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20 de fev. de 2015
PSDB movimentou US$ 176,8 milhões em conta secreta da HSBC entre 1996 e 2000
às
21:01
O aprendiz, Aécio Neves, e os mentores Serra e FHC (PSDB)
O HSBC está no centro de um vasto escândalo de fraude fiscal e lavagem de capitais e é objeto de uma investigação penal na Europa toda.
19 de fev. de 2015
Quem nos governa?
às
21:11
28 de nov. de 2014
Investigações aumentam ligações da gestão FHC à corrupção na Petrobras
às
11:34
26 de set. de 2012
A privataria tucana é notícia na Itália: José Serra, o homem que quer vender o Brasil
às
23:22
A privataria tucana é notícia na imprensa internacional. Com tradução livre de Camille Helena Claudel, o texto a seguir foi publicado no sítio italiano Informare × Resistere.
O artigo, de forma didática, mostra aos italianos o motivo de os
brasileiros rejeitarem o modelo privatista e neoliberal dos tucanos.
Para ler o original, clique em Jose Serra, il politico che vuole svendere il Brasile
Porque tantos brasileiros não querem que se realize o projeto do
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), um projeto de
privatização, neoliberal e subordinado a empresas estrangeiras.
O Brasil diz “não” à privatização. A privatização ocorre no momento
em que o governo vende empresas do Estado – como, por exemplo, a
Petrobras, a administradora brasileira de petróleo – para o setor
privado, ou seja, para empresas, grupos de investimento ou
multinacionais. Assim, a empresa estatal passa para as mãos de
empresários da iniciativa privada.
28 de jan. de 2012
Quais os rumos do PSDB para as eleições de 2012 ?
às
12:32
| Imagem: Esquerdopata - 28.06.2010 |
FHC decreta o fim de Serra
Do SPressoSP - 27.01.12Na segunda-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista ao blog do The Economist. Na terça-feira a entrevista foi reproduzida pelos principais jornais.
Nela, FHC rompe com limitações emocionais, reconcilia-se com sua biografia e ajuda a salvar o
que resta do PSDB: rompe politicamente com José Serra, através de um diagnóstico duro:
- O PSDB perdeu as eleições de 2010 devido a erros primários na campanha.
- Esses erros foram de responsabilidade exclusiva de José Serra, por seu individualismo, arrogância e pelos conflitos que criou dentro do próprio partido.
- Aécio Neves é o candidato natural do PSDB nas próximas eleições. Serra não tem possibilidade de vitória.
A terça-feira foi dos piores dias da vida de Serra. Contrariando seus hábitos – de dormir tarde e levantar tarde – antes das 7 da manhã estava no Twitter – o sistema de mensagens curtas da Internet. Mandou uma mensagem insossa: “É a primeira vez que entro para dizer BOM DIA A TODOS”. Alguns minutos depois, outra mensagem, desta vez com críticas ao governo Dilma. Depois sumiu, contrariando seu padrão de atuação.
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14 de nov. de 2011
Em oito anos, Luz Para Todos tem desafio de chegar a extremamente pobres.
às
21:31
28 de jun. de 2011
O que você não leu na mídia sobre Paulo Renato (1945-2011)
às
21:28
![]() |
| Foto: G/A |
Morreu de infarto, no último dia 25, aos 65 anos, Paulo Renato Souza, fundador do PSDB. Paulo Renato foi Ministro da Educação no governo FHC, Deputado Federal pelo PSDB paulista, Secretário da Educação de São Paulo no governo José Serra e lobista de grupos privados. Exerceu outras atividades menos noticiadas pela mídia brasileira.
4 de dez. de 2010
O TRABALHO DE FERNANDO HADDAD
às
09:39
Enviado por luisnassif, sex, 03/12/2010 - 08:26
Por Stanley Burburinho
Sobre o Haddad tenho algumas informações:
O Método TRI: "ONU: metodologia aplicada no ENEM garante isonomia mesmo que prova seja reaplicada" - http://migre.me/2anXJ
Em 2004, o Enem foi aplicado na Febem pela primeira vez - http://migre.me/27jKd
Haddad de 2007 a 2010, em todo o país, já fechou 20 mil vagas em cursos de Direito com avaliação ruim. Barões da educação perderam milhões. Haddad na educação superior à distância, de 2008 a 2010, fechou 3.800 pólos de apoio presenciais inadequados e suspendeu 20 mil vagas. A educação superior à distância é a mina de ouro para os barões por causa escala: baixo custo e possibilidade de aumentar nº de alunos sem precisar de grande infra-estrutura.
Os barões não se conformam com regulação na educação à distância. Eles pensavam que o Haddad não mexeria nisso.
Na gestão Haddad implantou-se o mais profícuo projeto de EAD público da história, a Universidade Aberta do Brasil (UAB)
Meta de Haddad é 50% com ensino superior nos próximos anos. Educação reduz a manipulação pela velha imprensa.
Os barões não perdoam o Haddad por isto: "MEC mostra problemas no ensino a distância" -http://youtu.be/E-ByqHDeWK4
Haddad revogou a DRU (Desvinculação das Receitas da União), criada por FHC e Paulo Renato, que surrupiou, desde 95, 10 bilhões da educação por ano.
Haddad criou o FUNDEB. Fundo que financia não só a educação fundamental como no tempo do Paulo Renato, mas também à educação infantil e educação média.
