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6 de jul. de 2010

Divulgada hoje a inflação em São Paulo.


Hoje, a Fipe (Fundação Instituto de pesquisas Econômicas), divulgou a inflação para a cidade de São Paulo, o IPC (índice de Preços ao consumidor) que ficou acima do esperado pelos analistas.

O índice, se despede de Junho com uma variação positiva em 0,04%, contra um registro de de 0,22% em Maio, nas 18 instituições financeiras do país, consultadas , todas esperavam baixas, que foi o que não aconteceu.

Os grupos que mais pesaram para essa alta do IPC, foram alimentação, transporte e habitação, no transporte, os reajustes de pedágios das rodovias do estado.

Do Site Dicas Financeiras

Fonte: Estado

30 de jul. de 2009

A Monsanto não quer que o olho do consumidor veja tudo

Agrotóxicos

Repassando…

A multinacional de sementes transgênicas Monsanto obteve uma liminar de mandado de segurança para impedir a distribuição da cartilha “O Olho do Consumidor” produzida pelo Ministério da Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretendia padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor na sua escolha de alimentos realmente orgânicos.

O link do Ministério está “vazio” tendo sido retirado o arquivo do site.

Em autêntica desobediência civil e resistência pacífica à medida de força legal, estamos distribuindo eletronicamente a cartilha.

Se você concorda com a distribuição envie para os amigos e conhecidos.

Se você não concorda, simplesmente delete este e-mail.”A suposta página da discórdia

O link citado no email - este aqui, está funcionando. A informação já está correndo por aí – no INESC, nos comentários sugerindo pauta no

Conversa Afiada, no Transgênicos Não!, no Fórum de Economia Solidária – “Uma rede que está bombando na internet.”

Enquanto isso, a Monsanto diz que “não procedem os boatos” e “desconhece a origem dessa informação”, mas ao mesmo tempo diz que “se orgulha de ser líder em biotecnologia agrícola e acredita profundamente nos benefícios das culturas geneticamente modificadas [...]” (Parece que eles fazem um bom treinamento lá dentro, hein?)

De todo modo, tanto a discussão dos ôrgânicos quanto a discussão dos transgênicos procede (não vou confrontar estes com aqueles pois há mais possibilidades entre). E conhecimento vivo é o conhecimento compartilhado!

Por Trezentos - 30.07.09

18 de jul. de 2009

KASSAB - PAULISTA GOSTA DE SOFRER OU VOTA NO DEM OU NO PSDB:"Blitz flagra falta de higiene na merenda em 38 de 40 escolas de SP"

Blitz flagra falta de higiene na merenda.
Relatórios de fiscalização apontam que em escolas da Prefeitura de São Paulo há alimento vencido e pombos em refeitórios. Problemas foram achados tanto nas escolas onde as merendas são feitas por servidores como naquelas onde o serviço é terceirizado.

