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2 de jul. de 2012

Os desafios da comunicação - Poder de Persuasão


Profissionais querem saber como suas opiniões podem ser levadas a sério, de forma a aliviar frustrações diárias.

Alguns já nasceram com essa competência. Sem empreender muita energia e esforço, conseguem tudo o que desejam. É de se esperar que suas vidas sejam mais fáceis também. O poder da persuasão, que tem muito a ver com a neurolinguística, é tema dos livros mais vendidos no País na atualidade. As pessoas querem que suas opiniões sejam levadas a sério, de forma a aliviar suas frustrações diárias.

3 de out. de 2010

Ou é Dilma já, ou é Serra x Dilma. Não existe possibilidade real de Marina x Dilma.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGHBp_XMvqKONUcuP3ZOS0xklF_tPjR9UaLxOdTwTYfqGQqT6JDgsyARwunE_eV06U3QqNcmVXQMAU5jblhMcrW0whNTrBSDCglYX0NkQuZdPgOXNGFxpQR8XXizbP6U0eFiz-TriYMHns/s320/pesquisas_2010-10-02.jpg
Todas as pesquisas divulgadas no sábado mostram uma eleição apertada.

Para que serve as pesquisas ao eleitor nas véspera da eleição? 

A primeira utilidade é informação sobre as tendências e saciar a curiosidade.

A segunda utilidade é para, quando a eleição está apertada, pensar no voto útil.

O eleitor que está preferindo Marina, mas não rejeita Dilma, e vai votar em Dilma no segundo turno, chega às vésperas da eleição com um dilema.

Marina cresceu na reta de chegada, mas não conseguiu um volume de votos suficiente para ameaçar Serra. Então ao votar em Marina, não está ajudando em nada elegê-la, está apenas votando contra Dilma e a favor de Serra. Vale a pena votar dessa forma?

Sinceramente, se a situação fosse inversa, e Marina tivesse em torno de 51%, e Dilma estivesse com a eleição perdida na faixa dos 17%, sabendo que Serra tem mais de 12 pontos na frente, eu votaria em Marina contra Serra.


A mesma coisa acontece com eleitores que estão votando em Plínio, sobretudo que vota por mera simpatia ou por detalhes.

É preciso lembrar que votar na Dilma contra Serra, é votar contra o retrocesso à políticas que fizeram e fazem o povo brasileiro sofrer.

Serra não mudou desde o governo FHC. Ele como governador de São Paulo seguiu o mesmo receituário neoliberal de FHC. Arrochou o funcionalismo (professores e policiais que o digam), e tem o mesmo pensamento quanto aos salários, aposentadorias e pensões do funcionalismo civil e militar federal, e do INSS. Ele vê tudo como custo a ser cortado.

Por mais que Serra faça promessas mirabolantes de que aumentará aposentadorias do INSS no primeiro ano, se cumprisse de fato, nos anos seguintes iria arrochar para compensar.
FHC quebrou o Brasil para ganhar eleição em 1998, e a conta veio salgada nos anos seguintes, com reflexos que atingiram todo o primeiro mandato do presidente Lula. O que Serra promete, se cumprisse, repetiria o FHC de 1998.

Serra, quando governador, tentou privatizar sua empresa estadual de energia, a CESP (Lula e Dilma impediram ao recusarem a renovar antecipadamente as concessões das hidrelétricas da empresa), então o que ele fará com a Petrobras?

Serra não teve escrúpulos em vender a Vale do Rio Doce a preço de banana, com reservas de minérios subavaliadas, mesmo sendo uma empresa lucrativa. Porque teria escrúpulos com a Petrobras? No mínimo, pode privatizar pelas bordas, em fatias, como FHC estava fazendo. 

E a riqueza do petróleo do pré-sal? Um simples retrocesso no novo modelo de partilha feito por Dilma e Lula, para o antigo modelo de concessões de FHC (como Serra já declarou que se for eleito pode voltar ao antigo sistema), transfere uma gigantesca parte dessa riqueza para empresas estrangeiras em leilões lesa-pátria, gerando um rombo de trilhões no patrimônio do povo brasileiro. É uma riqueza muito, mais muito maior do que qualquer dívida pública que ainda temos.

