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9 de jan. de 2013

Tempestades ambiental e econômica estão em rota de colisão, alerta Fórum de Davos

O encontro anual do Fórum Econômico Mundial será realizado em Davos, Suíça, entre os dias 23 e 27 de janeiro, com o tema "dinamismo resistente". Reprodução/Wikicommons

Relatório da organização destaca disparidades de renda, dívidas de governo e efeito estufa como os maiores riscos globais de 2013

20 de dez. de 2012

O que podemos aprender com hippies e punks


Atualmente há um determinado tipo de ideologia que conquistou grande parte da sociedade. Essa ideologia vem gerando consequências como prejuízo à saúde dos indivíduos, aumento da desigualdade social e degradação do meio ambiente. Trata-se de uma ideia sedutora e perigosa que hoje está mais difundida no mundo do que qualquer religião ou outra forma de pensamento. Essa ideologia é o consumismo.

21 de ago. de 2011

La revolucion es ahora.

Por Márcia Brasil - 21.08.2011


O símbolo da coroa de Cristo como repressão à liberdade humana,
imposta pela igreja, bancos e grande mídia  (*PIG)
Banqueiros, igrejas e a grande mídia tentam controlar o mundo. Irmãos acordem, saiam do sofá, de frente da TV,  a revolução já começou. Marchemos, lutemos pelo Estado Laico e contra o controle (capitalista) dos banqueiros.
Leiam os textos e vejam o vídeo, abaixo.
Clique nas imagens para ampliar



Somos todos indignados, no Brasil, no Chile, no Peru, na Inglaterra, no Egito, na Espanha, em qualquer lugar, mas tem gente que ainda não percebeu, ou não luta  contra as injustiças. Irmãos acordem, a revolução já começou.


Movimento 15M (entenda o movimento que começou na Espanha - crise econômica) 


Do Site Be Internacional - 18.05.2011



Centenas de jovens espanhóis continuam concentrados em de Madrid e mobilizados em Granada, Sevilha e outras cidades andaluzas protestando contra a situação social e política e exigindo uma verdadeira democracia em resposta a convocatórias difundidas através das redes sociais. Às oito da noite de terça-feira, uma enorme multidão encheu a praça das Puertas del Sol em Madrid. As acções integram-se no já chamado Movimento 15 M, de Maio, iniciado no domingo em mais de 50 cidades de Espanha.
A Plataforma Democracia Real Já! é a origem do movimento, que assenta em contactos e mobilizações de cidadãos, organizações cívicas, culturais e estudantis através das redes sociais. É um movimento que se afirma apartidário mas que não é contra os partidos mas sim “contra o bipartidarismo” que se instalou como sistema político em Espanha.
O movimento decorre em plena campanha eleitoral para as autonómicas e municipais que se realizam no domingo e os participantes deixaram claro que não dão indicações de voto e também não apelam à abstenção. O movimento “é pacífico e queremos despertar a consciência social” mas “demarcando-nos de qualquer partido político ou associação”, declarou um representante da Plataforma, Carlos Paredes, à imprensa espanhola.
A Plataforma afastou-se entretanto dos aspectos organizativos. “Nós só começámos o movimento, agora são os cidadãos que se organizam”, explicou Carlos Paredes.
Depois da concentração de terça-feira à noite, centenas de jovens permanecem nas Puertas del Sol, sem perturbar a actividade comum naquela zona central de Madrid.
O movimento pretende ir mantendo as mobilizações em várias cidades e promover novas grandes concentrações na sexta ou no sábado.
Em Granada a polícia dispersou terça-feira pela força centenas de manifestantes que pretendiam continuar concentrados no Passeo del Salón. Representantes do Movimento 15 M pediram entretanto autorização para voltarem a concentrar-se quarta-feira às oito horas na Plaza del Carmen. Realizaram-se também concentrações em outras cidades andaluzas e em Sevilha inicia-se na quinta-feira um acampamento na Plaza de La Encarnación.

Fonte: Site Tu Playa delas canteras 



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Bento XVI em Madrid, agosto de 2011


Manifestação contra Bento XVI em Madrid já levou à intervenção da polícia


Uma manifestação em Madrid contra a visita do Papa provocou confrontos. Os manifestantes contestam que, numa altura de crise, o governo gaste 25 milhões de euros com a visita. A confusão começou quando a Marcha dos Laicos se cruzou com um grupo de peregrinos. Sete pessoas ficaram feridas nos confrontos e outras cinco foram detidas pela polícia.






Fonte: sites Be Internacional e Tv1.rpt.pt


Marcha pelo Estado Laico, na Av. Paulista, mobilizou quase 20.000 pessoas no facebook. O encontro acontecerá às 16h na Praça dos Ciclistas, a marcha prosseguirá até o Shoping Paulista.




Mais informações acesse o site http://marchaestadolaico.wordpress.com/ 

Estado Laico


Também conhecido como Estado Secular, o Estado Laico é aquele que não possui uma religião oficial, mantendo-se neutro e imparcial no que se refere aos temas religiosos. Geralmente, o Estado laico favorece, através de leis e ações, a boa convivência entre os credos e religiões, combatendo o preconceito e a discriminação religiosa. 

Desta forma, no Estado laico, a princípio, todas as crenças são respeitadas. Não há perseguição religiosa.

Em alguns países laicos, o governo cria normas para dificultar manifestações religiosas em público.

O Brasil é um país com Estado laico, pois em nossa Constituição há um artigo que garante liberdade de culto religioso. Há também, em nosso país, a separação entre Estado e Igreja.

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*O significado de PIG 

9 de ago. de 2011

Os Estados Unidos em decadência

Noam Chomsky *

A supremacia do poder corporativo sobre a política e a sociedade nos EUA chegou ao grau de que as formações políticas, que nesta etapa apenas se parecem com os partidos tradicionais, estão muito mais à direita da população nos principais temas em debate. Para o povo, a principal preocupação interna é o desemprego. Mas, para as instituições financeiras, a principal preocupação é o déficit. Ao triturar os restos da democracia política, as instituições financeiras estão lançando as bases para fazer avançar ainda mais este processo letal, enquanto suas vítimas parecem dispostas a sofrer em silêncio. O artigo é de Noam Chomsky.

É um tema comum que os Estados Unidos, que há apenas alguns anos era visto como um colosso que percorreria o mundo com um poder sem paralelo e um atrativo sem igual (...) estão em decadência, enfrentando atualmente a perspectiva de uma deterioração definitiva, assinala Giacomo Chiozza, no número atual de Political Science Quaterly.