ALENCAR IZIDORO
DA REPORTAGEM LOCAL

Numa escola, a marmita de plástico da merendeira era aquecida em cima do arroz dos alunos. Em outras, havia carne vencida, frutas estragadas na cozinha e pombos no refeitório.Relatórios das blitze realizadas nos últimos quatro meses pelo órgão que fiscaliza as merendas revelam a má qualidade de alguns alimentos e a falta de higiene em várias escolas da Prefeitura de São Paulo.As vistorias foram feitas pelo CAE (Conselho de Alimentação Escolar), órgão oficial formado por pais, professores e servidores -que voltou a fiscalizar a merenda na capital paulista após ter ficado praticamente parado no ano passado.Segundo 40 relatórios aos quais a Folha teve acesso e que já foram entregues à gestão Gilberto Kassab (DEM), a comida por vezes vem fria e com falta de recheio no pão. Há legumes e frutas "passados", macarrão "borrachudo" e cereal para crianças "muito duro".Os problemas foram encontrados tanto nas escolas onde as merendas são feitas por servidores como naquelas em que o serviço é terceirizado.Os relatórios mostram que os problemas apontados pela Folha em 2007 não foram sanados, ao contrário do que dizem as empresas. Em 38 das 40 escolas foi apontada alguma falha no serviço (em 15% delas a merenda não era terceirizada).Às vezes, são detalhes, como falta de vedação adequada do freezer e utensílios de cozinha quebrados. Mas, em mais de um terço, problemas estão ligados às condições de higiene ou à qualidade dos alimentos.Seis empresas prestam serviço em São Paulo: Convida, Nutriplus, SP Alimentação, Terra Azul, Sistal e Geraldo J Coan. Todas são investigadas pelo Ministério Público por suspeita de conluio na concorrência pública e de superfaturamento de preços, além de má qualidade dos serviços. Elas negam.Nesta semana, tiveram seus contratos (que, num ano, passam de R$ 250 milhões) prorrogados por 15 dias pela prefeitura, que não conseguiu concluir nova licitação.Equipamento quebradoNas vistorias, conselheiros do órgão recolheram indícios de que nem algumas merendeiras gostam da merenda.Na Emef Dom Paulo Rolim Loureiro, na zona leste, a marmita de plástico misturada ao arroz pertencia a uma cozinheira que se dizia cansada de comer na escola, conforme relatou aos membros do CAE.Em outra escola, havia coxinhas congeladas na geladeira (produto que não faz parte do cardápio, mas que havia sido levado por algum funcionário).No quesito limpeza, a fiscalização do CAE também identificou flagrantes de falta de luva e touca pelas merendeiras (nesse caso, inclusive em escolas sem merenda terceirizada), falta de higienização da geladeira e ausência de telas de proteção.As vistorias também verificaram falta de infraestrutura adequada -como coifas e torneiras elétricas quebradas. Algumas empresas afirmam que esses equipamentos não são obrigatórios. Já a prefeitura declara ter aplicado multas.A presidente do órgão de fiscalização, Margarida Prado Genofre, representante da Aprofem (sindicato dos professores e funcionários), avalia que tudo precisa ser corrigido com urgência, mas que não classifica os problemas como "gritantes".O vice-presidente, Alfredo Ramon Richter, representante dos pais, afirma que "não há cabimento" em diversas falhas."Imagine uma marmita de plástico, que você segura com a mão, misturada no arroz dos alunos. Você gostaria que seu filho comesse essa merenda?"

Por aposentado invocado - 18.06.09

10 de jul. de 2009

Unveiling Food Plan, Obama Presses Africa on Corruption

Andrew Medichini/Associated Press

From left, President Nicolas Sarkozy of France, Prime Minister Silvio Berlusconi of Italy, President Dmitry A. Medvedev and President Obama at the G-8 summit in L'Aquila, Italy on Friday

By PETER BAKER July 10, 2009- Nytimes

L’AQUILA, Italy — President Obama called on African countries to do more to tackle corruption even as he unveiled a $20 billion international program to help the developing world grow more food to feed its hungry people.

Readers' Comments

Just hours before his scheduled departure for his first trip as president to sub-Saharan Africa, Mr. Obama made a personal appeal to other leaders of the Group of 8 powers to donate more money to the effort, citing his own family’s experiences in Kenya. As a result, the initiative grew from $15 billion over three years that was pledged coming into the summit meeting to $20 billion.

At a news conference afterward, Mr. Obama repeated some of the arguments he used in a private session on the initiative, noting that when his father came to the United States, his home country of Kenya had an economy as large as that of South Korea per capita. Today, he noted, Kenya remains impoverished, undeveloped and politically unstable, while South Korea has become an economic powerhouse.

“There’s no reason African countries could not do the same,” the president said. “And yet in many African countries, if you want to start a business or get a job, you have to pay a bribe.” While wealthier nations have an obligation to help Africa, he said, African nations “have a responsibility” to build transparent and efficient institutions.