Serra, como governador, privatizou a Nossa Caixa, mesmo sem estar precisando. Felizmente o Banco do Brasil comprou e salvou. Quem garante que ele não venha a fazer o mesmo com o Banco do Brasil ou com a CEF, se Serra achar que é bom negócio vender? Ainda que não venda a empresa toda, pode vender áreas de negócios, seguradora, carteira de clientes, etc.

Em eleições normais, eu sou contra o voto útil no primeiro turno. Mas essa não é uma eleição normal, e no final chegou polarizada entre Dilma vencer agora, ou Dilma e Serra disputar o segundo turno.
Não existe outra possibilidade real no horizonte.
Não existe a possibilidade real de Marina diputar o segundo turno com Dilma. 

Sinto muito, mas é isso que está posto para quem está decidindo votar em Marina ou Plínio, em vez de votar em Dilma.

O povo brasileiro tem muita coisa a perder, para desprezar a motivação do voto em Dilma, e votar em Marina ou Plínio apenas por capricho pessoal, político, ou por desconfiar de Dilma por causa de boatos mentirosos, levianos e baixarias.


Por Zé Augusto - Os amigos do Lula 

12 de set. de 2010

Veja como isso é possível

Eles podem tudo e mais um pouco.

Em razão de algumas mensagens que recebemos é 

conveniente (re)esclarecer resumidamente.








15/0355/09/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 5.449 assinaturas da Revista Veja, 51 Edições, destinados às escolas da Rede Estadual de Ensino - Prazo: 364 dias - Data de Assinatura: 18/05/2009
- Valor: R$ 1.167.175,80

15/00547/10/04 - Editora Abril S/A - Aquisição de 5.200 assinaturas da Revista Veja20/05/2010
- Valor: R$ 1.202.968,00 destinada as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São de Paulo - CEI e COGSP - Projeto Sala de Leitura - Prazo: 365 dias - Data de Assinatura:
TOTAL (parcial) = R$ 2.370.143,80

Estas são só duas compras da Veja e apenas da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE - em ato ratificado pelo seu Presidente, Sr. Bonini.

Outras compras à Editora Abril e congêneres, eternamente sem licitação, porque não há revistas similares no mercado (como aCarta Capital, por exemplo), então não é necessário aqui e aqui.

Não esqueça que a Prefeitura de SP e outras também são assíduas compradoras dos mesmos materiais, há séculos. Vide, por exemplo, o caso de Santana do Parnaíba. O município recentemente comprou parcos R$23.855,00, não se sabe em quantas assinaturas e nem para quem. Mas sabe-se que foi sem licitação, nos mesmos moldes e SP.Note bem que a capa da Veja com o sorridente Sr. Serra é de 14 de abril de 2010. E a segunda compra da Veja foi assinada pela FDE em 20 de maio do mesmo ano.

Tudo puríssima coincidência.



Fonte: NaMariaNews 


Leia mais


no @twitter ou na tag #vejafede ou   
#VejaeSuja


E a tag #vejafede já foi twittada mais de 8.000 vezes hoje:  http://topsy.com/s?q=%23vejafede  (Por @tuliovianna )

5 de jul. de 2010

Serra faz propaganda enganosa usando o FAT e o Seguro Desemprego


A campanha de José Serra (PSDB) tem batido na tecla de que foi ele o responsável pela emenda à Constituinte que propiciou a criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e que ele também teria sido o grande responsável pela criação do Seguro Desemprego. “Foi o Serra que criou o maior patrimônio dos trabalhadores brasileiros, o FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador. Ele criou também o Seguro desemprego”, repetiu várias vezes o locutor do programa do PSDB, levado ao ar esta semana na TV.

