Mostrando postagens com marcador liberdade de expressão. Mostrar todas as postagens
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18 de jun. de 2013
26 de jan. de 2013
EBC abre inscrições para oficina de jornalismo público na Campus Party
às
16:36
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| Campus Party terá espaço para oficinas da EBC (Campus Party/Divulgação) |
Campuseiros poderão debater e produzir sua própria comunicação pública na web, conhecendo etapas como a construção da pauta, coberturas com dispositivos móveis, alimentação jornalística de redes sociais, produção e edição de conteúdo multimídia (vídeos, áudios, fotos e transmissões ao vivo) e publicação para web.
22 de nov. de 2012
Câmara dos Deputados aprova projeto que cria o Vale-Cultura
às
02:51
9 de out. de 2012
Repórter intimidado por ex-coronel da PM teve que deixar país; Sindicato exigiu providências
às
00:50
O
Ministério Público Eleitoral de São Paulo (MPE-SP) decidiu pedir a
impugnação do registro da candidatura do vereador eleito Adriano Lopes
Lucinda Telhada, o Coronel Telhada (PSDB), ex-comandante Rota, que se
elegeu domingo pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), com
89.053 votos. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São
Paulo foi uma das entidades que solicitou providências das autoridades
que determinaram o pedido de impugnação.
1 de out. de 2012
Seminário: A Censura em Debate.
às
16:42
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| Divulgação |
“A Censura em Debate”
Seminário acontecerá de 2 a 5 de outubro, inscrições no final do texto.
Programação e Inscrição
Dia 02 de outubro
19 horas - Abertura
Venício Lima - Universidade de Brasília. Autor do livro: “Liberdade de expressão VS liberdade de imprensa – Direito à comunicação e democracia” (São Paulo: Editora Publisher Brasil, 2010).
Continue lendo aqui
15 de mai. de 2012
A Veja quer censurar a internet
às
16:47
A revista Veja tem medo do jogo da velha. O jogo da velha,
no caso, são as hashtags, antecedidas pelo sinal #, para destacar vozes
numa multidão de internautas – bobagens em alguns casos, mobilizações,
em outros.
21 de mar. de 2012
EUA: empregadores exigem senhas do Facebook de candidatos
às
19:52
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| O órgão de segurança pública de Maryland pediu que o guarda Robert Collins informasse sua senha na rede social para investigar se ele possuia conexões com membros de gangues Steve Ruark / AP |
Pouco antes de chegar a uma entrevista de emprego recente, o que Justin
Bassett esperava eram as perguntas usuais sobre experiência
profissional. Mas ele foi surpreendido pelo entrevistador, que queria
saber também a sua senha do Facebook.
12 de mar. de 2012
ECAD e a censura do compartilhar
às
21:34
Por Paulo Lima - 12.03.12
O “caso ECAD”, com os blogueiros, é o reflexo de um país que ainda tem dificuldades em entender que o compartilhar é um grande aliado ao conhecimento.
11 de mar. de 2012
O ECAD é um abuso, ditadura cultural? Como voce avalia?
às
23:35
Essa é a taxa que o Ecad cobrou de ao menos dois blogs que
incorporaram vídeos do YouTube. Para advogados, cobrança é ilegal. Para
o Escritório, é trabalho de conscientização e esclarecimento
6 de mar. de 2012
ONU prova que a mídia é contra a democracia e a liberdade de expressão
às
11:57
Este vídeo mostra o que se esconde por trás dos ataques sistemáticos da mídia brasileira contra a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner.
19 de fev. de 2012
Mais uma reintegração de posse na USP
às
13:05
Em meio ao carnaval Polícia Militar de SP age contra a moradia autônoma da USP
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| Imagem: CMI Brasil/ 19.02.12 |
Durante a madrugada de hoje, dia 19 de fevereiro, a Polícia Militar de São Paulo aproveitou o momento de esvaziamento devido ao carnaval para agir contra o espaço de moradia autônomo dos estudantes, conhecido como Moradia Retomada da Universidade de São Paulo.
