15 de fev de 2012

Madame condena protesto contra racismo em Higienópolis e justifica: “tá cheio de empregado negro”

Do Pragmatismo polítco - 14.02.12

“A ciência já provou a inexistência de ‘raças’ entre seres humanos… Mas continua um mistério a estranha tendência das armas de fogo de atingirem jovens negros” – Laerte

Leonardo Sakamoto, em seu sítio
O brasileiro não é racista.
Nem machista.
Muito menos homofóbico.
Ricos e pobres têm acesso iguais a direitos.
O shopping Higienópolis, em um dos bairros mais ricos de São Paulo, tornou-se palco de manifestação antirracismo neste sábado. Uma arquiteta ouvida pela Folha de S. Paulo discordou do protesto: “Achei ridículo. Afinal de contas, esse negócio de racismo onde é que está?” Questionada a respeito da reclamação dos manifestantes sobre a pequena quantidade de negros no shopping, ela respondeu: “Você viu a quantidade de seguranças negros, de empregados?”
A sinceridade foi tão grande que elanem se ligou que sua declaração foi como uma cobra comendo seu próprio rabo.
Só havia uma negra na minha sala de aula na graduação em jornalismo na USP.
O que faz sentido. Até porque, como todos sabemos, os negros representam 4% da população brasileira.
Mas isso não importa, porque não existe preconceito por cor de pele.
Leonardo Sakamoto, em seu sítio
O brasileiro não é racista.
Nem machista.
Muito menos homofóbico.
Ricos e pobres têm acesso iguais a direitos.
O shopping Higienópolis, em um dos bairros mais ricos de São Paulo, tornou-se palco de manifestação antirracismo neste sábado. Uma arquiteta ouvida pela Folha de S. Paulo discordou do protesto: “Achei ridículo. Afinal de contas, esse negócio de racismo onde é que está?” Questionada a respeito da reclamação dos manifestantes sobre a pequena quantidade de negros no shopping, ela respondeu: “Você viu a quantidade de seguranças negros, de empregados?”
A sinceridade foi tão grande que elanem se ligou que sua declaração foi como uma cobra comendo seu próprio rabo.
Só havia uma negra na minha sala de aula na graduação em jornalismo na USP.
O que faz sentido. Até porque, como todos sabemos, os negros representam 4% da população brasileira.
Mas isso não importa, porque não existe preconceito por cor de pele.

 

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