Todos os relatórios de organizações internacionais mostram que o Brasil avançou muito nesta década em educação. Isso incomoda.
Nunca houve tantos concursos para professores das universidades federais, graças à expansão do REUNI.
Haddad criou o SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) que permite a regulação do setor. O SINAES permite fechar cursos. Sistema privado odeia o SINAES.
Haddad fechou cursos à distância da Unicid por falta de qualidade. Deputados não gostaram. Unicid contribui PARA campanhas.
Haddad foi o mentor do PROUNI. Foi idéia dele com a esposa quando ele ainda era Secretário Executivo (Vice) do Tarso Genro.
Em 2002, as receitas brutas da maior empresa de bebidas do Brasil (AMBEV), e da 2º mineradora do mundo (VALE), estavam pouco abaixo das receitas obtidas no setor de educação privada.
Em 2002, as quatro maiores empresas de transporte aéreo juntas, na época, (VARIG, TAM, GOL, VASP), tiveram receita bruta inferior à receita do setor privado de educação superior.
Na era FHC, Paulo Renato causou atraso de uma década na educação, diz deputado -http://migre.me/25NeO
Paulo Renato distorceu a Lei Darcy Ribeiro. Confundiu "progressão continuada" com "formação de analfabetos"
Em 1995, FHC assume e cria a "aprovação automática". Menos repetentes, mais vagas sem gastar nada.
Sessenta países membros da OCDE submetem os estudantes ao ENEM – lá conhecido como teste PISA.
Na gestão Haddad, o FIES passou a dispensar fiador. E, se o aluno cursar Medicina ou se tornar professor de escola pública não paga o financiamento – o Estado paga tudo -http://migre.me/26s39
Para o ano que vem, o Haddad estabeleceu que o ENEM também será critério para receber financiamento do FIES- http://migre.me/24vxA
Institutos federais também usam o ENEM. Previsão de 83 mil vagas públicas para este ano.
Com avaliação mais rigorosa, Haddad fechou milhares de vagas de faculdades particulares. Faculdades particulares odeiam o Haddad.
Haddad fez o IDEB que deu transpararência à avaliação da educação básica. Cada município tem IDEB. Tem prefeito que odeia Haddad por conta dessa transparência.
Haddad fechou cursos à distância da universidade Castello Branco por falta de qualidade.
Um dos mais recentes embates de Haddad, contra a mercantilização da educação, foi com o todo poderoso Di Genio, do Objetivo.
Haddad criou a universidade aberta do Brasil com mais de 200 mil alunos estudando graduação à distância de graça
Haddad foi quem começou a distribuição de livros didáticos para o ensino médio em 2005. Antes era só para o ensino fundamental
Haddad criou 214 escolas técnicas e as transformou em institutos federais com cursos de graduação e pós-graduação. Especialmente licenciaturas para formar professores.
Haddad aumentou o orçamento do MEC de 19 bilhões para 70 bilhões em 2011.
Haddad estendeu o ensino obrigatório para nove anos e agora é obrigatório dos quatro aos dezessete anos. Emenda Constitucional.
Haddad criou o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) com compromisso de metas de qualidade até 2022, firmado por todos os prefeitos e governadores do Brasil. Acordo histórico.
Haddad melhorou o IDEB do Brasil de 3.8 para 4.6 em quatro anos. Objetivo é chegar a seis em 2022 (média dos países da OCDE: mais ricos).
Haddad mais que dobrou o nº de vagas de ingresso nas universidades federais. De 113 mil para 270 mil.
Em 2009, número de novos alunos aumentou 17% em relação a 2008. E os formandos até 2008 são reflexos dos ingressos nas Federais até 2002.
A aprovação automática do Paulo Renato inflou índices na Educação Básica, esvaziou salas e dispensou novos investimentos.
Análise do Fernando Rodrigues da Folha de São Paulo: “Após Enem, chance de Haddad ficar no governo Dilma é quase zero” - http://migre.me/27HdT
OBS: O Haddad não ficará como Ministro da Educação nos próximos quatro anos do governo da Dilma porque em 2013 ele será o Prefeito de São Paulo
A quinta, aumento e melhoria da gestão do investimento em educação.
2 de dez. de 2010
Governo Lula revitaliza ferrovias
às
00:21
o
Abandonada nas últimas décadas, a malha ferroviária brasileira se deteriorou. Nem mesmo as privatizações realizadas no final do século passado permitiram que o país contasse com o modal ferroviário para o transporte de produtos até os portos, para serem exportados. No início do governo do presidente Lula esse cenário começou a se inverter, com o Plano de Revitalização das Ferrovias.
Abaixo, entrevista concedida ao Blog do Planalto, pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, um dos auxiliares da então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff que cuidou da remodelação da malha ferroviária nacional.
Atualmente, dos 29 mil quilômetros de linha férrea existentes no País, menos de 11 mil quilômetros são explorados, diz Figueiredo. O restante está desativado ou sub-utilizado. Para melhorar esse quadro desolador, o governo decidiu aperfeiçoar os atuais contratos de concessão para melhorar a exploração das linhas concedidas. Obras em ferrovias foram incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o cronograma entrou na ordem do dia, inclusive, como prioridade do presidente Lula. Segundo Figueiredo, a fase atual leva o governo ao processo de licitação ou de construção de cinco mil quilômetros de linhas férrea. A estimativa da agência reguladora é que 1,3 mil quilômetros de ferrovias entrem em operação até o final deste ano.