19 de mai. de 2011

Com presença de Lula, Foro de SP debate novos rumos da esquerda


Do Vermelho - 19.05.2011

Desafios para a esquerda na América Latina, crise do capitalismo, guerra na Líbia, crescimento econômico da China e imperialismo dos Estados Unidos são alguns dos temas que serão abordados na 17ª edição do Foro de São Paulo. O encontro começa nesta quarta-feira (18) em Manágua, Nicarágua, e vai até sexta (20).
Um dos principais assuntos discutidos será a integração latino-americana e caribenha, já que o encontro está programado para as vésperas da criação e consolidação da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Caracas, na Venezuela. 
A reunião aproveitará o ano em que o país comemora o 32º aniversário da Revolução Sandinista – quando a oposição organizou constantes protestos contra a ditadura de Anastácio Somoza. A campanha, liderada pela Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), levou à derrota militar da ditadura em 1979. Com isso, os esforços da FSLN, que governou de 1979 até 1990, levaram a sociedade a uma reforma econômica, fazendo o país adotar diretrizes de esquerda no governo.
Haverá, dentro da programação, exposições de representantes do governo nicaraguense e exibição de documentários da Frente Sandinista de Libertação Nacional. Está prevista uma exposição de Iván Acosta, vice-ministro da Fazenda da Nicarágua, e de Paul Oquist Kelley, secretário privado para Políticas Nacionais da Nicarágua, sobre as realizações do governo de Reconstrução e Unidade Nacional.
No evento de três dias, que terá a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se discutirá também a crise internacional do capitalismo, o “contra-ataque” da direita na América Latina e no Caribe, e os desafios atuais das esquerdas populares na região. As informações constam no documento de base elaborado pelo Grupo de Trabalho do Foro de São Paulo.
“Em relação à Líbia, embora existam diferentes opiniões sobre o conteúdo do governo (de Muamar Kadafi, é fundamental uma rejeição categórica contra a ingerência externa, intervenção militar e contra os riscos à soberania nacional líbia”, indicou o documento.
Além disso, serão discutidas as manifestações populares na Tunísia, Egito, Bahrein, Omã, Iêmen e Marrocos, que “dificultam o exercício da hegemonia dos Estados Unidos e Israel na região” e “afetam os preços do petróleo”, de acordo com o documento oficial.
Outro aspecto do debate será a crescente participação chinesa na economia européia, africana e latino-americana, e inclusive na norte-americana. O documento de trabalho indica que o crescimento da China constitui não só um fenômeno econômico, mas tem “projeções políticas e militares que o Foro deve debater com muita atenção”.
A crise internacional do capitalismo e a deterioração da política norte-americana que procura enfrentá-la “lançando mão de sua hegemonia monetária e militar” serão outro tema de discussão no encontro da esquerda continental. Além disso, serão analisados os desafios das esquerdas populares, democráticas, nacionalistas, socialistas e comunistas na América Latina, entre eles, o de “manter os espaços conquistados”, assinala o texto base do Foro.
Espera-se a presença de mais de 80 partidos e organizações de 50 países, segundo o coordenador de evento, Jacinto Suárez, secretário de Relações Internacionais da legenda governista na Nicarágua, FSLN (Frente Sandinista de Libertação Nacional). O encontro lembra o 50º aniversário da FSLN e o 116º aniversário de nascimento do herói nacionalista Augusto César Sandino, que inspirou a Revolução Sandinista.
Entre os integrantes do foro estão partidos socialistas e comunistas de diversos países, movimentos como Frente Ampla (Uruguai e Costa Rica) e a Frente Grande (Argentina), Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (El Salvador), Polo Democrático Alternativo (Colômbia), a Frente Nacional de Resistencia Popular de Honduras, Frente Sandinista de Liberación Nacional da Nicarágua e o Partido Comunista Cubano. Do Brasil participam o PT, o PCdoB, o PCB, o PDT e o PSB.
No dia 20, na maior plenária do encontro, o debate girará em torno do tema “Construindo uma mudança de era: o projeto alternativo dos setores populares, progressistas e de esquerda latino-americana”. E na plenária final, serão apresentadas as conclusões de todos os grupos de trabalho.
Antes do evento, três secretarias regionais deverão estar reunidas para discussão, entre elas, a Andino-Amazônica, Cone Sul e Centroamérica-Caribe. Durante o evento, os participantes assistirão ao documentário sobre a história da Frente Sandinista de Liberação Nacional, de acordo com a agenda divulgada.

Do Linha Direta

22 de set. de 2010

Lula foi o presidente que modernizou o Brasil, diz jornal francês “Le Figaro”

Les mesures d’assistance aux plus pauvres et les investissements dans les infrastructures ont permis au plus grand pays d’Amérique latine de réaliser un bond spectaculaire en huit ans.
BBC - Agência Estado
Reportagem do ‘Le Figaro’ destaca impacto das políticas sociais do governo Lula junto aos pobres.
Uma reportagem na edição desta terça-feira do jornal francês Le Figaro afirma que Luiz Inácio Lula da Silva foi o presidente responsável por “modernizar o Brasil”.
O texto, que recebeu uma chamada na capa do Le Figaro, é assinado pela correspondente do jornal no Rio de Janeiro, Lamia Oualalou.
A reportagem conta a história de Ricardo Mendonça, paraibano de Itatuba que se mudou para o Rio de Janeiro à busca de emprego em 2003 e conseguiu entrar na universidade graças a uma bolsa do programa Pro-Uni, do governo federal.
O jornal atribui o sucesso de Mendonça às políticas do governo Lula.
“Histórias como esta de Ricardo o Brasil registra aos milhões. A três meses do fim do seu segundo mandato, este é um país mudado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará ao seu sucessor”, escreve o Le Figaro.

‘Barbudo onipresente’
O jornal diz que quando Lula chegou ao poder, em 2003, o Brasil era um país sem “grandes esperanças” que havia finalmente dado uma chance a um “turbulento barbudo onipresente na cena eleitoral deste o restabelecimento da democracia”.
O Le Figaro destaca que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu combater a hiperinflação com o Plano Real, mas que se tornou “muito impopular” antes de deixar o poder em 2002.
Citando analistas políticos brasileiros, o jornal diz que Lula foi responsável por ampliar políticas sociais do governo anterior.
“O chefe de Estado reagrupou algumas medidas sociais do seu antecessor e às deu uma dimensão inimaginável”, diz a reportagem do jornal.
“Pela primeira vez na história, o Brasil assiste a uma redução continua e inédita das desigualdades. Em dois mandatos, 24 milhões de brasileiros saíram da miséria e 31 milhões entraram para a classe média.”
O jornal diz que o governo quer agora usar a riqueza dos novos campos de petróleo descobertos no litoral brasileiro para criar um fundo que beneficie os mais pobres.
O Le Figaro destaca que apesar dos avanços, o Brasil ainda é um dos mais desiguais da América Latina e do mundo, com altos índices de analfabetismo e problemas crônicos de saúde pública.
O jornal alerta também que as autoridades e parte dos analistas no Brasil não estão imunes a “complacência”.
Postado por Luis Favre

30 de ago. de 2010

Ibope - Dilma abre 24 pontos de vantagem sobre Serra



Pesquisa nacional do Ibope, aplicada esta semana e que será publicada amanhã pelo jornal O Estado de S. Paulo, Dilma Rousseff abriu 24 pontos percentuais de vantagem sobre José Serra.

