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8 de mai. de 2012

A reviravolta europeia

Coluna Econômica - 08/05/2012
No primeiro dia de funcionamento, após a vitória dos socialistas na França, as bolsas de valores mundiais subiram. Sinal de que nem os mercados acreditam mais nas receitas recessivas que vêm afundando sucessivas economias.

25 de jan. de 2012

Enquanto a Europa tem crise, nós temos crescimento, afirma Pedro Eugênio


De acordo com dados do Cadastro Geral de Em¬pregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados essa semana, o mercado formal de trabalho brasileiro fechou 2011, com saldo de aproximadamente 2 milhões de vagas, crescimento de 5,41%.Segundo o Caged este é o melhor resultado da série histórica da instituição.

7 de nov. de 2011

Noam Chomsky: se queremos mudar o mundo, vamos entendê-lo

[Noam Chomsky - La Jornada]
 O aspecto mais digno de entusiasmo do movimento Ocupa Wall Street é a construção de vínculos que estão se formando em toda parte. Karl Marx disse: a tarefa não é somente entender o mundo, mas transformá-lo. Uma variante que convém ter em conta é que, se queremos com mais força mudar o mundo, vamos entendê-lo. Isso não significa escutar uma palestra ou ler um livro, embora essas coisas às vezes ajudem. Aprende-se a participar. Aprende-se com os demais. Aprende-se com as pessoas com quem se quer organizar. O artigo é de Noam Chomsky.


Dar uma conferência Howard Zinn é uma experiência agridoce para mim. Lamento que ele não esteja aqui para tomar parte e revigorar um movimento que foi o sonho de sua vida. Com efeito, ele pôs boa parte de seus ensinamentos nisso.

3 de ago. de 2009

Trabalho e Capitalismo Contemporâneo: Precariedade Global

Sucessivos processos de desregulamentação e liberalização da circulação de pessoas, mercadorias e capitais, alargaram, nos últimos anos, o mercado de trabalho do capitalismo global: milhões de trabalhadores da China, Índia e Europa Oriental passaram a participar activamente no mercado planetário de mercadorias e serviços, juntando-se à Europa Ocidental, à Oceânia e à América. A «força de trabalho global» terá multiplicado por quatro nas últimas duas décadas, através do grande aumento das exportações a partir de países que, até há poucos anos, não estavam integrados nos circuitos capitalistas globais.