Até 2012 outros 3.640 quilômetros passarão a integrar a malha ferroviária brasileira. Além disso, outros 15 mil quilômetros de linhas estão em processo de planejamento (até 2015). Isso permitirá, segundo Figueiredo, que o país conte com ferrovias integradas de norte a sul, de leste a oeste e com saída para o Oceano Pacífico. Deste modo, caminhões deixarão de circular pelas rodovias e as cargas passarão a ser transportadas por trens tendo como opções 15 portos brasileiros.
Numa outra frente, de acordo com o diretor-geral da ANTT, será preciso tornar “os marcos regulatórios mais claros para consolidar regras de convivência competitivas entre os operadores, como o direito de passagem, que permitirá a circulação de trens de uma concessão na malha ferroviária de outra concessão. Os usuários dependentes de ferrovias terão a liberdade de criar serviços dedicados, possibilitando-lhes o gerenciamento direto dos custos dos serviços. Um ambiente mais competitivo na ferrovia levará a um processo mais adequado de formação de preços dos serviços”.
A série especial sobre ferrovias continua na próxima quarta-feira (8/12) com as três grandes obras do governo no setor: as ferrovias Norte-Sul, Integração Oeste-Leste e Transnordestina. Elas serão visitadas pelo presidente Lula ainda este mês. O post contará ainda com a segunda parte da entrevista com o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, que fala sobre a importância das malhas para o desenvolvimento econômico do País e para a interligação aos portos nas regiões norte e sul. As ferrovias estão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Fonte: Blog do Planalto
Por Rui Zilnet - 01.12.2010
26 de nov. de 2010
SERGIO MOTTA & FRANKLIN MARTINS
às
00:41
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| Franklin Martins: ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social |
Quem é o mais radical
Por Alberto Dines em 23/11/2010
A História como piada: a telenovela da regulação da mídia deve ganhar lances sensacionais (ou patéticos, depende de quem a observa) quando se examinar com a devida atenção um projeto de lei preparado em segredo há 12 anos pelo homem forte do governo de Fernando Henrique Cardoso, seu amigo e confidente, o então ministro das Comunicações Sergio Motta (foto).
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| Sérgio Motta |
Segredo? Em termos: na edição nº 76, de 5/10/1999, este Observatório da Imprensa comentou a quinta versão da Lei de Comunicação Eletrônica de Massa, produzida por Motta, e também a sexta versão do documento, chancelada por um de seus sucessores no ministério, Pimenta da Veiga. O material fundamentou-se em um vasto arsenal de análises e contestações encabeçado por um estudo pormenorizado de Guilherme Canela de Souza Godoi e contribuições de estudiosos ímpares como o falecido Daniel Herz, o professor Murilo Cesar Ramos, o pesquisador Gustavo Gindre e o senador Pedro Simon. Veja os links abaixo:
** A lei (secreta) de Sérgio Motta – G.C.S.G.
** A versão Pimenta da Veiga – G.C.S.G.
** O sonho possível – G.G.
** Lei de Comunicação Eletrônica de Massa. Que massa??? – G.C.S.G.
Sergio Motta não conseguiu terminar o seu revolucionário projeto, morreu em 1998, foi sucedido por Luiz Carlos Mendonça de Barros e, em seguida, pelo deputado federal e ex-líder do governo, Pimenta da Veiga, autor de uma nova e desastrosa versão destinada à cesta do lixo. À época, corria que fora redigida pelos consultores da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Sem comoção
A mídia acostumou-se a classificar como radical o jornalista Franklin Martins, atual ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Todas as suas iniciativas são imediatamente carimbadas como atentados à liberdade de imprensa e logo rejeitadas.
Nossa mídia tem memória curta ou simplesmente ignora quem foi o Serjão, Sergio Motta, um trator que nada fazia pela metade. A Lei de Comunicação Eletrônica de Massa concebida por ele não era radical, era revolucionária: criava uma agência reguladora, impedia a propriedade cruzada de mídia eletrônica, interferia no vicioso sistema de concessões de radiodifusão, cuidava do conteúdo da programação, criava mecanismos para proteger os assinantes da TV paga, forçava o funcionamento do Conselho de Comunicação Social e facilitava a sobrevivência da TV Pública facultando-lhe o direito de veicular publicidade comercial.
Evidentemente não previu o extraordinário crescimento da internet nem contou com o atual estágio de desenvolvimento da telefonia móvel. Convergência de conteúdos era uma noção desconhecida. O projeto era holístico, como se dizia à época, integral. Ambicioso, audacioso e, sobretudo, estatizante. Tão estatizante que o petista e democrata Daniel Herz chegou a reclamar do excesso de prerrogativas oferecidas ao Executivo.
Esta incursão na história recente carrega evidentemente algumas doses de ironia. O projeto foi recebido com absoluta naturalidade, não causou alvoroço nem comoção, não foi bombardeado pela mídia. Ao contrário, algumas matérias da Folha de S.Paulo foram até simpáticas à iniciativa do governo porque àquela altura – antes da assinatura do Tratado de Tordesilhas entre os grupos Folha e Globo – o jornal dos Frias freqüentemente se atritava com a Vênus Platinada dos Marinho. O que era extremamente salutar em matéria de oxigenação (ver, neste OI, “A chocante parceria Globo-Folha” e “Pacto Globofolha e o pacto do silêncio“)
Viés conservador
Gozação à parte, é imperioso reverter o clima fanático que está comprometendo a discussão sobre regulação da mídia. Esta inclemência e intransigência numa questão que afeta diretamente o bem-estar da população é simplesmente inadmissível. O rancor que se irradia deste debate é extremamente tóxico, e se não for atalhado pode se espalhar.
