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21 de dez. de 2010

Lula testa teleférico no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro

"Lula ao lado de Carlos Arthur Nuzman, Sérgio Cabral, Eduardo Paes e Luiz Fernando Pezão"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta terça-feira (21), do lançamento da primeira fase de testes do teleférico do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Ele pegou o transporte na estação de Bonsucesso e foi até o Morro da Baiana, percorrendo um trecho de 3,5 km de extensão. A inauguração do teleférico, primeiro transporte de massa por cabo no País, está programada para março do próximo ano.
O teleférico do Alemão tem 3.400 metros de rede de circulação, com 152 gôndolas - os chamados bondinhos, com capacidade para transportar até dez pessoas, o que permite atender 30 mil passageiros por dia. Serão seis estações: Bonsucesso, Adeus, Baiana, Alemão, Itararé e Fazendinha.
Na Rocinha, estão sendo inauguradas 144 moradias, e a Rua 4, com extensão de 650 metros, calçadas, baias para carga e descarga e áreas de lazer. A Rua 4 é a artéria principal da comunidade. Anteriormente uma viela de 60 centímetros de largura, a via foi transformada em um novo caminho, de até 12 metros de largura, e servirá como alternativa à Estrada da Gávea.
O empreendimento habitacional possui nove blocos com 16 unidades cada, sendo três blocos com unidades para portadores de necessidades especiais no nível térreo. Estas unidades têm acesso por meio de rampas pela Estrada da Gávea, as demais com acessos também pela Rua 4.
Os contratos de repasse das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na Rocinha com o governo do Rio de Janeiro somam R$ 272 milhões, incluídas as contrapartidas. São duas etapas que já estão com mais de 71% concluídas e beneficiam 30 mil famílias.
As obras incluem investimentos em saneamento, mobilidade urbana, habitação e equipamentos comunitários, como creche, mercado público, centros de integração, judô, cultura e saúde.

Mulheres da Paz
Aproveitando a visita ao Complexo do Alemão, o presidente Lula recebe 40 integrantes do projeto "Mulheres da Paz", do Ministério da Justiça, e lideranças comunitárias do Morro do Alemão, além de inaugurar um posto de atendimento da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Ministério das Cidades

2 de dez. de 2010

Governo Lula revitaliza ferrovias

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Abandonada nas últimas décadas, a malha ferroviária brasileira se deteriorou. Nem mesmo as privatizações realizadas no final do século passado permitiram que o país contasse com o modal ferroviário para o transporte de produtos até os portos, para serem exportados. No início do governo do presidente Lula esse cenário começou a se inverter, com o Plano de Revitalização das Ferrovias.



Abaixo, entrevista concedida ao Blog do Planalto, pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, um dos auxiliares da então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff que cuidou da remodelação da malha ferroviária nacional.

Atualmente, dos 29 mil quilômetros de linha férrea existentes no País, menos de 11 mil quilômetros são explorados, diz Figueiredo. O restante está desativado ou sub-utilizado. Para melhorar esse quadro desolador, o governo decidiu aperfeiçoar os atuais contratos de concessão para melhorar a exploração das linhas concedidas. Obras em ferrovias foram incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o cronograma entrou na ordem do dia, inclusive, como prioridade do presidente Lula. Segundo Figueiredo, a fase atual leva o governo ao processo de licitação ou de construção de cinco mil quilômetros de linhas férrea. A estimativa da agência reguladora é que 1,3 mil quilômetros de ferrovias entrem em operação até o final deste ano.

Até 2012 outros 3.640 quilômetros passarão a integrar a malha ferroviária brasileira. Além disso, outros 15 mil quilômetros de linhas estão em processo de planejamento (até 2015). Isso permitirá, segundo Figueiredo, que o país conte com ferrovias integradas de norte a sul, de leste a oeste e com saída para o Oceano Pacífico. Deste modo, caminhões deixarão de circular pelas rodovias e as cargas passarão a ser transportadas por trens tendo como opções 15 portos brasileiros.

Numa outra frente, de acordo com o diretor-geral da ANTT, será preciso tornar “os marcos regulatórios mais claros para consolidar regras de convivência competitivas entre os operadores, como o direito de passagem, que permitirá a circulação de trens de uma concessão na malha ferroviária de outra concessão. Os usuários dependentes de ferrovias terão a liberdade de criar serviços dedicados, possibilitando-lhes o gerenciamento direto dos custos dos serviços. Um ambiente mais competitivo na ferrovia levará a um processo mais adequado de formação de preços dos serviços”.

A série especial sobre ferrovias continua na próxima quarta-feira (8/12) com as três grandes obras do governo no setor: as ferrovias Norte-Sul, Integração Oeste-Leste e Transnordestina. Elas serão visitadas pelo presidente Lula ainda este mês. O post contará ainda com a segunda parte da entrevista com o diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, que fala sobre a importância das malhas para o desenvolvimento econômico do País e para a interligação aos portos nas regiões norte e sul. As ferrovias estão incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).