Ele mesmo também não se cansa de alardear aos quatro cantos. “Fui o autor da emenda à Constituição brasileira que instituiu o que veio a ser o Fundo de Amparo ao Trabalhador, o FAT”. “O Fundo, hoje, é o maior do Brasil e é patrimônio dos trabalhadores brasileiros, e financia o BNDES, a expansão das empresas, as grandes obras, os cursos de qualificação profissional, o salário dos pescadores na época do defeso”, diz. “Graças ao FAT, também, tiramos o Seguro Desemprego do papel e demos a ele a amplitude que tem hoje”, repetiu o tucano na Convenção Nacional do PTB.

Mas, a realidade dos fatos não confirma as afirmações de José Serra e nem as de sua campanha. O Seguro Desemprego não teve nada a ver com sua atuação parlamentar. Ele foi criado pelo decreto presidencial nº 2.283 de 27 de fevereiro de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. O seguro começou a ser pago imediatamente após a assinatura do decreto presidencial. O ex-presidente José Sarney já havia desmentido as declarações do tucano em relação ao Seguro Desemprego. “Não sei de onde ele (Serra) tirou que criou o seguro-desemprego. O seguro foi criado no meu governo. Na época, ele (Serra) era secretário de Economia e Planejamento do governador Franco Montoro”, explicou o senador.

Depois, a Constituição Federal, promulgada em 5 de outubro de 1988, determinou em seu art. 239, que os recursos provenientes da arrecadação das contribuições para o PIS e para o PASEP fossem destinados ao custeio do Programa do Seguro Desemprego, do Abono Salarial e, pelo menos quarenta por cento, ao financiamento de Programas de Desenvolvimento Econômico, esses últimos a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES.

Fomos então pesquisar a data exata da criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) já que Serra diz que foi uma emenda sua que propiciou a criação do fundo. Está lá nos anais da Câmara. O FAT foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). O projeto diz textualmente: “DISCIPLINA A CONCESSÃO DO SEGURO DESEMPREGO, NA FORMA QUE ESPECIFICA, E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. NOVA EMENTA: REGULA O PROGRAMA DO SEGURO DESEMPREGO, O ABONO SALARIAL, INSTITUI O FUNDO DE AMPARO AO TRABALHADOR - FAT, E DA OUTRAS PROVIDENCIAS”.

Como José Serra seguia insistindo em afirmar que foi ele o autor da lei que criou o FAT, fizemos então uma extensa pesquisa nos arquivos da Câmara dos Deputados da década de 80 e 90. Lá confirmamos que José Serra não está falando a verdade. Ele apresentou o projeto de lei nº 2.250, de 1989, com o objetivo de criar o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Foi apresentado em 1989. Portanto, não foi na Constituinte, como ele diz. O seu projeto tramitou na casa e foi considerado PREJUDICADO pelo plenário da Câmara dos Deputados na sessão do dia 13 de dezembro de 1989. O resultado da tramitação pode ser visto no link abaixo, da Câmara Federal: (http://
www. camara. gov.br/internet/sileg/ Prop_Detalhe.asp?id=201454). Os deputados consideraram o projeto prejudicado pelo fato de já ter sido apresentado o PL 991/1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB). Ou seja, um ano antes de Serra já havia a proposta de criação do FAT.

Nem o FAT foi criado por Serra e nem o Seguro Desemprego “saiu do papel” por suas mãos, como afirma a sua propaganda. A campanha tucana sobre Serra ter criado o FAT e “vestir a camisa do trabalhador” está, portanto, toda ela baseada numa farsa e numa mentira.


(Sérgio Cruz, da Hora do Povo)



23 de abr. de 2010

Serra paga muito bem à Veja.

Cidadão, você ainda compra ou assina este lix ... de revista? Paga DUAS VEZES, quando compra a revista e os anúncios milionários que o Serra propaga no PIG * (Veja, Globo, Sbt, Folha, Estadão etc).