Este confronto precisa ser urgentemente despolitizado porque coloca no mesmo lado um governo taxado de neoliberal e outro, indevidamente classificado como autoritário.
A sociedade brasileira é conservadora, mas também está cansada de ser abusada pelos mercados. É, às vezes, indisciplinada, mas quer sentir-se segura e por isso gosta de regulamentos, precisa deles. Seus valores são geralmente pequeno-burgueses, mundanos, mas também é sedenta de cultura e seriedade.
* Alberto Dines é Jornalista, membro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), e apresentador e diretor do Observatório da Imprensa (OI).
31 de out. de 2010
26 de out. de 2010
Risco de tumulto na passeata de FHC?
às
23:44
Acabo de voltar da Universidade de São Paulo, onde acompanhei o ato pró-Dilma no prédio da História. O enorme saguão estava lotado. Emocionante. O professor Antônio Cândido mandou mensagem pela filha Laura de Melo e Souza. Alfredo Bosi leu um discurso preciso, elegante; mas ao mesmo tempo firme em defesa da candidata petista. A última fala foi de Marilena Chauí, aplaudida de pé. A professora de filosofia trouxe – ao público de estudantes e funcionários da universidade - uma preocupação: a possibilidade de atos violentos nos últimos dias de campanha. Fez referência a boatos que já circulam na internet.
Hoje, recebi de Fernando Macedo o seguinte relato.
“Sou morador de São Paulo do bairro Santa Cecília, que fica próximo a avenida São João, e ontém ouvi duas pessoas em um bar que fui nesta avenida, falando baixinho ( até certo ponto ), sobre a armação que tá sendo criada para o dia 29 de outubro.
Segundo estas pessoas um número x de camisas foi mandada ser feita com a insignia do PT, a estrelinha, e muitas pessoas vão estar na passeata que FHC promove neste dia, o 29 de outubro, criando um badernaço sem igual e que terá grande mídia cobrindo, com estas camisas sempre aparecendo.
Falavam as duas pessoas que toda a grande mídia já sabe deste fato, e que isso quer fazer as pessoas pelo JN dar cobertura, e outras mídias também, de isso fazer o voto mudar, por sentimentalismo das imagens demonstradas, como eles falavvam, de total vandalismo no centro de São Paulo, por parte de petistas.Serão apresentadas muitas pessoas ensanguentadas.
Escrevi para o Blog do Altamiro Borges, e estou escrevendo para quem pode fazer alguma coisa, no sentido de nos reunirmos e fazermos uma vigilia pública em local também público de São Paulo, por que o PSDB vai querer colocar fogo nas eleições, desacreditando a Dilma. Desacreditando no PT.
E preciso que alguém me ajude nisso.
Temos que colocar um local no centro de São Paulo, permanentemente visivel para todos, para que possamos fazer o que precisa ser feito, nesta reta final de eleições. escrevi para o Altamiro Borges no sentido do mesmo fazer um novo encontro pela liberdade de expressão, e em local público para que isso possa ser contido.
Não podemos dar bobeira alguma.
Eu ouvi estas pessoas conversando no bar e fiquei bastante preocupado, por causa de como elas tratavam disso, e pareciam saber demais para não ser verdade o que falavam.
Meu cel é: (11) 8606 XXXX
Me chamo Fernando e estou a disposição.
===
Teoria conspiratória? Pode até ser…
Liguei para o Fernando agora há pouco. Ele existe, disse que é comerciante na região central de São Paulo. Explicou que os dois homens no bar tinham entre 35 e 40 anos – mais altos do que a média dos brasileiros. Um deles usava blazer e o outro usava jeans e camiseta.
É uma história que merece ser checada: um leitor escreve – dá detalhes, número do telefone. Uma professora da USP fala do mesmo assunto num ato com quase 2 mil pessoas.
Não estou dizendo que isso possa ou não acontecer. Mas diante do clima esquisito (pra dizer o mínimo) nessa reta final, acho que não podemos descartar nada.
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17 de out. de 2010
Aluna é perseguida, após ter denunciado Mônica Serra. E agora "Mônica quem mata criancinhas"?
às
04:18
O Conversa Afiada reproduz e-mail em que Sheila Ribeiro relata as ameaças que passou a sofrer, desde que a denuncia ganhou repercussão, esta manhã.
Sheila revelou que Monica Serra, sua professora, contou na sala de aula que tinha feito um aborto no Chile.
Neste e-mail, Sheila revela um dos muitos e-mails ofensivos que recebeu.
E a resposta que deu:
Sheila revelou que Monica Serra, sua professora, contou na sala de aula que tinha feito um aborto no Chile.
Neste e-mail, Sheila revela um dos muitos e-mails ofensivos que recebeu.
E a resposta que deu:
Oi …
não vou mais responder as pessoas.
eu e o massimo não vamos revelar absolutamente onde moramos.
vou parar de falar com estranhos.
Em 16 de outubro de 2010 10:12, Sheila Ribeiro escreveu:
O. D. October 16 at 11:08am
E guria, conseguiu o que queria, não? Porque ao invés de fofocar da vida dos outros, não fala o que vc faz no banheiro? Seria mais educado, sua aproveitadora.
