, disse as gargalhadas.
Ao final, Lula, Gabrielli e auxiliares acionaram o botão que marcou o encerramento do processo de capitalização da companhia.

Do Blog do Planalto - 24.09.2010

Capitalização da Petrobras faz da BM&F Bovespa a segunda maior bolsa do mundo

O presidente da BM&F Bovespa, Edemir Pinto, anunciou que o processso de capitalização da Petrobras fez da entidade “a segunda maior bolsa do mundo”. Segundo ele, o procedimento permitiu atrair uma montanha de recursos para o Brasil. De acordo Edemir Pinto, daqui para frente a entidade buscará metas que assegurem, por exemplo, a participação de pequenos investidores nos negócios do mercado de ações brasileiro. Além disso, a BM&F Bovespa pretende atrair cerca de 200 companhias até o ano de 2014 com o objetivo delas negociarem papéis nos pregões da bolsa brasileira.
“No fechamento do pregão de ontem, a BM&F Bovespa se tornou a segunda maior do mundo em valor de mercado. Éramos até a abertura a terceira maior.Como empresa o valor chegou R$ 30,4 bi. Isso é 25% maior que a soma das três bolsas consideradas as catedrais do capitalismo. O valor certamente esta ligado ao potencial do crescimento do país. O que vemos hoje é a comprovação do seu compromisso com a estabilidade econômica que deu e continuará dando frutos.”
Ainda no discurso, Edemir Pinto destacou que as histórias da economia brasileira e do mercado de capitais estão divididos em antes e depois da capitalização da companhia. Ele sugeriu que o governo estabeleça mais incentivos para que se amplie a partiipação dos cidadãos no mercado acionário. Segundo o presidente da Bovespa, trata-se de “um convite aos brasileiros” para se tornarem sócios das companhias negociadas na bolsa.
“Vamos reduzir os custos para pequenos investidores na bolsa.”

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