13 de fev. de 2012
3 de dez. de 2011
O que nos prende, temos a liberdade do conhecimento pela internet?
às
12:12
Por Sérgio Amadeu * - Fundação Perseu Abramo (Livro - Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento)
O MOVIMENTO DO SOFTWARE LIVRE – programas de computador que possuem o código-fonte aberto – é um movimento pelo compartilhamento do conhecimento tecnológico. Começou nos anos 1980 e se espalhou pelo planeta levado pelas teias da rede mundial de computadores. Seus maiores defensores são os apaixonados por programação e sistemas de informática, os acadêmicos, os cientistas, os mais diferentes combatentes pela causa da liberdade e, mais recentemente, as forças político-culturais que apóiam a distribuição mais eqüitativa dos benefícios da era da informação. Seus maiores opositores são as megaempresas que vivem exclusivamente de um modelo econômico baseado na exploração de licenças de uso de software e do controle monopolístico dos códigos essenciais dos programas de computadores.
O MOVIMENTO DO SOFTWARE LIVRE – programas de computador que possuem o código-fonte aberto – é um movimento pelo compartilhamento do conhecimento tecnológico. Começou nos anos 1980 e se espalhou pelo planeta levado pelas teias da rede mundial de computadores. Seus maiores defensores são os apaixonados por programação e sistemas de informática, os acadêmicos, os cientistas, os mais diferentes combatentes pela causa da liberdade e, mais recentemente, as forças político-culturais que apóiam a distribuição mais eqüitativa dos benefícios da era da informação. Seus maiores opositores são as megaempresas que vivem exclusivamente de um modelo econômico baseado na exploração de licenças de uso de software e do controle monopolístico dos códigos essenciais dos programas de computadores.
7 de nov. de 2011
Noam Chomsky: se queremos mudar o mundo, vamos entendê-lo
às
03:13
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[Noam Chomsky - La Jornada] |
O aspecto mais digno de entusiasmo do movimento Ocupa Wall Street é a construção de vínculos que estão se formando em toda parte. Karl Marx disse: a tarefa não é somente entender o mundo, mas transformá-lo. Uma variante que convém ter em conta é que, se queremos com mais força mudar o mundo, vamos entendê-lo. Isso não significa escutar uma palestra ou ler um livro, embora essas coisas às vezes ajudem. Aprende-se a participar. Aprende-se com os demais. Aprende-se com as pessoas com quem se quer organizar. O artigo é de Noam Chomsky.
Dar uma conferência Howard Zinn é uma experiência agridoce para mim. Lamento que ele não esteja aqui para tomar parte e revigorar um movimento que foi o sonho de sua vida. Com efeito, ele pôs boa parte de seus ensinamentos nisso.
8 de out. de 2011
Hoje, Santos terá encontro das redes sociais, começa às 8h da manhã. Assista a transmissão ao vivo pela internet
às
00:22
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| Arte: Roberto Locatelli |
O evento irá discutir liberdade de expressão e direito à comunicação, Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e redes sociais, com transmissão ao vivo pela TV Linha Direta, no portal do PT de São Paulo.
Parlamentares como Telma de Souza (PT-SP) e Antonio Mentor (PT-SP), Prefeita Maria Antonieta do Guarujá e blogueiros como Conceição Oliveira, Renato Rovai, Eduardo Guimarães, Altamiro Borges, Luis Nassif e Pastor Marcos Dornell participarão deste Encontro.
O I Encontro de Blogueiros de São Paulo aconteceu em abril deste ano, ainda antes da edição nacional, em junho.
Programação
08:00- Café da manhã- cortesia da Comissão Regional.
09:00 – Abertura do evento- Prefeitos, vereadores e comissão.
10:00- Debate: “ Liberdade de Expressão e pelo Direito à Comunicação com Participação Popular”
Debatedores: Deputado Antonio Mentor, Deputada Telma de Souza , Prefeita Maria Antonieta ( Guarujá), Vereador Pedro Gouvea (São Vicente).
Mediadores: Emerson dos Santos e Vander Fagundes.