Plágio (criação do Esquerdopata)
































Veja tem lado e não é do bom jornalismo
Por Altamiro Borges - 22.04.2010

Reproduzo artigo enviado pelo amigo Sylvio Micelli:


Deixei de ler a revista Veja há mais de uma década. Acredito que, mais ou menos, desde quando obtive o, já em desuso, diploma de jornalista. São mais de 13 anos. Não faço sua leitura, exceto por educação ou algo muito específico, nem mesmo para saber, como diria meu grande amigo jornalista Gaspar Bissolotti Neto, “o que pensa o lado negro da força”.

Os motivos são vários, mas podem ser facilmente resumidos. O que a Veja fazia no final dos anos 90 não era jornalismo. Ao menos, não era aquele jornalismo ético e imparcial que havíamos aprendido na faculdade. Os mais críticos certamente dirão que a Veja nunca fez um jornalismo isento até porque, dentro do contexto histórico, a publicação foi, digamos, uma concessão do regime militar que em 1968, um dos anos mais violentos da ditadura e da edição do Ato Institucional nº 5, precisava “combater” outras publicações extremamente inteligentes e por isso mesmo, prejudiciais ao regime, em especial a revista Realidade.

À época da faculdade cheguei a assinar a revista. Muito mais por obrigação. Os professores acreditavam que a Veja era importante no processo de redemocratização do país e, afinal, era formadora da opinião da classe média a que todos nós pertencíamos. Uma grande bobagem. A publicação sempre defendeu um lado. Lado que nunca pertenci.

Passo longe dos discursos político-partidários. E muitos hão de achar que não leio a revista porque não comungo da campanha em prol do PSDB que a Veja encampa. Outra grande bobagem. Não sou partidário de José Serra. Nem de Dilma Roussef. E, para ser bem sincero, vejo com desdém esse maniqueísmo eleitoral ou campanha plebiscitária a envolver os dois partidos mais representativos do país – PT e PSDB – tendo o PMDB ora a servir este ou aquele cliente. Consigo ver, pessoalmente, outras opções melhores dentre os pré-candidatos apresentados.

A capa da revista Veja desta semana é risível. E seria cômico se não fosse trágico. Traz um José Serra clicado como um dândi, embalado a vácuo pronto para consumo. Tive a oportunidade de conhecer o ex-governador pessoalmente. Ele não é dócil. Muito pelo contrário. Tem um estilo firme e, aparentemente, está de eterno mau humor. Questão de estilo, apenas. E nem entro no mérito de sua administração que para mim foi péssima. A capa ainda fica mais ridícula ao ler uma chamada no alto para um artigo da “principal” oponente de Serra, Dilma Roussef. Certamente, a revista tentou camuflar dizendo que abre espaço para todos.

Enfim, a revista Veja é isso. Pseudo-jornalismo destinado à classe dominante. E pobre do país que tem uma publicação como esta, entre as mais lidas pela população. Isso explica muita coisa. Em especial nosso eterno atraso para questões muito mais importantes do que decidir, meramente, quem será o próximo presidente do Brasil.

Passou da hora da grande mídia repensar muitas de suas práticas. Com a Internet, blogs e redes sociais toda manipulação será questionada
.

26 de mar. de 2010

Por que José Serra não é multado pelo TSE?

Imprensa e oposição estão em estado de euforia Sorrindo de orelha a orelha. O motivo da comemoração é que, pela segunda vez o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) multou o Presidente Lula. Dessa vez , a multa é de R$ 10 mil por, segundo o ministro do TSE Joelson Dias, propaganda eleitoral antecipada. A propaganda teria ocorrido em janeiro deste ano na inauguração do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de São Paulo.

A multa aplicada hoje se refere a um evento de janeiro,quando Lula chamou Dilma de "palanqueira" e defendeu a implantação da segunda versão do PAC.

"Eu penso que a cara do Brasil vai mudar muito e quem vier depois de mim, eu por questões legais não posso dizer quem é, espero que vocês adivinhem, vai encontrar um programa pronto, com dinheiro no Orçamento", disse Lula à plateia ao lado de Dilma na ocasião.Para o ministro do TSE Joelson Dias, essa fala do Presidente Lula mostra claramente que ele estava fazendo campanha para Dilma

Hoje Presidente brincou com a multa de R$ 5.000 aplicada na semana passada pelo TSE. "Não adianta vocês gritarem nome porque eu já fui multado pela Justiça Eleitoral em R$ 5.000 porque me disseram que eu falei um nome de uma pessoa. Então, para mim, não tem um nome", disse Lula.