Sheila Canevacci Ribeiro October 16 at 11:10am
eu já era famosa.
e o que eu faço no banheiro não tem responsabilidade pública.
tente entender.
obrigada.
QUERIDOS jornalistas,
não aguentei e respondi.
Em tempo: Últimas atualizações do Limpinho e Cheiroso:
Privatizações: Como FHC e Serra venderam o Brasil
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/privatizacoes-como-fhc-e-serra-venderam.html
Lula, chame o FHC agora para comparar os dois governos
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/lula-chame-o-fhc-agora-para-comparar-os.html
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/comparacoes-fhc-x-lula-colocando-na.html
Serra e o ódio aos nordestinos
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/serra-e-odio-aos-nordestinos_15.html
Serra: Amnésia, incoerência, preconceito e cabeças de jornalista
A jornalista Maria Inês Nassif, do Valor Econômico, é o próximo alvo de São José da Mooca, o santo homem do bem.
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/serra-amnesia-incoerencia-preconceito-e.html
E aí Mônica, quem mata criancinha?
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/constrangedor-dois-momentos-na-vida-de.html
Senadora Marina, pela honra de Chico Mendes, apoie Dilma, Emir Amed
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/senadora-marina-pela-honra-de-chico.html
DEM, um partido a sumir do mapa, Maria Inês Nassif
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/dem-um-partido-sumir-do-mapa.html
Boateiros têm nome e sobrenome: e-mails contra Dilma partiu da extrema direita, Rodrigo Vianna
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/boateiros-tem-nome-e-sobrenome-e-mails.html
Católicos e evangélicos declaram voto em Dilma Rousseff
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/catolicos-e-evangelicos-declaram-voto.html
Remédios genéricos: Serra mente!, Altamiro Borges
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/remedios-genericos-serra-mente.html
Portal Terra diz que Marina votará na Dilma, mas, logo em seguida, altera o texto. Autocensura?
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/portal-terra-diz-que-marina-votara-na.html
A santíssima trindade dos homens de bem, Gilson Caroni Filho
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/santissima-trindade-dos-homens-de-bem.html
Um País dividido, Eduardo Guimarães
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/um-pais-dividido.html
Ato no RS pró-Dilma denuncia: campanha sórdida e golpista pode provocar ruptura política, Marco Aurélio Weissheimer
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/ato-no-rs-pro-dilma-denuncia-campanha.html
O caluniador: a figura da barbárie
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/o-caluniador-figura-da-barbarie.html
Conversa Afiada recebe o currículo e a ficha de José Serra
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/conversa-afiada-recebe-o-curriculo-e.html
Privatizações: Como FHC e Serra venderam o Brasil
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Serra: Amnésia, incoerência, preconceito e cabeças de jornalista
A jornalista Maria Inês Nassif, do Valor Econômico, é o próximo alvo de São José da Mooca, o santo homem do bem.
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E aí Mônica, quem mata criancinha?
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Senadora Marina, pela honra de Chico Mendes, apoie Dilma, Emir Amed
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DEM, um partido a sumir do mapa, Maria Inês Nassif
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Boateiros têm nome e sobrenome: e-mails contra Dilma partiu da extrema direita, Rodrigo Vianna
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/boateiros-tem-nome-e-sobrenome-e-mails.html
Católicos e evangélicos declaram voto em Dilma Rousseff
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Remédios genéricos: Serra mente!, Altamiro Borges
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Portal Terra diz que Marina votará na Dilma, mas, logo em seguida, altera o texto. Autocensura?
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A santíssima trindade dos homens de bem, Gilson Caroni Filho
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Um País dividido, Eduardo Guimarães
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Ato no RS pró-Dilma denuncia: campanha sórdida e golpista pode provocar ruptura política, Marco Aurélio Weissheimer
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/ato-no-rs-pro-dilma-denuncia-campanha.html
O caluniador: a figura da barbárie
http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2010/10/o-caluniador-figura-da-barbarie.html
Conversa Afiada recebe o currículo e a ficha de José Serra
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16 de out. de 2010
4 de out. de 2010
Depois do petróleo, o dilúvio
às
22:17
Aloysio Biondi
Em meados de agosto, quando o Real já havia começado a despencar outra vez, um grande banco internacional, o ING Barings, divulgou relatório aconselhando seus clientes investidores a vender os títulos do governo e empresas brasileiras. Motivo: o risco de "calote", já que a dívida do Tesouro passa dos 400 bilhões de reais e, como os juros aqui dentro estão (estavam) na casa dos 22 por cento, isso significa uma carga de juros de uns 90 a 100 bilhões de reais por ano. Ou, arredondando, uns 10 bilhões de reais por mês. Impossível pagar. Tudo o que o governo faz é emitir "papagaios" novos, isto é, apenas aumenta a dívida. Explosivamente.
A iniciativa "agressiva" do Barings - escondida pela imprensa pátria, como sempre - apenas tornou publica a desconfiança que os banqueiros internacionais continuaram a alimentar em relação ao Brasil. Desmentindo totalmente a famosa "reconquista da credibilidade internacional" alardeada pelo governo e seus porta-vozes, no primeiro semestre do ano os bancos internacionais emprestaram apenas 3,5 bilhões de dólares a empresas brasileiras (isto e, às nacionais e também às multinacionais). Ou, atenção, cinco vezes menos os 17,5 bilhões de dólares concedidos em igual período de 1998. Esses dados e fatos ressuscitam a pergunta: por que o FMI e Clinton insistem em ser tolerantes com o Brasil, mantendo políticas de apoio ao pais, mesmo quando é evidente que a situação econômica continua em franca deterioração e sem possibilidade de reversão (ninguém consegue pagar juros de 10 bilhões de reais por mês)?