12:00 – Almoço Livre
14:00- Debate: Plano Nacional de Banda Larga, Lei dos meios de Comunicação, AI5 digital, Marco Civil da Internet.
Debatedores: Blogueiros - Conceição Oliveira (Maria_Frô), Renato Rovai (Revista Fórum), Eduardo Guimarães (Movimento dos Sem Mídia), Altamiro Borges (BlogdoMiro), Luis Nassif (AdVivo) , Pastor Marcos Dornell (BlogueirosAT).
Mediadores: Marco Antonio de Lima (Limarco) e Sérgio Telles (Stelles_13)
16:00 - As Redes Sociais como ferramenta de mobilização social. A importância do ativismo digital”
Debatedores: Pedro Custódio (CUFA), Igor Felipe do (MST) , João Carlos Camará (Ong Camará), Rafael Ambrósio (Ong Ambienta), João Gabriel ( Ong CAC), Francisco Nogueira (Fundação Settaport).
Mediadores: Andréia Lamaison e Daniela Origuella.
Organização: Blogueiros Progressistas de SP e Comissão Regional: Andréia Lamaison (@lamaisonandreia) , Marco Antonio de Lima (@limarco), Kátia Figueira (@katytasv)
Apoio Cultural: Prefeitura do Guarujá, Prefeitura de Cubatão, Fundação Settaport, SINDPT e CGTB Nacional, CUT ,UGT, TV Linha Direta, MAV-PT/SP, SEEL, Faculdade Santa Cecília, Café da Praça, Locatelli, Rede Brasil Atual, TV Santa Cecília
Serviço:
Data: 08 de outubro de 2011.
Local: Consistório da Universidade Santa Cecília
Endereço: Rua Oswaldo Cruz, 277- Boqueirão – Santos- SP
9 de set. de 2011
Marcha contra o #GolpismoMidiático, dia 17.09, sábado, às 14 horas.
às
20:47
A Revista Veja, da Editora Abril, caminha longe da Ética e da democracia, não leva o jornalismo a sério e engana a população. Processo antigo que a sociedade sofre com farsa, mentira e manipulação, também de toda a grande mídia, assim denominamos como: Mídia Golpista.
Como somos indignados com esta farsa, decidimos realizar contra o #GolpismoMidiático uma Marcha que sairá do vão livre do MASP e caminhará até a Rua da Consolação para defender a verdade, a ética e a cidadania. O evento, além de reunir o movimento contra toda a Mídia Golpista, também será uma forma de exigir a regulamentação dos Meios de Comunicação.
Na tentativa de prejudicar a atual gestão do governo (momento em que o povo brasileiro aproveita uma economia estável e crescente no mercado de trabalho, na distribuição de renda, na educação, na produção interna, investimentos estrangeiros etc), alguns organizadores, patrocinados pela mídia golpista, mobilizaram marchas (frustradas) em algumas cidades do país, no dia 7 de setembro, Dia da Independência, e sua repercussão fracassou mediante a expectativa destas mobilizações. Como escreveu Altamiro Borges o objetivo destas marchas "visam utilizar a bandeira da ética para esconder sua frustração com a derrota nas eleições presidenciais de 2010. O intento é desgastar o governo Dilma."
22 de ago. de 2011
Emiliano José: A luta envolvendo a internet é política
às
10:58
por Emiliano José, na CartaCapital via Rede Castorphoto
Está em curso no Brasil uma clara luta política, envolvendo a internet. Que ninguém se engane: é uma luta política. Há a posição dos que acreditam, como eu e vários outros deputados e deputadas, como Paulo Teixeira, Luiza Erundina, Jean Willis, Manuela D´Avila, Paulo Pimenta e tantos outros, que primeiro é o caso de garantir a existência de um marco civil garantidor das liberdades, uma espécie de orientação básica do direito humano de acesso à internet, hoje um instrumento fundamental para o desenvolvimento da cidadania, da cultura, da educação e da própria participação política.