Ela subiu oito pontos percentuais nas intenções de voto. Foi para 51%. Serra caiu cinco pontos percentuais - de 32% para 27%. Marina Silva oscilou de 8% para 7%.

Todos os adversários de Dilma somam 34% de intenção de voto. Ela tem 17 pontos percentuais a mais do que eles. Se a eleição fosse hoje, ganharia no primeiro turno.

imagem chupada do blog Brizolaço
Geografia do voto. Dilma ultrapassou Serra em São Paulo (42% a 35%) e tem o dobro de votos do adversário (51% a 25%) em Minas Gerais - respectivamente primeiro e segundo maiores colégios eleitorais do País.

No Rio de Janeiro, terceiro Estado com a maior concentração de eleitores, a candidata do PT abriu nada menos do que 41 pontos de vantagem em relação ao tucano (57% a 16%).

Na divisão do eleitorado por regiões, Dilma registra a liderança mais folgada no Nordeste, onde tem mais que o triplo de votos do rival (66% a 20%%). No Sudeste, ela vence por 44% a 30%, e no Norte/Centro-Oeste, por 56% a 24%.

A Região Sul é a única em que há empate técnico: Dilma tem 40% e Serra, 35%. A margem de erro específica para a amostra de eleitores dessa região chega a cinco pontos porcentuais. Mas também entre os sulistas se verifica a tendência de crescimento da petista: ela subiu cinco pontos porcentuais na região, e o tucano caiu nove.

Ricos e pobres. A segmentação do eleitorado por renda mostra que a candidata do PT tem melhor desempenho entre os mais pobres. Dos que têm renda familiar de até um salário mínimo, 58% manifestam a intenção de votar nela, e 22% em Serra.

Na faixa de renda logo acima - de um a dois salários mínimos -, o placar é de 53% a 26%. Há um empate entre a petista (39%) e o tucano (38%) no eleitorado com renda superior a cinco salários.

Também há empate técnico entre ambos no segmento da população que cursou o ensino superior. Nas demais faixas de escolaridade, Dilma vence com 25 a 28 pontos de vantagem.

A taxa de rejeição à candidata petista oscilou dois pontos para baixo, mas se mantem praticamente a mesma desde junho, próxima dos 17%. No caso do candidato tucano, 27% afirmam que não votariam nele em nenhuma hipótese.

A disparada da candidata apoiada pelo presidente Lula disseminou a expectativa de que ela vença a eleição. Para dois terços da população, a ex-ministra tomará posse em janeiro como sucessora do atual presidente. Apenas 19% dos eleitores acham que Serra será o vitorioso.

Mulheres. Com boa parte de sua propaganda direcionada à conquista do eleitorado feminino - dando destaque à possibilidade de uma mulher assumir pela primeira vez a Presidência -, Dilma cresceu mais entre as mulheres (nove pontos) que entre os homens (cinco pontos).

Segundo o Ibope, 50% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente, e 9% tendem a optar por um representante da oposição. Do total do eleitorado, 88% sabem que Dilma é a candidata de Lula.

O governo do presidente é considerado ótimo ou bom por 78% dos brasileiros. Outros 4% consideram a gestão Lula ruim ou péssima.

E pensar que há exatos doze meses, tivemos que ler isso em Ibope: Lula não fará sucessor:

Em entrevista a "Veja", o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, diz que Lula não fará o seu sucessor, e que o PT está em processo de decomposição. Para ele, Marina Silva é um golpe na candidatura de Dilma Rousseff. [...] A Dilma, em qualquer situação, teria 1% dos votos. Com o apoio de Lula, seu índice sobe para esse patamar já demonstrado pelas pesquisas, entre 15% e 20%. Esse talvez seja o teto dela. A transferência de votos ocorre apenas no eleitorado mais humilde. Mas isso não vai decidir a eleição. [...] Ela nunca disputou uma eleição, não tem carisma, jogo de cintura nem simpatia. Aliás, carisma não se ensina. É intransferível. "Mãe do PAC", convenhamos, não é sequer uma boa sacada. As pessoas não entendem o que isso significa. Era melhor ter chamado a Dilma de "filha do Lula". [...] Um candidato que foi deputado constituinte, senador, ministro duas vezes, prefeito da maior cidade do país e governador do maior colégio eleitoral é naturalmente favorito. Ele pode cair? Pode. Mas pode subir também. [...] A Marina é a pessoa cuja história pessoal mais se assemelha à do Lula. É humilde, foi agricultora, trabalhou como empregada doméstica, tem carisma, história política e já enfrentou as urnas. [...] Ela dificilmente ganha a eleição, mas tem força para mudar o cenário político. Ser mulher, carismática e petista histórica é sem dúvida mais um golpe na candidatura de Dilma.
Agora, a um mês das eleições e respaldado por números apresentados em pesquisas diárias, Montenegro faz um mea-culpa à revista IstoÉ.

"Errei e peço desculpas. Na vida, às vezes, você se engana", afirmou. "O Brasil já tem uma presidente. É Dilma Rousseff." Segundo Montenegro, a ex-ministra da Casa Civil vem se conduzindo de forma convincente e confirma, na prática, o que o presidente disse sobre ela na histórica entrevista concedida à ISTOÉ na primeira semana de agosto: “Lula acertou. Dilma é um animal político. Está mostrando muito mais capacidade do que os adversários."

Eu nunca vi, em quase 40 anos de Ibope, uma mudança na curva, como aconteceu nesta eleição, reverter de novo. Por mais que ainda faltem 30 e poucos dias para a eleição, o Brasil já tem uma presidente. É Dilma Rousseff. Ela tem 80% de chances de resolver a eleição no primeiro turno. Mas, se não for eleita agora, será no segundo turno.

Houve uma série de fatores. Primeiro a transferência do Lula, que realmente vai sair como o melhor presidente do Brasil. Um pouco acima até do patamar de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek. O segundo ponto é o preparo da candidata Dilma. Ela tem mostrado capacidade de gestão, equilíbrio, tranquilidade e firmeza. A terceira razão é seu bom desempenho na televisão, inclusive nos debates e entrevistas. Lula acertou ao dizer, em entrevista à ISTOÉ, que ela era um animal político. Está mostrando muito mais capacidade que os adversários e mostra que tem preparo para ser presidente.

O Brasil nunca viveu um momento tão bom. E as pessoas estão com medo de perder esse momento. O Plano Real acabou derrotando o Lula duas vezes. Mas o Lula, com o governo dele, sem querer ou por querer, acabou criando um plano que eu chamo de imperial. É o império do bem, em que cerca de 80% a 90% das pessoas pelo menos subiram um degrau. Quem não comia passou a comer uma refeição por dia, quem comia uma refeição passou a fazer duas, quem nunca teve crédito passou a ter crédito, quem andava a pé passou a andar de bicicleta ou moto, quem tinha carro comprou um mais novo e quem nunca viajou de avião passou a viajar. Os industriais também estão felizes, vendendo o que nunca venderam. Os banqueiros idem.