Fonte: Blog do Planalto

Por Rui Zilnet - 01.12.2010 

29 de nov. de 2010

"2010 será o melhor ano para construção civil", afirma Mantega

Guido Mantega *

"Depois de muitas décadas, o setor que estava parado, andando de lado, está deslanchando”. A afirmação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participou do 9º Congresso Brasileiro da Construção, nesta segunda-feira (29), e aproveitou a ocasião para anunciar a prorrogação, por mais um ano, do IPI reduzido para o setor.

“O PIB do setor da construção teve um crescimento de 13% no ano”, afirmou o ministro, ao declarar que “2010 será o melhor ano para a construção civil”.

Financiamento habitacional

 Em seu discurso, Guido Mantega afirmou também que devemos fechar o ano com recorde de financiamento habitacional, próximo de 1 milhão de contratações. “Ainda não temos um número definitivo. No ano passado, foram cerca de 860 mil”.

“Fico muito satisfeito de verificar que o setor de construção, hoje, é um dos principais motores do desenvolvimento brasileiro, contribuindo para o crescimento de 7,5% do PIB, que devemos ter esse ano”, disse. “Um dos maiores dos últimos tempos e que merece ser comemorado”, completou.

Segundo o ministro, o setor contribui com geração de emprego formal e para o atendimento de necessidades da população brasileira, carente de habitação, além de contribuir para a formação bruta de capital fixo. “É um setor que reúne todas as virtudes”, destacou.

Do InfoMoney - 29.11.2010

* Guido Mantega:  Professor, economista, sociólogo e Ministro da Fazenda do governo  Lula e continuará no mesmo cargo no governo da Presidenta Dilma.

28 de abr. de 2010

Chuíça (*) do Serra: metrô superlotado, tráfico mata 17 (?) no Guarujá e chuvinha volta a alagar o Jardim Romano

O Jardim Romano, o Katrina do Serra, depois de uma chuvinha fraca / Foto: Robson Ventura /Folha Imagem

Nem o PiG (**) consegue encobrir a inépcia do Serra:
“Superlotação já atinge a Linha Verde do metrô”, que era a mais moderninha, confortável. (imagine as piores.)
“Gangues do tráfico podem ter matado 17 no litoral de SP”.
Sobre as “cooperativas narcotraficantes” (uma contribuição do PiG (**) ao léxico tucano), não deixe de ler sobre a homenagem de São Paulo ao Mercosul: o PCC quase mata um senador paraguaio.
“Chuva fraca volta a alagar o Jardim Romano” (o Katrina do Serra).
“Uma pancada rápido de somente dez minutos voltou a inundar a rua dos Caprichos. Moradores tiveram que caminhar no meio do esgoto”.
Quem o Serra pensa que engana ?
Qual o prefeito que deixou construir dentro d’água, no Jardim Romano ?
Quem assinou ?
O Serra, o Kassab, o Prestes Maia ?

Paulo Henrique Amorim
(*) Chuíça é o que o PiG (**) de São Paulo quer que o resto do Brasil ache que São Paulo é: dinâmico como a economia Chinesa e com um IDH da Suíça.
(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

26 de abr. de 2010

PAC 2 terá grande impacto no porto

  Além das obras do lado de Santos, listadas à direita, a nova versão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) prevê ainda a construção da perimetral da margem esquerda, em Guarujá. No total, serão investidos R$ 1,4 bilhão em obras que serão iniciadas em 2011 e 2012 e concluídas em 2013 e 2014. É quase o triplo dos recursos previstos para o porto no PAC 1, lançado há três anos, um total de R$ 493 milhões, dos quais R$ 120 milhões ainda não foram empenhados, destinando-se à conclusão das obras dos trechos em construção da avenida perimetral e derrocamento de rochas no canal.

O PAC 2 reservou para 21 portos brasileiros investimentos de R$ 5,1 bilhões, dos quais 27% coube a Santos, seja por coincidência ou não, o mesmo percentual de participação do porto no comércio exterior brasileiro. Para o secretário Especial de Portos, o ministro Pedro Brito, o novo PAC incluirá Santos “entre os portos mais eficientes e competitivos do mundo”, mencionando obras de acesso e de frente de mar, todas destinadas a facilitar a chegada e a saída de cargas, expansão da capacidade instalada e redução de custos. “O ganho adicional é que Santos se torna, com essas obras, um lugar muito atraente para investimentos privados”, disse Brito.

Segundo o diretor de Infraestrutura e Serviços da Codesp, Paulino Moreira Vicente, o projeto executivo das obras já está pronto, restando agora as licenças ambientais e a abertura das licitações, o que será feito este ano e no início do próximo. “Nunca se investiu tanto no porto, com recursos do Governo Federal, como se está fazendo”.

Para o ministro Pedro Brito, as obras previstas no PAC 2 complementam as obras do PAC 1, que já estão prontas ou em andamento. “São obras complexas, que precisam uma certa maturação e, muitas delas, necessariamente, devem ser feitas em fases. O PAC 2 reserva dinheiro para as novas fases da obras já iniciadas e outras que agora recebem sua complementação.” O PAC 2 foi lançado no início de abril prevendo investimentos de R$ 1,5 trilhão em obras em todo o país.