E a posição dos que se apressam a procurar mecanismos de criminalização dos usuários da rede, que hoje no Brasil, com todas as dificuldades de acesso, já chegam perto dos 70 milhões. Como pensar primeiro no crime face a essa multidão, e depois na liberdade de acesso? Só os conservadores, interessados em atender a evidentes interesses econômicos, podem pensar primeiro na criminalização e só então nos direitos democráticos dos usuários.
Creio que a internet, tenho dito isso com frequência, é uma espécie de marco civilizatório, que mudou a natureza da sociabilidade contemporânea, a relação entre as pessoas e os povos, mudou a própria política, impactou a própria noção de representação. Constitui um admirável mundo novo, a ser preservado sob um estatuto de liberdades, e não constrangido sob uma pletora de leis criminalizantes. Talvez seja o seu potencial revolucionário, a possibilidade que ela dá de articulação em rede, que provoque urticária nos conservadores. Talvez, não. Certamente.
Nos últimos dias, os defensores da criminalização navegam num cenário de representação terrorista, como se os últimos ataques de hackers a sites governamentais fossem uma absoluta novidade e como se uma legislação que criminalize usuários ou tente colocá-los sob o guante de um vigilantismo absoluto fosse segurança suficiente para a ação dos hackers. Os ataques aos sites governamentais não tiveram qualquer gravidade, foram coisas de amadores, como já se provou. E curioso é que só tenham sido atacados sites do governo. Não é que não haja leis ou que não deva haver. Deve. Mas, devagar com o andor que o santo é de barro.
Primeiro, vamos pensar nas liberdades. Não devemos nos apressar, como pretende o deputado Azeredo, com o projeto de criminalização de usuários, a pretender uma vigilância absurda ao acabar com a navegação anônima na rede, ao querer guardar por três anos os dados de todo mundo nos provedores, ao estabelecer uma espécie de big brother pairando sobre a multidão de navegantes, que tem o direito de liberdade de expressão e não podem estar submetidos ao grande irmão.
O governo federal se preocupou com isso, com as liberdades, e instalou uma consulta pública sobre o Marco Civil da Internet no Brasil de forma a construir democraticamente um sistema garantidor de princípios, garantias e direitos dos usuários da internet, o que é a atitude mais correta, e primeira, se quisermos tratar a sério das coisas da rede.
Entre outubro de 2009 e maio de 2010 a consulta se desenvolveu, com ampla participação, e, ao que sabemos, o marco civil foi elaborado, só faltando a assinatura do Ministério do Planejamento para voltar à Casa Civil da Presidência da República, para então, assinado pela presidenta Dilma, chegar à Câmara Federal.
Não se trata de primeiro chamar a polícia. Primeiro, vamos garantir liberdades e direitos. Depois, pensar na tipificação dos crimes. Até porque a ideia de que colocar na cadeia um bocado de jovens usuários resolve o problema é uma ilusão de bom tamanho. Os hackers, os mais competentes, os mais habituados aos segredos da rede, costumam entrar em sistemas sofisticados sem grandes dificuldades. A própria rede, no entanto, tem condições amplas de desenvolver sistemas de prevenção, de segurança, reconhecidamente eficientes, embora não se possa dizer nunca que invioláveis.
Creio que o melhor é baixar a bola, insistir junto ao governo para o envio o mais rápido possível do projeto do marco civil da internet para o Congresso, e depois disso, então pensar na tipificação dos crimes e nas punições possíveis, sem nunca mexer nas liberdades dos usuários, e sem estabelecer quaisquer medidas que visem acabar com a navegação anônima, até porque isso, sem dúvida, seria mexer com o princípio sagrado das liberdades individuais e confrontaria com a própria Constituição.
No dia 13 de julho, foi realizado um seminário na Câmara Federal, com a participação de especialistas e de setores da sociedade civil, para debater o assunto. O seminário foi resultado de uma proposta minha, com a visão que expresso aqui, e outra do deputado Sandro Alex, que tem uma visão diversa, embora, como me disse, disposto ao diálogo para chegar a um consenso. Nós juntamos as duas iniciativas, e o debate foi muito esclarecedor de que interesses estão em jogo.