“They are not going hungry, but they live in villages where hunger is real,” he said referring to his family members still living in Kenya. “This is something I understand in very personal terms.”

At his news conference, the president effectively set September as a deadline for Iran to negotiate about its nuclear development program and if it does not, declared without elaborating that “we need to take further steps.” He also indicated support for rethinking the way the G-8 and other international organizations are structured to reflect the geopolitical changes of the last three decades and also ensure that there would be “fewer summit meetings.”

But as he again hailed the progress he said he made with Russia during a stop in Moscow earlier in the week, President Dmitri A. Medvedev returned to sharper rhetoric about American missile defense plans. He repeated a past threat to order the placing of short-range missiles in the western enclave of Kaliningrad if Mr. Obama proceeds with an anti-missile project in Poland and the Czech Republic.

“If we don’t manage to agree on the issues, you know the consequences,” Mr. Medvedev told reporters here, according to the Reuters news agency. “What I said during my state of the nation address has not been revoked.”

Moreover, just four days after he said at Mr. Obama’s side that “no one is saying that missile defense is harmful in itself or that it poses a threat to someone,” Mr. Medvedev said Friday that missile defense is “harmful” and “threatening to Russia.”

Mr. Obama’s comments on Africa may carry special resonance as the son of a Kenyan father. Other presidents have called on African countries to take more responsibility or fight corruption before, but Mr. Obama’s background gives him a connection and credibility that none of his predecessors could command. Just one generation removed from Africa himself, Mr. Obama occupies a powerful place in the African consciousness and he has chosen to use his first trip in office there to push a dual message aimed at rich and poor.

Mr. Obama planned to fly to Ghana on Friday night after completing the G-8 meetings and stopping by the Vatican to meet with Pope Benedict XVI. During a quick, one-day visit, he will address Ghana’s parliament, visit a hospital and, weather permitting, fly by helicopter to the coast to tour a notorious slave embarkation point.

The White House chose Ghana because it has become a model of democratic development and rule of law in a region that struggles with both. Both President Bill Clinton and President George W. Bush also visited Ghana.

Mr. Obama and the other G-8 leaders started their day at breakfast with counterparts from Algeria, Angola, Egypt, Libya, Nigeria, Senegal and South Africa, who sought commitment from the rich nations to live up to their past pledges of doubling development assistance. The United States under Mr. Bush and now Mr. Obama has poured more money into development aid, but Italy and France have not fulfilled their vows.

The new food security initiative is designed to transform the traditional aid to poorer countries beyond simply donated produce, grains and meats to assistance in building infrastructure and training farmers to grow their own food and get it to market more efficiently.

The $20 billion pledged by the G-8 countries and several others represented here amounts to a substantial commitment if carried out, but it remains unclear how much of it is actually new money. The American share of $3.5 billion over three years represents a doubling of previous spending levels.

Advocacy groups responded cautiously, praising the spirit behind the commitment but raising doubts about how much of the money is genuinely new and how much will actually be delivered.

“The sums just aren’t adding up,” said Otive Igbuaor, head of ActionAid’s hunger campaign. “Is this all really new money? Given the G-8’s record on delivery, this is still very much a work in progress. So far they have been counting not just apples and oranges but more like apples, oranges, cauliflowers and beets.”

Oliver Buston, the Europe director for One, the advocacy group co-founded by the singer Bono, said the G-8 must do more than make promises. “All governments should now come forward and prove the amounts they pledged here are new. They need to make clear what they will do, by when. Some countries have done this; others have not.”

Daniel M. Price, who was Mr. Bush’s chief G-8 negotiator, said the Obama food initiative builds on the progress made in recent years but faces some of the same challenges.

“Two significant obstacles are Congressional resistance to local purchases for food aid and European resistance to opening their markets to the products of biotechnology,” said Mr. Price, now a partner at the law firm of Sidley Austin. “Both local purchase and biotech will be key drivers in boosting agricultural productivity in the developing world.”

Sharon Otterman contributed reporting from New York.