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7 de mar. de 2012

"Acorde ... você colhe o que planta", na música "Wake up"

A bande Rage Against the machine com o MST em 2010

Rage Against the Machine, banda conhecida mundialmente como símbolo de protesto social na música. 

Em 2010, a banda Rage Against the Machine consagrou a esquerda brasileira em sua turnê no festival SWU, em Itu - interior paulista. No show o vocalista Zack de La Rocha usou um boné do Movimento dos Sem Terra (MST) e dedicou a música People of the Sun para a causa.

20 de nov. de 2011

(Vídeo) BELO MONTE, QUEM MANDA NO BRASIL? A falência dos EUA será um pretexto para combater o nosso governo, já não basta o que fizeram com outros países para se apoderar do petróleo?

A melhor forma de acabar com o Brasil, é colocar o brasileiro contra o brasileiro.

É subverter valores, é ridicularizar o interesse vital e estratégico do Brasil em função de uma visão simplista criada e incentivada por ONGs internacionais as quais financiam simbioticamente os interesses de alguns indigenistas que usam ipod e falam inglês, financiam campanhas publicitarias para desmoralizar nosso governo quando este faz o certo. Nunca ví um artista global reclamar por educação de qualidade, incentivo à pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, recamar do dinheiro que será disperdiçado com a copa do mundo... mas quando tem gringo a favor de "lutar pelos índios" alguns de nossos artistas abraçam a causa como se Sigouney weaver ou Cameron, ou DiCaprio fossem brasileiros.

Tornam a necessidade de energia do nosso País inferior a qualquer interesse externo e conclamam aos próprios brasileiros a assinar uma petição contra o desenvolvimento do Brasil.
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"Se internacionalizar a amazonia não será tão facil, então internacionalizem os brasileiros"
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Se vc concorda, e esta disposto a lutar contra os interesses de ONGs internacionais e modinhas de tirar o sutiã pra promover o subdesenvolvimento do Brasil, DISSEMINE ESTE VÍDEO, FAÇAM SEUS PROPRIOS VIDEOS.
COM A INTERNET, ACABOU O MONOPOLIO DE CERTAS EMISSORAS MANIPULADORAS. 

9 de ago. de 2011

Os Estados Unidos em decadência

Noam Chomsky *

A supremacia do poder corporativo sobre a política e a sociedade nos EUA chegou ao grau de que as formações políticas, que nesta etapa apenas se parecem com os partidos tradicionais, estão muito mais à direita da população nos principais temas em debate. Para o povo, a principal preocupação interna é o desemprego. Mas, para as instituições financeiras, a principal preocupação é o déficit. Ao triturar os restos da democracia política, as instituições financeiras estão lançando as bases para fazer avançar ainda mais este processo letal, enquanto suas vítimas parecem dispostas a sofrer em silêncio. O artigo é de Noam Chomsky.

É um tema comum que os Estados Unidos, que há apenas alguns anos era visto como um colosso que percorreria o mundo com um poder sem paralelo e um atrativo sem igual (...) estão em decadência, enfrentando atualmente a perspectiva de uma deterioração definitiva, assinala Giacomo Chiozza, no número atual de Political Science Quaterly.

1 de dez. de 2010

Aula de imperialismo contemporâneo

Os EUA se tornaram uma potência imperial na disputa pela sucessão da Inglaterra como potência hegemônica, com a Alemanha. As duas guerras mundiais – tipicamente guerras interimperialistas, pela repartição do mundo colonial entre as grandes potências, conforme a certeira previsão de Lenin – definiram a hegemonia norteamericana à cabeça do bloco de forças imperialistas.

No final da Segunda Guerra, os EUA tiveram que compartilhar o mundo com a URSS – a outra superpotência, não por seu poderio econômico, mas militar, que lhe dava uma paridade política. Foi o período denominado de “guerra fria”, que condicionava todos os conflitos em qualquer zona do mundo, que terminavam redefinidos no seu sentido no marco do enfrentamento entre os dois grandes blocos que dominavam a cena mundial.

Nesse período os EUA consolidaram seu poderio como gendarme mundial, poder imperial que tinha se iniciado na América Latina e o Caribe e que se estendeu pela Europa, Asia e Africa. Invasões, ocupações, golpes militares, ditaduras – marcaram a trajetória imperial norteamericana. Montaram o mais gigantesco aparelho de contra inteligência, acoplado a um monstruoso aparato militar.

Terminada a guerra fria, com a desaparição de um dos campos e a vitória do outro, esses mecanismos não foram desmontados. A OTAN, nascida supostamente para deter o “expansionismo soviético”, não foi desmontada, mas reciclada para combater os novos inimigos: o “terrorismo”, o “islamismo”, o “narcotráfico”, etc.

Os documentos publicados confirmam tudo o que os aparentemente paranoicos difundiam sobre os planos e as ações dos EUA no mundo. Eles são a única potência global, aquela que tem interesses em qualquer parte do mundo e, se não os tem, os cria. Que pretende zelar pela ordem norteamericana no mundo, a todo preço – com ameaças, ataques, difusão de noticias falsas, ocupações, etc., etc.

Qualquer compreensão do mundo contemporâneo que não leve em contra, como fator central a hegemonia imperial norteamericana, não capta o essencial das relações de poder que regem o mundo. A leitura dos documentos é uma aula sobre o imperialismo contemporâneo. 

Por Emir Sader - Carta Maior - 30.11.2010

3 de ago. de 2009

Trabalho e Capitalismo Contemporâneo: Precariedade Global

Sucessivos processos de desregulamentação e liberalização da circulação de pessoas, mercadorias e capitais, alargaram, nos últimos anos, o mercado de trabalho do capitalismo global: milhões de trabalhadores da China, Índia e Europa Oriental passaram a participar activamente no mercado planetário de mercadorias e serviços, juntando-se à Europa Ocidental, à Oceânia e à América. A «força de trabalho global» terá multiplicado por quatro nas últimas duas décadas, através do grande aumento das exportações a partir de países que, até há poucos anos, não estavam integrados nos circuitos capitalistas globais.