Leia na revista IstoÉ, "O Brasil já tem uma presidente"

Do blog do Alê - 29.08.2010

25 de ago. de 2010

"Governo Lula errou na crise econômica"

Em entrevista ao jornalista Roberto D´Avila, José Serra (o economista sem diploma), fala sobre os equívocos do governo federal no enfrentamento da crise econômica de 2009 e seus efeitos no Brasil.
Imagine o que aconteceria com o Brasil, e com os brasileiros, se esse energúmeno fosse o presidente. Conte também quantas mentiras o Zé é capaz de dizer em apenas 6 minutos. Como diz Paulo Henrique Amorim, ele é um "jênio".
Ainda bem que esse risco não corremos mais, (falo do Serra, porque crise econômica nunca se sabe, né): Bye-bye Serra Forever!

Do Com Texto Livre - 25.08.2010

30 de abr. de 2010

Da série: o pior jornalismo do mundo

Nas listas...

De: Caia Fittipaldi
Data: 29 de abril de 2010 21:22

Mando aqui, abaixo, cortado-colado, pra que todos vejam, pq, contado, ninguém acreditará [risos, muitos, muitos].

Primeiro, a revista Times publicou uma lista das pessoas mais influentes do mundo -- a qual, por si só, já seria imbecilidade suficiente.

Nessa primeira versão, a revista Times -- a qual, ela só, já é imbecilidade suficiente --, publicou um número 1, antes do nome do presidente Lula.

Aí, o UOL -- o qual, só ele, já seria imbecilidade super suficiente! -- pirô! [eu, rolando de rir].
Puseram-se a telefonar, e-malar, tuitar e o escambau, para a revista Times, provavelmente porque UOL acha-ke-não, sacomé, no 'jornalismo' do grupo Folha, que é o pior do mundo, disparado número 1, de pior jornalismo do mundo, inconteste.

Aí, a revista Times -- a qual, em matéria de imbecilidade só perde pros 'veículos' do Grupo Folha - - tirou o número 1 da frente do nome do presidente Lula.

Aí, como se alguma imbecilidade ainda faltasse, no jornalismo do UOL, do Grupo Folha e da Folha de S.Paulo inteira -- conjunto que, assim alinhado, bate qualquer competidor no concurso de mais imbecil da GALÁXIA, publicou a matéria que aí vai. (Quando eu parar de rir, voltaremos a esse assunto, porque, sinceramente, NADA pode ser mais imbecil do que o 'jornalismo' da Folha de S.Paulo, aos zurros com o 'jornalismo' da revista Times... pra conseguir tirar o número 1, do lado do nome do presidente Lula.

O mais engraçado é que, nesse festival INACREDITÁVEL de imbecilidades, nenhum desses imbecis aí lembrou-se de que, com número ou sem número EVIDENTEMENTE o nome que aparece em primeiro lugar na lista é, é claro, o número um.

Não é engraçadíssimo?! Pra 'destruir' a lista da revista Time, os imbecis do 'jornalismo' de imbecilizamento do mundo, do UOL, teria de t er conseguido que a lista fosse republicada EM ORDEM ALFABÉTICA [eu, agora, já quase desmaiando, de tanto rir!].

Isso, os imbecis-lá não conseguiram. Mas como a 'reivindicação' do Grupo UOL só tinha a ver com o número um... os imbecis-lá acharam a coisa interessantíssima e PUBLICARAM TUDO.

Quem duvidar, leia em:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/04/29/time-nega-que-tenha-escolhido-lula-o-lider-mais-influente-do-mundo.jhtm, ao lado da lista REPUBLICADA, COM O NOME DO PRESIDENTE LULA EM PRIMEIRO LUGAR (mas sem o número 1):
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Do UOL, às 21h21:

A revista "Time" negou no início da tarde desta quinta-feira (29) que tivesse colocado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o primeiro em uma lista de líderes mais influentes do mundo.

Pela manhã, o site da revista norte-americana divulgou uma relação com os nomes dos 25 líderes mais influentes do mundo escolhidos pela publicação. A lista era numerada de 1 a 25, não estava em ordem alfabética, e colocava o presidente brasileiro em primeiro, ao lado do número 1 (veja foto acima). Na edição eletrônica da publicação, ao clicar na sessão "líderes", o internauta era direcionado automaticamente para um perfil de Lula escrito pelo cineasta Michael Moore.

O UOL e outros sites noticiosos brasileiros e internacionais divulgaram a informação que Lula havia sido escolhido o líder mais influente do mundo. A redação do UOL Notícias entrou em contato com o departamento de Relações Públicas da revista "Time", que negou que a lista numerada era um ranking. Segundo a assessoria, "a Time não faz distinção no nível de influência das 100 pessoas que aparecem na lista."

Após os questionamentos do UOL, o site da "Time" retirou os números na lista de líderes mais influentes do mundo.

Perfil de Lula
Grupo de discussão:

Você acha que Lula é um dos líderes mais influente do mundo?
· Dê sua opinião

No perfil escrito pelo cineasta Michael Moore, o programa Fome Zero (praticamente substituído pelo Bolsa Família) é citado como destaque no governo do PT como uma das conquistas para levar o Brasil ao “primeiro mundo”. A história de vida de Lula também é ressaltada por Moore, que chama o presidente brasileiro de “verdadeiro filho da classe trabalhadora da América Latina”.

A revista relembra que Lula decidiu entrar para a política quando, aos 25 anos, perdeu sua primeira esposa Maria, grávida de oito meses, pelo fato de os dois não terem acesso a um plano de saúde decente. Ironizando, Moore dá um recado aos bilionários do mundo: “Deixem os povos terem bons cuidados com a saúde, e eles causarão muito menos problemas para vocês”.

Moore afirma que quando os brasileiros elegeram Lula pela primeira vez em 2002, os "barões do roubo", que transformaram o país em um dos locais mais desiguais do planeta, nervosamente verificaram os medidores de combustível de seus jatos particulares.
Entre os líderes em destaque também estão a ex- governadora do Alasca e ex-candidata republicana à Vice-Presidência dos EUA, Sarah Palin; o diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn; os primeiros-ministros japonês e palestino, respectivamente Yukio Hatoyama e Salam Fayyad, e o chefe do Governo da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

A lista mostra os 100 nomes de pessoas mais influentes do mundo em diversas áreas –líderes da esfera pública e privada, heróis, artistas, pensadores, entre outros.