De um lado, aqueles que defendem o projeto Azeredo, estiveram empresas de segurança da área da informática, escritórios de advocacia interessados nos clientes que o projeto Azeredo vai criar, e setores conservadores do Judiciário. Do outro lado, entre os que sustentam as posições que tenho defendido, os que defendem a liberdade na internet e que demonstraram o quanto de atraso poderia significar a aprovação desse projeto, que a rede dos libertários chamou com propriedade de AI-5 digital da internet.
Ficou evidente, durante o seminário, que o projeto Azeredo, além de tudo, atende aos interesses do mundo das empresas que defendem os direitos autorais no sentido mais conservador, inclusive dos grandes centros da indústria cultural dos EUA. É que o projeto pretende impedir a prática tão comum da maioria dos internautas de baixar músicas, por exemplo. Milhões de pessoas seriam criminalizadas se o AI-5 digital fosse aprovado. Os militantes digitais que se colocam contra o projeto entregaram ao presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Bruno Araújo, do PSDB, durante o seminário, por proposta minha, um abaixo-assinado com mais de 163 mil assinaturas contra o projeto, a evidenciar o quanto de revolta ele tem provocado.
Há a previsão de que o projeto seja votado logo no início de agosto deste ano. Lutamos para que não fosse votado imediatamente, como se pretendia, e justiça se faça, o deputado Azeredo concordou com o adiamento. Creio, no entanto, que o melhor seria, como já disse, aguardar a chegada do marco civil para só depois, então, pensar na tipificação de crimes. E vamos tentar isso. Na verdade, o projeto é muito ruim e não deveria ser aprovado. O importante é que todos estejam atentos para que a democracia não seja atingida, para que a liberdade na internet não seja violentada.
Emiliano José é jornalista, escritor, doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea pela Universidade Federal da Bahia
21 de ago. de 2011
La revolucion es ahora.
às
15:12
Por Márcia Brasil - 21.08.2011
Somos todos indignados, no Brasil, no Chile, no Peru, na Inglaterra, no Egito, na Espanha, em qualquer lugar, mas tem gente que ainda não percebeu, ou não luta contra as injustiças. Irmãos acordem, a revolução já começou.
Movimento 15M (entenda o movimento que começou na Espanha - crise econômica)
Do Site Be Internacional - 18.05.2011
Fonte: sites Be Internacional e Tv1.rpt.pt
Marcha pelo Estado Laico, na Av. Paulista, mobilizou quase 20.000 pessoas no facebook. O encontro acontecerá às 16h na Praça dos Ciclistas, a marcha prosseguirá até o Shoping Paulista.
Mais informações acesse o site http://marchaestadolaico.wordpress.com/
Estado Laico
Também conhecido como Estado Secular, o Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente, o Estado laico favorece, através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa.
*O significado de PIG
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| O símbolo da coroa de Cristo como repressão à liberdade humana, imposta pela igreja, bancos e grande mídia (*PIG) |
Banqueiros, igrejas e a grande mídia tentam controlar o mundo. Irmãos acordem, saiam do sofá, de frente da TV, a revolução já começou. Marchemos, lutemos pelo Estado Laico e contra o controle (capitalista) dos banqueiros.
Leiam os textos e vejam o vídeo, abaixo.
| Clique nas imagens para ampliar |
Somos todos indignados, no Brasil, no Chile, no Peru, na Inglaterra, no Egito, na Espanha, em qualquer lugar, mas tem gente que ainda não percebeu, ou não luta contra as injustiças. Irmãos acordem, a revolução já começou.
Movimento 15M (entenda o movimento que começou na Espanha - crise econômica)
Do Site Be Internacional - 18.05.2011
Centenas de jovens espanhóis continuam concentrados em de Madrid e mobilizados em Granada, Sevilha e outras cidades andaluzas protestando contra a situação social e política e exigindo uma verdadeira democracia em resposta a convocatórias difundidas através das redes sociais. Às oito da noite de terça-feira, uma enorme multidão encheu a praça das Puertas del Sol em Madrid. As acções integram-se no já chamado Movimento 15 M, de Maio, iniciado no domingo em mais de 50 cidades de Espanha.