Alemoa - O terminal de granéis líquidos hoje operado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, receberá reforço nos berços existentes e mais dois novos berços em píeres independentes. A construção dos dois novos berços custará mais R$ 72 milhões, com início de julho de 2011 e término em dezembro de 2012. Nas obras de reforço, as primeiras desde a inauguração, mais de 40 anos atrás, custarão R$ 52 milhões, com início previsto para julho de 2012 e conclusão em junho de 2014.
Barnabé - A Ilha Barnabé, destinada a granéis líquidos, também terá cais reforçado e ganhará três píeres; R$ 52 milhões serão empregados no reforço, com início em dezembro de 2012 e término em dezembro 2014. O reforço custará R$ 52 milhões, com início de março 2012 e conclusão em dezembro de 2013.


Dragagem -
A dragagem de aprofundamento do canal interno do porto para 16 metros e do canal de acesso do porto para 17. Serão R$ 193 milhões, com início previsto para outubro de 2012 e conclusão de fevereiro de 2014.




 


Mergulhão - É a passagem subterrânea prevista no projeto de revitalização da área do Valongo, da Prefeitura de Santos, separando o tráfego do porto da área de lazer. Serão R$ 300 milhões, com início em janeiro 2012 e término em dezembro 2014.



Perimetral - A conclusão da perimetral de Santos, nos trechos Alemoa-Saboó e Bacia do Macuco-Ponta da Praia, custarão R$ 110 milhões. O primeiro trecho começa em julho de 2011 e o segundo em outubro do mesmo ano. Ambos têm conclusão prevista para dezembro de 2013, completando o sistema viário.




Cais reforçado - O reforço do cais entre os armazéns 12 e 23, prepara o aprofundamento. Serão consumidos R$ 200 milhões. Início em julho de 2011 e término em dezembro de 2014. 




Jornal da Orla - 25.04.2010

25 de jan. de 2010

PAC - 2 terá linha de crédito para banda larga

O Programa Banda Larga nas Escolas já conectou mais de 70% das 56.720 escolas públicas urbanas do país. O PAC agora quer incluir toda a população

Gerusa Marques - O Estado de S. Paulo - 21.01.2010

O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC-2), que deverá ser lançado até o fim de março, terá uma linha de crédito específica para a expansão da banda larga no País. Esse será o primeiro projeto do setor de telecomunicações a ser incluído no PAC. A informação foi dada ontem pelo ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, depois da reunião ministerial na Granja do Torto.

Padilha não antecipou qual será o montante a ser investido na banda larga. Disse que a ideia é garantir a toda a população acesso à internet em alta velocidade, investindo em equipamentos e infraestrutura. Os valores serão definidos depois que a área econômica do governo fizer uma análise de todos os projetos incluídos no PAC-2.

Já houve aceno do governo para a liberação dos recursos que serão recolhidos a partir de 2010 ao Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que são em torno de R$ 1 bilhão ao ano. O ministro disse também que não foi discutida, na reunião, a modalidade de execução do Plano Nacional de Banda Larga – se será feita por meio de uma parceria com as empresas privadas do setor, ou se haverá investimento apenas do governo.

ETANOL

Padilha relatou que, na reunião, o presidente Lula mostrou preocupação especial com investimentos em usinas termoelétricas que utilizem etanol. Nesta semana, Lula inaugurou, em Juiz de Fora (MG), a primeira usina termoelétrica que utiliza etanol como combustível.

Do Blog do Favre - 22.01.10

20 de jul. de 2009

Trem-bala do Rio de Janeiro a São P aulo

Trem de Alta Velocidade (TAV)
Conceito e Vantagens
Evolução do sistema de trens de alta velocidade no mundo Iniciativas no Brasil

Conceito e Vantagens

Sistemas ferroviários de alta velocidade utilizados no transporte de passageiros compreendem, em geral, linhas ferroviárias projetadas e construídas para trens capazes de desenvolver velocidades iguais ou superiores a 200 km/h.
A ferrovia de alta velocidade se mostra mais adequada quando opera entre pares de cidades em que a distância entre elas fica na faixa de 500 a 600 km. Acima dessa distância, a viagem aérea torna-se mais competitiva e a participação relativa de mercado da ferrovia de alta velocidade fica menor. De forma geral, em função de suas características, a implantação e operação desses sistemas estão associadas às seguintes vantagens: - indução ao desenvolvimento regional, aliviando áreas de maior densidade urbana; - redução de gargalos dos subsistemas de transporte aeroportuário, rodoviário e urbano; - postergação de investimentos na ampliação e construção de aeroportos e de rodovias; - menor uso do solo comparado à construção ou ampliação de rodovias; - redução de impactos ambientais e emissão de gases poluentes em decorrência do desvio da demanda do transporte aéreo e rodoviário para o TAV; - redução dos tempos de viagem associados à baixa probabilidade de atrasos; - aumento do tempo produtivo para os usuários; - geração de empregos diretos e indiretos; - redução dos níveis de congestionamento e do número de acidentes em rodovias.

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Fonte: Ministério dos Transportes - 17.07.09