Outras posições de destaque

Lula apareceu na lista da "Time" pela primeira vez em 2004, dois anos depois de ser eleito pela primeira vez à Presidência. Na ocasião, Lula ganhou destaque pela posição na reunião da OMC (Organização Mundial do Comércio) no México, em setembro passado, quando liderou uma coalizão de nações em desenvolvimento que se recusaram a negociar novas regras de investimento estrangeiro até que os EUA e a União Europeia prometessem o fim dos subsídios agrícolas à exportação.

O perfil do presidente em 2004 afirmava que "ao contrário dos radicais contra a globalização, Lula, 58, insiste que não quer destruir a nova ordem mundial. Ele só quer que funcione de forma mais justa." O texto lembrava também os escândalos de corrupção que caíram sob seu governo, mas ressaltava que, apesar de alegações, ele havia se tornado porta-voz do novo mundo em desenvolvimento.
Líderes mais influentes do mundo:
Luiz Inácio Lula da Silva
J.T. Wang
Almirante Mike Mullen
Barack Obama
Ron Bloom
Yukio Hatoyama
Dominique Strauss-Kahn
Nancy Pelosi
Sarah Palin
Salam Fayyad
Jon Kyl
Glenn Beck
Annise Parker
Tidjane Thiam
Jenny Beth Martin
Christine Lagarde
Recep Tayyip Erdogan
General Stanley McChrystal
Manmohan Singh
Bo Xilai
Mark Carney
Irmã Carol Keehan
Xeque Khalifa bin Zayed al-Nahyan
Robin Li
Scott Brown
Ano passado, Lula ganhou destaque internacional quando foi eleito personagem do ano pelo jornal espanhol El País e pelo francês Le Monde.
Mais categorias
O ex-presidente americano Bill Clinton aparece em destaque na categoria dos “heróis” pelo trabalho realizado no Haiti depois do terremoto de 12 de janeiro por meio da ONU (Organização das Nações Unidas). Segundo seu perfil, escrito pelo cantor Bono, da banda irlandesa U2, “sem ele, o universo não seria tão amigável para os seres humanos.”
Ao lado de Clinton aparecem: a sul-coreana Kim Yu-na, que conseguiu o primeiro ouro em patinação artística para seu país em Vancouver; o opositor iraniano Mir Hussein Musavi, e o ator Ben Stiller por seu trabalho na reconstrução de escolas no Haiti.
A cantora Lady Gaga aparece na categoria “artistas” e recebe elogios da colega Cyndi Lauper, que mostra sua admiração pelo trabalho da nova-iorquina de 24 anos. Lauper destaca que “a arte de Lady Gaga capta o período em que estamos agora” e rasga elogios à postura polêmica de Gaga: “ela mesma é a arte. Ela é a escultura.”
Além disso também aparecem a cantora Taylor Swift, os atores Ashton Kutcher e Neil Patrick Harris, assim como o produtor e popular juiz do programa de talentos "American Idol", Simon Cowell.
Outros que estão na lista artística são: o humorista Conan O''Brien, que abandonou seu programa na rede de televisão americana "NBC"; a cineasta Kathryn Bigelow, primeira mulher a ganhar o Oscar de melhor direção por seu filme "Guerra ao Terror" e a apresentadora Oprah Winfrey.
Ex-governador do Paraná aparece em lista
Na lista dos “pensadores”, o urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, aparece em destaque por seu “maravilhoso legado de sustentabilidade urbana", destacado pelo prefeito de Vancouver.
A revista "Time" também inclui uma análise de quem de sua lista são os mais influentes na internet, através de uma análise do número de seguidores e de conexões que essas pessoas acumulam nas redes sociais Facebook e Twitter.

Por Rizoma Beatrice - 30.04.2010

Revista Time inclui presidente Lula em lista dos mais influentes líderes de 2010

O presidente Lula foi escolhido uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2010 em edição especial da revista Time divulgada nesta quinta-feira (29/4) - ver aqui (em inglês). Essa edição anual aponta os mais influentes entre líderes, artistas, pensadores e personalidades (ou ‘heróis’, como classifica a revista).
A categoria em que o presidente brasileiro aparece em primeiro lugar inclui também o presidente americano Barack Obama (4º), o primeiro-ministro japonês Yukio Hatoyama (6º) e o primeiro-ministro indiano Manmohan Singh (19º). Clique aqui para ver a lista completa.
O texto de apresentação do presidente Lula no site da revista Time foi feito pelo cineasta Michael Moore. Confira abaixo a tradução:

Quando os brasileiros elegeram Luiz Inácio Lula da Silva presidente pela primeira vez, em 2002, os capitalistas selvagens do país checaram, nervosos, os medidores de combustível de seus jatos particulares. Eles tinham transformado o Brasil em um dos lugares mais desiguais do planeta e agora parecia que tinha chegado a hora da revanche. Lula, 64 anos, era um verdadeiro filho das classes trabalhadoras da América Latina – na verdade, um dos membros fundadores do Partido dos Trabalhadores – que já havia sido preso por liderar uma greve.
Quando Lula finalmente conquistou a Presidência, após três tentativas frustradas, já era uma figura conhecida na vida nacional brasileira. Mas o que o levou à política, em primeiro lugar? Foi sua experiência pessoal de como os brasileiros têm que trabalhar duro para sobreviver? Foi ter sido forçado a abandonar a escola depois da quinta série para sustentar sua família? Foi ter trabalhado como engraxate? Foi ter perdido parte de um dedo em um acidente de trabalho?
Não. Foi quando, aos 25 anos, viu sua esposa, Maria, morrer durante o oitavo mês de gravidez, junto com o filho, porque não podiam arcar com cuidados médicos decentes.
Há uma lição aqui para os bilionários do mundo: dêem ao povo boa assistência médica, e ele causará muito menos problemas.
E aqui está uma lição para o resto de nós: a grande ironia da Presidência de Lula – ele foi eleito para um segundo mandato em 2006, que se encerra no final deste ano – é que, enquanto ele tenta levar o Brasil ao Primeiro Mundo, com programas sociais como o Fome Zero, que visa acabar com a fome, e com planos para melhorar a educação oferecida aos membros da classe trabalhadora do Brasil, os EUA se parecem cada vez mais com o antigo Terceiro Mundo.
O que Lula quer para o Brasil é o que costumávamos chamar de sonho americano. Nós, nos EUA, em compensação, onde o 1% mais rico possui mais do que os 95% mais pobres somados, estamos vivendo em uma sociedade que está rapidamente se tornando mais parecida com o Brasil.
Fonte: Blog do Planalto

29 de abr. de 2010

A melhor política externa brasileira



Por Emir Sader - Adital - do Rio de Janeiro


Celso Amorim foi chamado por um órgão da grande imprensa norteamericana como "o melhor ministro de Relações Exteriores do mundo". O que podemos certamente dizer que é o ministro de Relações Exteriores da melhor política externa que o Brasil já teve.