A única resposta possível continua a mesma, a saber: FMI e EUA estão apenas esticando a corda do governo FHC, tentando adiar o ponto de ruptura que fortaleceria a oposição, com um objetivo - conseguir que, antes do dilúvio, novas privatizações sejam feitas. Ou, mais precisamente, que haja novas desnacionalizações nos setores de exploração do petróleo e geração de energia elétrica (atenção, repetindo: o governo dos EUA não vendeu suas empresas de energia elétrica, ao contrário do que se pensa). Para quem torce o nariz a essa hipótese, classificando-a de demasiado fantasiosa: o governo FHC, como quem não quer nada, já anunciou uma nova rodada de leilões para "vender" as áreas do território nacional em que a Petrobrás descobriu jazidas fabulosas - e inclui também os campos de petróleo submarinos, o que não estava previsto. Vergonha vergonhosa.
O brasileiro tem vergonha de parecer ufanista, na base do por-que-me-orgulho-do-meu-país. Talvez por isso o brasileiro não tenha colocado na cabeça até hoje que o Brasil possui realmente os campos de petróleo mais fantásticos do mundo. Parece vergonhoso pela Petrobrás em fase de exploração e que tem poços capazes de produzir 10.000 barris por dia. Cada poço. É um número fantástico, sim, é um recorde mundial, sim, e que somente encontra concorrentes, com poços capazes de produzir 7.000, 8.000 barris por dia, no Irã, Kuwait, Iraque... O que significam 10.000 barris por dia? A 20 dólares o barril, isso significa o faturamento de 200.000 dólares, em um único poço. Em um dia. Ou 6 milhões de dólares por mês. Ou 70 milhões de dólares no ano. Por poço. Uma das jazidas da Petrobrás na bacia de Campos, Estado do Rio, tem 25 poços faturados em cada poço, eles rendem 1,75 bilhão (bilhão, com a letra "b") por ano. Ou, para arredondar, 2 bilhões de dólares por ano. Ou, ainda, o equivalente a 4 bilhões de reais por ano. Respire fundo, agora: são esses campos de petróleo absolutamente fantásticos, os mais produtivos do mundo, que o governo FHC já começou a doar às multinacionais, com a ajuda da imprensa. No primeiro leilão, realizado há poucas semanas, o presidente da David Zylbersteyn, teve a bárbara coragem (ou outro nome qualquer) de pedir um "preço simbólico" de 50.000 a 150.000 (é "mil"com a letra "m", mesmo) reais às "compradoras" dessas áreas. O governo usou uma desculpa para tentar justificar esses preços sórdidos: o mercado mundial estaria em baixa, com super oferta de petróleo. Acontece que desde janeiro os preços do petróleo duplicaram - d-u-p-l-i-c-a-r-a-m de 10 para 20 dólares o barril. Ao longo de meses essa informação foi ignorada pela grande imprensa (faca você mesmo um teste, com seus amigos e família: verifique quantos ficaram sabendo dessa duplicação). A verdade foi escondida para que a sociedade não discutisse os preços pedidos pelo governo - ou o que seria mais importante ainda, discutisse a própria política de privatização do petróleo nacional. Mais claramente: se as jazidas são as mais fantásticas do mundo, se os lucros que elas vão proporcionar são fabulosos, por que o governo FHC ano vende ações da Petrobrás a milhões de brasileiros, juntando-se dinheiro para acelerar as explorações e gerar empregos ? Os EUA e o FMI não deixam?
Ah, sim: no primeiro leilão, algumas jazidas foram compradas por 150 milhões, isto é, mil vezes o preço de 50.000 pedido pelo governo. A imprensa apresentou esse resultado como algo fantástico. Não é. Continua a ser ninharia. Esmola para povo índio. Basta ver que esses campos petrolíferos podem faturar 2 bilhões de dólares, ou 4 bilhões de reais, por ano. Em um ano. Contra 150 milhões de reais. Uma única vez. As oposições precisam mobilizar a sociedade brasileira contra o novo assalto ao petróleo nacional programado pelo governo FHC, Clinton, FMI. Os números, escandalosamente anunciadores, estão aí.
PS: O presidente FHC diz que a economia está estável, o IBGE diz que o PIB está estável... A indústria paulista já havia recuado 7 por cento no 1º semestre, e desabou 15 por cento em julho na comparação com 1998. Setores com maior queda? Telecomunicações e equipamentos para energia elétrica. Isto é, as multinacionais "compradoras" das antigas estatais continuam a importar tudo. Desempregam, aqui dentro. E continuam a torrar dólares, afundando ainda mais o Brasil. A desnacionalização levou o Brasil de volta ao passado. Voltou a ser uma republiqueta dependente. Ou colônia?
22 de set. de 2010
Lula foi o presidente que modernizou o Brasil, diz jornal francês “Le Figaro”
às
09:55
Les mesures d’assistance aux plus pauvres et les investissements dans les infrastructures ont permis au plus grand pays d’Amérique latine de réaliser un bond spectaculaire en huit ans.