O governador de São Paulo José Serra (PSDB), candidato a Presidência da República, tem feito campanha eleitoral diariamente, com dinheiro público, e nunca foi multado ou teve representação contra ele no TSE

22 de set. de 2009

SP: Kassab congela 4 bi do orçamento, mas triplica gastos com publicidade. População (Zona Leste, Norte e Sul) não verá hospitais tão cedo!

Da Rede Brasil Atual

Estudo revela que nenhum centavo destinado ao Metrô de São Paulo, ao Rodoanel e a dois hospitais prometidos pelo prefeito Gilberto Kassab foi investido até agosto de 2009

Por: Suzana Vieira

Publicado em 22/09/2009

SP: Kassab congela 4 bi do orçamento, mas triplica gastos com publicidade

Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, realizou congelamentos e cortes de R$ 4 bi no orçamento de São Paulo (Foto: Agência Brasil/Antonio Cruz)

Levantamento realizado pela liderança do PT na Câmara dos Vereadores de São Paulo apurou que a prefeitura mantém congelados R$ 4 bilhões dos R$ 29 bilhões orçados para 2009. No entanto, gastos com publicidade cresceram quase 300%.

Entre outros recursos, estão congelados investimentos na área de saúde, como a construção dos Hospitais Municipais de Vila Brasilândia, Parelheiros e da Zona Leste, cada um orçado em R$ 30 milhões. Na saúde, o congelamento chega a R$ 644,4 bilhões.

Na área de transportes, todo o valor alocado para o Metrô de São Paulo, mais de R$ 218 milhões, não foi investido até agosto deste ano. A verba destinada ao Rodoanel está nas mesmas condições e quase 80% dos recursos para implantação e manutenção de corredores e terminais do sistema de transportes estão paralisados.

Educação e habitação também têm recursos retidos por determinação da Secretaria Municipal de Planejamento, responsável pela administração dos recursos de todas as secretarias e subprefeituras da cidade.

De acordo com a liderança do PT, o congelamento de diversos recursos significa que o prefeito está deixando de cumprir promessas de campanha, como investimentos na área social, expansão do metrô e construção de hospitais, por exemplo.

Os gastos com publicidade, no entanto, cresceram de forma extraordinária. Dos R$ 30 milhões orçados inicialmente (R$ 18 milhões para publicidade em geral e R$ 12 milhões para divulgação dos programas de metas da prefeitura), o valor subiu para R$ 80 milhões, com 98% da verba já empenhada. Em oito meses e meio de gestão, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) gastou em publicidade mais do que foi investido nessa área nos dois primeiros anos do mandato anterior (Serra/Kassab), revelou o estudo da liderança do PT.

Em entrevista à Rede Brasil Atual na semana passada, o vereador Antonio Donato (PT-SP) havia criticado a política de “caixa alto” de Kassab, que deixa de investir em serviços essenciais e ações importantes este ano para guardar dinheiro para obras em 2010 com interesses eleitorais. “É um crime essa política de manter o caixa alto. A prefeitura tem R$ 4 bilhões em caixa”, destacou.

Orçamento montado

Segundo declarações de Kassab, a prefeitura de São Paulo está cortando gastos e congelando recursos em razão de queda na arrecadação.

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Ouça:
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O vereador João Antônio, líder do PT na Câmara, discorda. “No primeiro semestre de 2009, a arrecadação foi quase 1% maior que a de 2008, já descontada a inflação. Os dados são do Sistema de Execução Orçamentária (NovoSeo) da prefeitura”, afirmou.

Segundo ele, “a expectativa de se arrecadar R$ 29 bilhões este ano foi montada por Kassab apenas para incluir todas as promessas de obras que fez na campanha eleitoral do ano passado”.