Tudo o que o governo Lula mudou da herança recebida, foi bom, foi para melhor, a começar pela política externa subserviente - aquela de tirar o sapato no aeroporto do império, do Celso Lafer. FHC levava o Brasil pelo caminho em que está o México hoje: o do Tratado de Livre Comércio com os EUA, intensificando ainda mais o comércio exterior com aquele que se tornou o epicentro da crise econômica internacional. O México tem mais de 90% do seu comércio com os EUA, ao invés da diversificação que o Brasil implementou e que faz com que hoje a China seja nosso primeiro parceiro comercial e tenhamos uma diversificação do comércio com a Ásia, a África, a América Latina, a Europa e os EUA.

Alckmin, em plena campanha eleitoral de 2006 - vejam o primeiro texto do blog, que abordava esse tema - saudava a vitória eleitoral (fraudulenta) do Calderón, no México, dizendo que esse era o caminho que deveríamos seguir. Isto é, os tucanos mantiveram essa orientação de ser aliados subservientes do império, cuja economia decadente leva a que a crise atual fizesse com que o México fosse de novo ao FMI - o que FHC fez três vezes no seu mandato.

Na reunião em que os EUA apresentaram a Alca, Hugo Chávez foi o único presidente americano a votar contra. FHC fez belo discurso -segundo o próprio Chávez-, mas votou com os EUA. Não fosse a vitória de Lula e a virada da política externa, o Brasil e todo o continente estariam na situação penosa do México, pelas mãos dos tucanos.

O Serra -que não foi convidado para o aniversario da Conceição, ligou e se autoconvidou, chegou com flores, recebido com toda a frieza, ao contrário da Dilma, convidada de honra, recebida com aplausos, de pé- quis tirar banca de progressista, dizendo que estaria "mais à esquerda de Dilma", porque ela não domaria o PMDB. (O problema é que ele não doma, nem quer domar, o PSDB.) Mas critica o Brasil em Honduras, no Irã, diz que vai tirar o país do Mercosul, só podendo colocar no lugar a relação privilegiada com os EUA, que os tucanos sempre tiveram e ainda pregam. Serra queria que tivéssemos a posição que teve o governo deles diante do golpe do Fujimori, de conivência e apoio?

A política externa brasileira faz do nosso país um país soberano e isso é insuportável para as elites tradicionais que se acostumaram à subserviência com as potências do centro do capitalismo, que consideram ter relações diversificadas no mundo uma desobediência com as orientações do Império.

Quando o antecessor dos tucanos no Ministério de Relações Exteriores do Brasil, Juracy Magalhães, afirmou "O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil" (sic), nenhum órgão da imprensa brasileira -esses mesmos que se transformaram em partidos do bloco tucano, diante da fraqueza dos partidos tradicionais da direita conforme confissão da executiva da FSP- divergiu, até aplaudiram. Não podem assim estar de acordo com uma política que afirma orgulhosamente nossa soberania inclusive diante do maior império da história da humanidade.

Serra disse que disse, que não disse, que não teria dito, mas que disse que quer bombardear o Mercosul, reduzi-lo às suas mínimas proporções, que era a situação no governo FHC de que ele participou durante todos os dois mandatos. O que colocar no lugar? O livre comércio com os EUA, certamente, o caminho do Chile - que o Serra sempre tomou como exemplo -, do México, do Peru, da Colômbia, os países com futuro mais comprometido no continente.

A política exterior do governo Lula promoveu a integração regional, privilegiou as alianças com o sul do mundo, diversificou nosso comércio exterior. Afirmou o nome do Brasil no mundo, em uma condição de prestígio e de respeito, como nunca tínhamos tido.

O que é bom para os tucanos, não é bom para o Brasil. A política externa soberana é condição para a política interna democrática e popular. O Brasil decide este ano se quer consolidar nossa posição no mundo e aprofundar a construção de um país justo ou se voltam os subservientes ao Império.

Emir Sader é filósofo, cientista político, escritor, autor de A Vingança da História, entre outros livros, e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), onde coordena o Laboratório de Políticas Públicas.

Por Gilvan Freitas - O Terror do Nordeste - 29.04.2010

30 de jul. de 2009

Povo Hondurenho pede a atenção internacional contra Golpistas

ACUERDO DE DUELO

El FRENTE NACIONAL CONTRA EL GOLPE DE ESTADO por este medio expresa sus más profundas muestras de pesar y solidaridad con la familia de PEDRO MAGDIEL MUÑOZ SALVADOR, por el brutal asesinato de que fue objeto por los aparatos represores del régimen golpista el día 25 de julio de 2009.

Asimismo, manifestamos nuestra indignación por este y los otros crímenes perpetrados por los golpistas y reafirmamos que estos crímenes no quedarán impunes.

Declaramos a PEDRO MAGDIEL MUÑOZ SALVADOR “HÉROE DE LA RESISTENCIA POPULAR”.

Acordamos entregar este pronunciamiento a la familia de Pedro Magdiel Muñoz y reafirmamos que su sangre no fue derramada en vano y que su ejemplo alimentará el espíritu combativo, de dignidad y victoria del pueblo hondureño.

Tegucigalpa M.D.C

Do Frente Nacional Contra El Golpe de Estado - 26.07.09

Director de Le Monde: Estamos frente a una contraofensiva brutal de la derecha

“Estamos frente a una contraofensiva brutal de la derecha en el continente (América Latina), y creo que el tema comenzó en Bolivia, y luego con el golpe de Estado en Honduras”, dijo este jueves el director del Le Monde Diplomatique, Omar Roberto Rodríguez.

En el programa Despertó Venezuela, que transmite Venezolana de Televisión, Rodríguez sostuvo que hoy es un hecho que el monopolio de la información es parte de la estrategia cotidiana de la derecha.

Señaló que para el caso venezolano se juegan metas de desafío institucional frente a las elecciones presidenciales de 2012.

Rodríguez argumentó que el presidente de Colombia, Álvaro Uribe, representó el factor político ligado al latifundio, al narcotráfico, y no existe un remplazo diferente a él.

Destacó Rodríguez que al imperio le conviene que siga Uribe siendo presidente. “Uribe nunca ha sido amigo de Venezuela”, agregó.

El director del diario Le Monde destacó que la instalación de las bases estadounidenses en Colombia es parte de la activación de la cuarta flota del imperio, lo que le permitirá tener control sobre todos los países de la región.

El periodista aseveró que en Colombia existe un terrorismo mediático manejado completamente por los poderes militares y políticos del país neogranadino.

“En Colombia, 50 mil hombres asesinados, dirigentes sociales, impide que el pueblo pueda ir madurando. En Colombia el movimiento social debe moverse a riesgo, sin logística”, agregó Rodríguez.

Destacó: “Esta alianza (entre Colombia y Estados Unidos) va a poner a prueba el nivel de conciencia de los venezolanos (...) América Latina sigue adelante, no le será fácil a la derecha”.