A Plataforma Democracia Real Já! é a origem do movimento, que assenta em contactos e mobilizações de cidadãos, organizações cívicas, culturais e estudantis através das redes sociais. É um movimento que se afirma apartidário mas que não é contra os partidos mas sim “contra o bipartidarismo” que se instalou como sistema político em Espanha.
O movimento decorre em plena campanha eleitoral para as autonómicas e municipais que se realizam no domingo e os participantes deixaram claro que não dão indicações de voto e também não apelam à abstenção. O movimento “é pacífico e queremos despertar a consciência social” mas “demarcando-nos de qualquer partido político ou associação”, declarou um representante da Plataforma, Carlos Paredes, à imprensa espanhola.
A Plataforma afastou-se entretanto dos aspectos organizativos. “Nós só começámos o movimento, agora são os cidadãos que se organizam”, explicou Carlos Paredes.
Depois da concentração de terça-feira à noite, centenas de jovens permanecem nas Puertas del Sol, sem perturbar a actividade comum naquela zona central de Madrid.
O movimento pretende ir mantendo as mobilizações em várias cidades e promover novas grandes concentrações na sexta ou no sábado.
Em Granada a polícia dispersou terça-feira pela força centenas de manifestantes que pretendiam continuar concentrados no Passeo del Salón. Representantes do Movimento 15 M pediram entretanto autorização para voltarem a concentrar-se quarta-feira às oito horas na Plaza del Carmen. Realizaram-se também concentrações em outras cidades andaluzas e em Sevilha inicia-se na quinta-feira um acampamento na Plaza de La Encarnación.
Fonte: Site Tu Playa delas canteras
---------------------------------------------------- Bento XVI em Madrid, agosto de 2011 |
Fonte: sites Be Internacional e Tv1.rpt.pt
Marcha pelo Estado Laico, na Av. Paulista, mobilizou quase 20.000 pessoas no facebook. O encontro acontecerá às 16h na Praça dos Ciclistas, a marcha prosseguirá até o Shoping Paulista.
Mais informações acesse o site http://marchaestadolaico.wordpress.com/
Estado Laico
Também conhecido como Estado Secular, o Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente, o Estado laico favorece, através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa.
Desta forma, no Estado laico, a princípio, todas as crenças são respeitadas. Não há perseguição religiosa.
Em alguns países laicos, o governo cria normas para dificultar manifestações religiosas em público.
O Brasil é um país com Estado laico, pois em nossa Constituição há um artigo que garante liberdade de culto religioso. Há também, em nosso país, a separação entre Estado e Igreja.
-----------------------------------------------------*O significado de PIG
18 de ago. de 2011
A internet não é tão democrática
às
13:04
Renato Janine Ribeiro
Sou fã da internet. Graças a ela, confiro datas, citações e muito mais, cada vez que escrevo. Descubro autores e ideias novas. Tenho, CLARO, que tomar cuidado com o que leio, porque há informações sem conhecimento, afirmações sem base. Mas também acho democrático que a rede permita difundir valores que antes não tinham lugar. Um jornal é um produto caro, por seus custos industriais e de distribuição. Daí que seja difícil fazer um jornal, como antes se dizia, alternativo. Já um blog pode ser barato - e servir de contraponto aos jornais maiores, expondo valores diferentes (como os blogs de esquerda fazem, no Brasil), oferecendo análises, algumas delas boas, ou, ainda, produzindo informação própria (o que é o mais raro - só lembro o caso de Geisy Arruda, revelado pelo Boteco Sujo).
3 de ago. de 2011
A Universidade e as Leis para a Comunicação
às
00:25
A fundamentação existente na Ley dos Médios argentinos tem grande contribuição acadêmica e poderia servir como referência para a Universidade brasileira. Ao invés de infindáveis e insossas discussões sobre “teorias da recepção”, teríamos o pulsar da vida real das nossas sociedades.
Laurindo Lalo Leal Filho na Carta Maior
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