BBC - Agência Estado
Reportagem do ‘Le Figaro’ destaca impacto das políticas sociais do governo Lula junto aos pobres.
Uma reportagem na edição desta terça-feira do jornal francês Le Figaro afirma que Luiz Inácio Lula da Silva foi o presidente responsável por “modernizar o Brasil”.
O texto, que recebeu uma chamada na capa do Le Figaro, é assinado pela correspondente do jornal no Rio de Janeiro, Lamia Oualalou.
A reportagem conta a história de Ricardo Mendonça, paraibano de Itatuba que se mudou para o Rio de Janeiro à busca de emprego em 2003 e conseguiu entrar na universidade graças a uma bolsa do programa Pro-Uni, do governo federal.
O jornal atribui o sucesso de Mendonça às políticas do governo Lula.
“Histórias como esta de Ricardo o Brasil registra aos milhões. A três meses do fim do seu segundo mandato, este é um país mudado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará ao seu sucessor”, escreve o Le Figaro.
‘Barbudo onipresente’
‘Barbudo onipresente’
O jornal diz que quando Lula chegou ao poder, em 2003, o Brasil era um país sem “grandes esperanças” que havia finalmente dado uma chance a um “turbulento barbudo onipresente na cena eleitoral deste o restabelecimento da democracia”.
O Le Figaro destaca que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu combater a hiperinflação com o Plano Real, mas que se tornou “muito impopular” antes de deixar o poder em 2002.
Citando analistas políticos brasileiros, o jornal diz que Lula foi responsável por ampliar políticas sociais do governo anterior.
“O chefe de Estado reagrupou algumas medidas sociais do seu antecessor e às deu uma dimensão inimaginável”, diz a reportagem do jornal.
“Pela primeira vez na história, o Brasil assiste a uma redução continua e inédita das desigualdades. Em dois mandatos, 24 milhões de brasileiros saíram da miséria e 31 milhões entraram para a classe média.”
O jornal diz que o governo quer agora usar a riqueza dos novos campos de petróleo descobertos no litoral brasileiro para criar um fundo que beneficie os mais pobres.
O Le Figaro destaca que apesar dos avanços, o Brasil ainda é um dos mais desiguais da América Latina e do mundo, com altos índices de analfabetismo e problemas crônicos de saúde pública.
O jornal alerta também que as autoridades e parte dos analistas no Brasil não estão imunes a “complacência”.
Postado por Luis Favre
21 de set. de 2010
ARNALDO JABOR – INSPIRA PENA A “SUPERIORIDADE” DESSE SENHOR.
às
21:48
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Acabo de ler o artigo, ou, manifesto anti-Lula, PT e povo analfabeto, que Arnaldo Jabor escreveu hoje para o Globo. Tenho por hábito ler, com a devida atenção e respeito o que escrevem os jornalistas e colaboradores de jornal (vários jornais), mesmo sabendo que a opinião de muitos deles e suas posições no campo da política, economia....., são diferentes das que possuo. Leio e reflito, fico aqui com meus “botões” apresentando as contestações ou concordâncias, objeções e réplicas, algumas delas, que acabo por tirar do plano de pensamento e transformar em matéria no meu blog.
Arnaldo Jabor com seu artigo de hoje, me inspirou um sentimento de tristeza e dó em relação a ele. Coitado do Jabor.
Jabor se considera um dos poucos brasileiros que enxerga a “verdade”, um dos poucos que não está “hipnotizado” pela “mandinga” do feiticeiro LULA. Jabor acredita piamente que a maioria esmagadora do povo brasileiro é composta por analfabetos, gente tola, medíocre, gente que não sabe de nada sobre coisa nenhuma.
“Com um povo de analfabetos manipuláveis”, diz Jabor, explicando a aprovação de governo Lula, e seu reconhecimento perante o Brasil e o mundo.
“Os comentaristas (Ah! Esses sim sabem de tudo, sabem o que é bom e melhor para o Brasil e para os brasileiros, os comentaristas sabem até quem é o único candidato em quem o povo deveria votar, mas...) ficam desorientados diante do nada que os petistas criaram com o apoio do povo analfabeto”. O nada talvez sejam os 15 milhões de empregos criados ou os 20 milhões de brasileiros que saíram da extrema pobreza. Pode ser ainda o reconhecimento da ONU / BIRD a cerca do Programa Bolsa Família, considerado um dos mais bem sucedidos no mundo (Na ONU também só deve ter analfabetos manipuláveis)
Jabor adora repetir a frase de seu grande ídolo, FHC, que fala em subperonismo, caudilhismo, acusando Lula de golpe e de “perigo”. A mesma história de sempre. Eu nem vou repetir aqui que o ídolo de Jabor, o FHC, sociólogo instruído e culto, que chamou os aposentados de vagabundo em sua sapiência, foi quem aplicou um golpe de fato na Constituição Brasileira, e se beneficiou da trapaça da reeleição.
Contestar Jabor? Bobagem! Ele já chegou naquele ponto de alucinação em que os argumentos não servem de mais nada, está isolado em sua “superioridade”, e quem não comunga com seus pensamentos e tem uma visão de Brasil diferente da sua, é “analfabeto”, manipulável, otário, ou então é um corrupto safado que está sendo beneficiado pelo lulismo.
Ficamos assim conversados, quem não concorda com o Jabor, não presta, e ponto final.