Caracas, ABN. - Da Agência Bolivariana de Notícias - 30.07.09

25 de jul. de 2009

Lula defende Zelaya na abertura da cúpula do mercosul

ASSUNÇÃO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender nesta sexta-feira o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, na abertura da cúpula de líderes do Mercosul, que acontece na capital paraguaia, Assunção.

Lula disse que o mandatário deve voltar "o quanto antes" ao poder de seu país e elogiou os "esforços" da comunidade internacional em buscar a retomada da democracia em Honduras.

O presidente disse ainda que os chefes de Estado reunidos em Assunção "não podem tolerar" o golpe realizado no dia 28 de junho e não podem abrir mão da exigência de que o governo de facto de Roberto Micheletti devolva o poder a Zelaya.


Na mesma linha, a presidente argentina Cristina Kirchner pediu hoje "decisão e precisão" do Mercosul para rejeitar o golpe de Estado e exigir a restituição do poder a Manuel Zelaya, que foi expulso de seu país depois de ser deposto.

Em seu discurso na cúpula do Mercosul, a mandatária argentina disse que o bloco precisa se esforçar para impedir que golpes "cívico- militares" se consolidem na América Latina. Caso contrário, seria o mesmo que "legitimar o golpe" em Honduras, que representaria "a certidão de óbito da Carta Democrática da OEA e da cláusula democrática do Mercosul".

O comércio no interior do bloco também foi tema do discurso de Lula, que propôs a adoção das moedas locais nas transações comerciais entre os países-membros do Mercosul, como já fazem Brasil e Argentina.

Atualmente, o dólar é adotado como moeda oficial no comércio interno da região. Lula também propôs aprofundar a integração e diversificar os mercados.

Além disso, o presidente defendeu acordos sobre temas de políticas sociais, o que está em sintonia com o pedido do presidente paraguaio, Fernando Lugo, de criar uma secretaria de Saúde do Mercosul.

Lula também anunciou em seu discurso que o Brasil aumentará voluntariamente as contribuições ao Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM), para financiar obras no Paraguai e
Uruguai, países do bloco com economias menores.

Por Sugestão de Arlesophia

DCI -
25.07.09

22 de jul. de 2009

Coluna do presidente: Lula responde aos leitores no jornais populares

RAFAEL PESSOTTI GALLO, 25 anos, auxiliar de câmbio de São Paulo (SP)

O Bolsa Família aumenta os impostos para todos para beneficiar famílias. Tem gente fazendo mais filhos para aumentar o benefício. Por que você não dá a vara, em vez do peixe? No futuro, as crianças estarão como os pais, prontas para receber o Bolsa Família.

Presidente Lula - Rafael, o Bolsa Família também ensina a pescar, porque os beneficiados têm que comprovar os cuidados com a saúde e a frequência escolar dos filhos. Além disso, temos um programa de capacitação nas áreas de construção civil e turismo, que é muito concorrido. Mas também precisamos dar o peixe. Só quem passou fome sabe a dor de ver os filhos sem ter o que comer. As pessoas precisam de condições mínimas para se desenvolver, para mudar de vida, para aprender, inclusive a pescar. A sua afirmativa de que tem gente fazendo filhos para receber um benefício maior não procede. Há um limite claro para o número de filhos. São, no máximo, três filhos até 15 anos e dois entre 16 e 17.

Há ainda o teto de R$ 182,00 para famílias com renda mensal até R$ 69,00 por pessoa ou de R$ 120,00 para aquelas com renda mensal de até R$ 137,00 por pessoa. É um programa modelo de inclusão. Hoje, são 11,6 milhões de famílias beneficiadas. Agora, elas podem comprar no comércio, aquecendo a economia local e gerando crescimento e empregos em favor de toda a sociedade.

KARINA KAMILLA S. ROCHA, 26 anos, aluna de enfermagem de Fortaleza (CE)

Em muitas estradas federais, em especial do interior do Estado, como a BR-222, há vários trechos caóticos, com pontes prestes a desabar, sem contar com os buracos que se transformaram em crateras. Venho suplicar uma atenção maior para com nossas estradas, antes que mais tragédias aconteçam.

Presidente Lula - Karina, o Dnit está fazendo manutenção em 1.819 km de oito rodovias federais do Ceará. Outros 818 km já estão em licitação. As obras vão começar em breve. Na BR-222, a restauração dos 125 km do trecho de Sobral à divisa com o Piauí vai começar no mês que vem e os 158 km de Croatá a Sobral, em dezembro. Estamos com intervenções em rodovias federais de todo o País. Só do PAC, já temos 1.461 km de duplicação em obras e mais 2.852 km de construção e pavimentação. Os trechos com contratos de serviços de manutenção somam 50.734 km. Esse setor está passando por grandes transformações, que beneficiam todos os brasileiros.

LINCOLN ELOI DE ARAÚJO 32 anos, doutorando em meteorologia pela Univ. Fed. de Campina Grande (PB)

Diante da crise mundial, quais são as perspectivas do governo para a educação? A crise pode fazer com que o governo reduza os investimentos para os projetos de pesquisa e extensão? E os cursos de pós-graduação podem ser afetados?

Presidente Lula - A educação é essencial para preparar nossos filhos e nosso país para o futuro. Por isso ampliamos o orçamento do MEC de R$ 14,4 bilhões, em 2003, para quase R$ 42 bilhões, em 2009. Os investimentos em Ciência e Tecnologia, de 2007 a 2010, somam nada menos que R$ 41,2 bilhões. E já há frutos: em 2008, passamos a Rússia e a Holanda no número de artigos publicados em revistas científicas. As bolsas para mestrado, doutorado e pós-doutorado subiram de 15,6 mil, em 1995, para 41 mil, em 2008. Com o Prouni, 540 mil jovens de baixa renda receberam bolsas de estudos.

E estamos criando 12 novas universidades e 104 extensões universitárias. Aumentamos as vagas de ingresso nas universidades federais de 113 mil, em 2003, para 227 mil, em 2009. Enquanto em 90 anos foram construídas 140 escolas técnicas, em nosso governo estamos construindo mais 214. A educação é prioridade e, em prioridade, só se mexe para avançar.

Por Zé Augusto - 21.07.09

20 de jul. de 2009

ALERTA! Orquestração contra o povo latinoamericano ...