Do 007BomdeBlog - 21.09.2010
Do 007BomdeBlog - 21.09.2010
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Velha mídia quer guerra aberta e total
Tudo de novo, igualzinho a 2006
O poder corrompe?
às
00:27
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| Emir Sader |
Algumas frases que correm soltas e parecem, inclusive pela força da sua formulação, parecer evidentes por si mesmas, se prestam a somar-se à desmoralização da política, das ações coletivas, do Estado, favorecendo, como contrapartida, o individualismo, o egoísmo, o mercado – que busca congregar a todos como indivíduos na sua dimensão de consumidores.
Há poderes corruptos e outros não. Absolutizar é fazer o jogo dos que querem governos e Estados fracos, como os monopólios privados da mídia. Como dizer que “político é corrupto”, que “partidos são tudo a mesma coisa”, que “as pessoas não prestam”, que “todo mundo é egoísta”, “que o mundo não tem jeito”, “que as coisas estão cada vez pior no Brasil e no mundo”.
O senso comum costuma ser a representação popular de grandes preconceitos. Aparece como “verdades” evidentes por si mesmas, que nem precisam demonstração. E camuflam valores muito reacionários. Para isso, precisam naturalizar as coisas, tirando seu caráter histórico.
O poder da ditadura, o do Collor, o do FHC e o do Lula são iguais? Basta se chegar ao poder, para alguém se tornar corrupto? O poder de uma grande potência imperialista, como os EUA, é mais ou menos corrupto que o poder de um país da periferia? O poder de um grande conglomerado econômico transnacional é maior ou menor do que o dos governos?
Uma ONG internacional publica anualmente o ranking do que seriam os governos mais corruptos do mundo. Um deles colocou o o Haiti entre os lideres. Será que o governo do Haiti é mais ou menos corrupto que o governo dos EUA?
Mas o principal problema dessa lista é que ela lista os corruptos, mas não os corruptores, que certamente estão entre as grandes corporações multinacionais. Mas se trata de uma ONG, busca criminalizar os governos e, por dedução, absolver as empresas privadas.
Essa visão criminalizadora da política e do poder sugere que as pessoas são “boas” na “sociedade civil” e quando “entram” para o Estado, para a política, se corrompem. É a visão que sustenta a opinião, tão disseminada, de “quanto menos imposto se paga, melhor”, de que “o seu imposto está sustentando aos burocratas”, etc.
Do que se trata é de historicizar o tema. Há poderes e poderes. Todos eles têm natureza de classe. Mas mesmo nesse marco, há poderes assentados diretamente em organizações populares, em dirigentes com compromisso ideológico com os processos de transformação profunda da realidade.
Senão contribuiríamos para a rejeição da política, deixando para que ela seja feita justamente pelos políticos tradicionais, acostumados a tirar proveitos do Estado e dos governos, a desmoralizar a política.
SUGESTÕES DE LEITURA
- MEXICO INSURGENTE
John Reed
Boitempo Editorial
- AS GAROTAS DA FÁBRICA
Leslie T. Chang
Editora Intrinseca
- VITÓRIA
Joseph Conrad
Editora Revan
*Emir Sader. Sociólogo e cientista político
Do Contraponto PIG
Há poderes corruptos e outros não. Absolutizar é fazer o jogo dos que querem governos e Estados fracos, como os monopólios privados da mídia. Como dizer que “político é corrupto”, que “partidos são tudo a mesma coisa”, que “as pessoas não prestam”, que “todo mundo é egoísta”, “que o mundo não tem jeito”, “que as coisas estão cada vez pior no Brasil e no mundo”.
O senso comum costuma ser a representação popular de grandes preconceitos. Aparece como “verdades” evidentes por si mesmas, que nem precisam demonstração. E camuflam valores muito reacionários. Para isso, precisam naturalizar as coisas, tirando seu caráter histórico.
O poder da ditadura, o do Collor, o do FHC e o do Lula são iguais? Basta se chegar ao poder, para alguém se tornar corrupto? O poder de uma grande potência imperialista, como os EUA, é mais ou menos corrupto que o poder de um país da periferia? O poder de um grande conglomerado econômico transnacional é maior ou menor do que o dos governos?
Uma ONG internacional publica anualmente o ranking do que seriam os governos mais corruptos do mundo. Um deles colocou o o Haiti entre os lideres. Será que o governo do Haiti é mais ou menos corrupto que o governo dos EUA?
Mas o principal problema dessa lista é que ela lista os corruptos, mas não os corruptores, que certamente estão entre as grandes corporações multinacionais. Mas se trata de uma ONG, busca criminalizar os governos e, por dedução, absolver as empresas privadas.
Essa visão criminalizadora da política e do poder sugere que as pessoas são “boas” na “sociedade civil” e quando “entram” para o Estado, para a política, se corrompem. É a visão que sustenta a opinião, tão disseminada, de “quanto menos imposto se paga, melhor”, de que “o seu imposto está sustentando aos burocratas”, etc.
Do que se trata é de historicizar o tema. Há poderes e poderes. Todos eles têm natureza de classe. Mas mesmo nesse marco, há poderes assentados diretamente em organizações populares, em dirigentes com compromisso ideológico com os processos de transformação profunda da realidade.
Senão contribuiríamos para a rejeição da política, deixando para que ela seja feita justamente pelos políticos tradicionais, acostumados a tirar proveitos do Estado e dos governos, a desmoralizar a política.
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