Olá! Como bem está alertado no blog da Telesur (http://www.telesur.net/), pode estar havendo uma orquestração internacional contra o povo latinoamericano e seus governos, vide Honduras. O principal meio de comunicação deste movimento internacional, parece ser o jornal internacional El País (http://www.elpais.es). A principal função do El pais, parece ser conduzir uma mudança na opinião pública européia(não apenas espanhola) no que se refere ao apoio aos governos latinoamericanos. Tal jornal, parece ser o elo entre a europa e a América Latina, o meio de comunicação mais respeitado entre os europeus no que se refere a assuntos latinoamericanos.
Cedo ou tarde, sobrará para Dilma Rousseff e o El País a atacará com todas as forças. É absurda a cobertura dada pelo jornal ao golpe em Honduras.
Penso que deve haver uma contra propaganda por parte do PT e dos movimentos sociais em geral, tanto no Brasil como na América Latina, no sentido de reduzir os danos causados pelo El Pais na opinião pública internacional! Certamente, o protagonismo mundial atualmente desempenhado pelos governos e países da AL deve incomodar os europeus colonizadores e o El Pais encontra terreno fértil em meio à Xenofobia e ao orgulho Europeu ferido. Abraços, Jeanette jttsoares@hotmail.com

Por Daniel Pearl - 20.07.09

17 de jul. de 2009

Turquia fará tudo para que ONU reconheça Palestina como Estado

Istambul, 17 jul (EFE).- O presidente turco, Abdullah Gül, disse hoje que seu país fará tudo o possível como membro temporário do Conselho de Segurança das Nações Unidas para que a ONU reconheça a Palestina como Estado soberano.

Gül fez estas declarações em Ancara durante uma entrevista coletiva com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e apoiou o pedido do alto representante para Política Externa e Segurança Comum da União Europeia (UE), Javier Solana, de que a ONU reconheça unilateralmente a Palestina para obrigar o Governo de Israel a negociar uma solução.

"Para conseguir uma paz verdadeira no Oriente Médio, sempre apoiamos a solução de dois Estados independentes, um junto ao outro", afirmou o presidente da Turquia, país que mantém grandes laços comerciais e militares com Israel.

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Do G1 - Da EFE - 17.07.09

10 de jul. de 2009

Unveiling Food Plan, Obama Presses Africa on Corruption

Andrew Medichini/Associated Press

From left, President Nicolas Sarkozy of France, Prime Minister Silvio Berlusconi of Italy, President Dmitry A. Medvedev and President Obama at the G-8 summit in L'Aquila, Italy on Friday

By PETER BAKER July 10, 2009- Nytimes

L’AQUILA, Italy — President Obama called on African countries to do more to tackle corruption even as he unveiled a $20 billion international program to help the developing world grow more food to feed its hungry people.

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Just hours before his scheduled departure for his first trip as president to sub-Saharan Africa, Mr. Obama made a personal appeal to other leaders of the Group of 8 powers to donate more money to the effort, citing his own family’s experiences in Kenya. As a result, the initiative grew from $15 billion over three years that was pledged coming into the summit meeting to $20 billion.

At a news conference afterward, Mr. Obama repeated some of the arguments he used in a private session on the initiative, noting that when his father came to the United States, his home country of Kenya had an economy as large as that of South Korea per capita. Today, he noted, Kenya remains impoverished, undeveloped and politically unstable, while South Korea has become an economic powerhouse.

“There’s no reason African countries could not do the same,” the president said. “And yet in many African countries, if you want to start a business or get a job, you have to pay a bribe.” While wealthier nations have an obligation to help Africa, he said, African nations “have a responsibility” to build transparent and efficient institutions.

“They are not going hungry, but they live in villages where hunger is real,” he said referring to his family members still living in Kenya. “This is something I understand in very personal terms.”

At his news conference, the president effectively set September as a deadline for Iran to negotiate about its nuclear development program and if it does not, declared without elaborating that “we need to take further steps.” He also indicated support for rethinking the way the G-8 and other international organizations are structured to reflect the geopolitical changes of the last three decades and also ensure that there would be “fewer summit meetings.”

But as he again hailed the progress he said he made with Russia during a stop in Moscow earlier in the week, President Dmitri A. Medvedev returned to sharper rhetoric about American missile defense plans. He repeated a past threat to order the placing of short-range missiles in the western enclave of Kaliningrad if Mr. Obama proceeds with an anti-missile project in Poland and the Czech Republic.

“If we don’t manage to agree on the issues, you know the consequences,” Mr. Medvedev told reporters here, according to the Reuters news agency. “What I said during my state of the nation address has not been revoked.”

Moreover, just four days after he said at Mr. Obama’s side that “no one is saying that missile defense is harmful in itself or that it poses a threat to someone,” Mr. Medvedev said Friday that missile defense is “harmful” and “threatening to Russia.”

Mr. Obama’s comments on Africa may carry special resonance as the son of a Kenyan father. Other presidents have called on African countries to take more responsibility or fight corruption before, but Mr. Obama’s background gives him a connection and credibility that none of his predecessors could command. Just one generation removed from Africa himself, Mr. Obama occupies a powerful place in the African consciousness and he has chosen to use his first trip in office there to push a dual message aimed at rich and poor.

Mr. Obama planned to fly to Ghana on Friday night after completing the G-8 meetings and stopping by the Vatican to meet with Pope Benedict XVI. During a quick, one-day visit, he will address Ghana’s parliament, visit a hospital and, weather permitting, fly by helicopter to the coast to tour a notorious slave embarkation point.

The White House chose Ghana because it has become a model of democratic development and rule of law in a region that struggles with both. Both President Bill Clinton and President George W. Bush also visited Ghana.

Mr. Obama and the other G-8 leaders started their day at breakfast with counterparts from Algeria, Angola, Egypt, Libya, Nigeria, Senegal and South Africa, who sought commitment from the rich nations to live up to their past pledges of doubling development assistance. The United States under Mr. Bush and now Mr. Obama has poured more money into development aid, but Italy and France have not fulfilled their vows.

The new food security initiative is designed to transform the traditional aid to poorer countries beyond simply donated produce, grains and meats to assistance in building infrastructure and training farmers to grow their own food and get it to market more efficiently.

The $20 billion pledged by the G-8 countries and several others represented here amounts to a substantial commitment if carried out, but it remains unclear how much of it is actually new money. The American share of $3.5 billion over three years represents a doubling of previous spending levels.

Advocacy groups responded cautiously, praising the spirit behind the commitment but raising doubts about how much of the money is genuinely new and how much will actually be delivered.

“The sums just aren’t adding up,” said Otive Igbuaor, head of ActionAid’s hunger campaign. “Is this all really new money? Given the G-8’s record on delivery, this is still very much a work in progress. So far they have been counting not just apples and oranges but more like apples, oranges, cauliflowers and beets.”

Oliver Buston, the Europe director for One, the advocacy group co-founded by the singer Bono, said the G-8 must do more than make promises. “All governments should now come forward and prove the amounts they pledged here are new. They need to make clear what they will do, by when. Some countries have done this; others have not.”

Daniel M. Price, who was Mr. Bush’s chief G-8 negotiator, said the Obama food initiative builds on the progress made in recent years but faces some of the same challenges.

“Two significant obstacles are Congressional resistance to local purchases for food aid and European resistance to opening their markets to the products of biotechnology,” said Mr. Price, now a partner at the law firm of Sidley Austin. “Both local purchase and biotech will be key drivers in boosting agricultural productivity in the developing world.”

Sharon Otterman contributed reporting from New York.