13 de jul. de 2012
Canadá define que músicas baixadas na internet não devem ser pagas
21 de mar. de 2012
Ipea e Socicom lançam o 2° Panorama da Comunicação e das Telecomunicações
O Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2011/2012 é resultado da parceria entre o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Federação Brasileira das Associações Científicas de Comunicação (Socicom). Sua segunda edição será lançada nesta sexta-feira, dia 23, às 9h, no Escritório da Presidência da República em São Paulo (Av. Paulista, 2.163, Ed. Banco do Brasil, auditório 17º andar). É necessária a confirmação de presença, enviando nome, instituição e contatos para: eventos@ipea.gov.br.
27 de jan. de 2011
Ministro das Comunicações desmente Estadão pelo Twitter
21 de jan. de 2011
Campus Party: banda larga pode ter imposto zero, diz ministro
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| Foto: Ana Brambilla/Terra |
- Ana Brambilla (Texto e imagem) - Terra/SP - 20.01.2011
7 de dez. de 2010
Record vence mais uma vez a Globo: o controle remoto está ficando mais democrático
A "Foxilização" da Vênus platinada durante o governo do presidente Lula e a possível radicalização editorial no governo Dilma, tem tornado amarga a programação da emissora. A Record se apresenta, oportunamente, como uma alternativa ao "pensamento único global", empurrado para dentro das casas do telespectador diariamente pela emissora do Jardim Botânico.
Não penso que a Record detendo o quase monopólio que hoje a Globo possui seja a solução para um conteúdo da TV brasileira com mais brasilidade, diverso e democrático, mas creio que a disputa acirrada pela audiência e a divisão, em condições mais equilibradas, da verba publicitária tragam benefícios à sociedade, ao mercado artístico e jornalístico televisivo e à democracia brasileira.
Record fica em primeiro no Ibope
Marcelo Rezende comandou a reportagem que colocou o Domingo Espetacular em primeiro lugar no Ibope
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| Cada ponto corresponde a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo, ilustração R7. |
A trajetória do "homem do baú" foi mostrada pelo jornalista Marcelo Rezende desde os tempos em que o dono do SBT era apenas um jovem empreendedor nas ruas do Rio de Janeiro até os dias atuais.
Personagens famosos e anônimos, todos ligados ao apresentador, deram depoimentos exclusivos e emocionantes ao programa.
Foi a maior audiência do quadro Grande Reportagem, do Domingo Espetacular, apenas comparada à exibição de quando o astro pop Michael Jackson morreu, em junho do ano passado.
Durante a apresentação da reportagem especial, as outras emissoras passavam suas principais atrações dominicais.
A Globo transmitia o Fantástico, o SBT tinha o próprio Silvio Santos à frente da programação, e a Rede TV! tinha a principal atração da emissora, o Pânico na TV.
Mesmo assim, a Record abriu quatro pontos de vantagem para o segundo colocado, marcou quase o dobro do terceiro e registrou três vezes mais público que o Pânico.
R7
Do Blog Palavras Diversas - 07.12.2010
6 de dez. de 2010
Ministérios da Cultura e das Comunicações instalam telecentros digitais em bibliotecas públicas
12 de nov. de 2010
Santanna: Teles gastam mais com advogados do que engenheiros
“Achamos muito estranho, até surreal, que uma associação de concessionárias de serviço público resolva acionar quem lhe concede por estar fazendo algo que tem o direito de fazer. É como se para construir uma nova estrada o governo tivesse que fazer uma assembléia com as concessionárias de pedágio”, disparou Santanna. Para ele, as empresas “investem mais no departamento jurídico que no de engenharia”.
As teles, através de ação movida pelo Sinditelebrasil, questionam a exclusividade da Telebrás no uso de fibras da Eletrobrás e da Petrobras. Também querem impedir que a estatal seja contratada sem licitação para implantar as redes privativas de comunicação da administração pública.
Para Santanna, o argumento das empresas, de que a preferência à Telebrás contraria a Lei de Licitações, não procede. “Demonstra um certo desconhecimento da Lei 8.666, que diz claramente que no caso de empresas criadas antes da vigência daquela lei, portanto antes de 1993, o Estado poderá contratar sem licitação”, afirma. “Não é admissível que as concessionárias pressionem o governo”, disse o presidente da Telebrás, em entrevista à CDTV do portal Convergência Digital.
Ele também entende que na questão das redes privativas da administração, a eventual substituição de contratos representará somente uma parcela dos cerca de R$ 600 milhões gastos por ano em serviços do governo com as teles. “São contratos muito inferiores ao que já foi divulgado, com valores de até R$ 20 bilhões. Portanto só posso creditar a preocupação com o grande sobrepreço que é praticado no resto do Brasil”, avalia.
9 de nov. de 2010
Mais de 14 milhões terão acesso a banda larga até fim do ano
Até o final do ano, 100 cidades brasileiras vão ter acesso à internet por meio de banda larga, beneficiando mais de 14 milhões de pessoas. A informação é da Telebrás. O leilão para contratação de equipamentos e serviços do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi aberto no último dia 29 e teve o resultado divulgado na última sexta-feira (5).
A empresa Padtec, única brasileira na disputa, foi a vencedora. Com isso, caberá à empresa iluminar as fibras ópticas já instaladas em diversas regiões do País para possibilitar a transmissão de dados, visando a implantação da internet de banda larga. A Padtec vai oferecer soluções baseadas na tecnologia DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) para compor a rede nacional de telecomunicações da Telebrás.Segundo o presidente da Telebrás, Rogério Santana, a meta do PNBL é garantir Internet em alta velocidade e baixo preço a mais de 40 milhões de pessoas até 2014, com planos de até R$ 35 e velocidade mínima de 512 Kbps. Hoje, há no País cerca de 12 milhões de usuários de banda larga.
A escolha das primeiras localidades levou em consideração critérios como distância da linha de fibras ópticas (até 50km), Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a proporção de acessos no município.
Santana anunciou que haverá mais dois leilões neste mês. O pregão para a aquisição de programas de computador (softwares) e serviços será em 19 de novembro e o leilão para contratar enlaces de rádio digital para distribuir o sinal até a sede dos municípios contemplados pelo PNBL está marcado para 22 de novembro.
O leilão da Telebrás atende às regras da Medida Provisória 495, de 2010, que dá preferência às empresas que têm fábrica no País.
Fonte: Boletim Em Questão
Do Portal Vermelho
Franklin Martins critica propriedade de TVs por políticos
6 de mai. de 2010
Com saudades de FHC, empresas privadas querem barrar banda larga

Após a divulgação pelo Planalto do Plano Nacional de Banda Larga, as empresas de telefonia cogitam recorrer à Justiça para tentar impedir a Telebrás de oferecer internet rápida a usuários finais.
Oligopólio
Segundo executivos ouvidos ontem pelo jornal “Folha de São Paulo”, a reativação da Telebrás uniu tradicionais concorrentes, como Embratel, Oi, Telefônica e GVT, que se sentem igualmente ameaçadas pela perspectiva de terem concorrência estatal no segmento de banda larga. A união sugere a existência de um oligopólio que dita os preços (altíssimos) cobrados pelos serviços de banda larga no mercado.
De acordo com a reportagem, as teles esperavam discussão antes do anúncio, e o plano abre a possibilidade de intervenção estatal no ramo que antes da privatização promovida por FHC era completamente operado e controlado pelo Estado.
Neoliberalismo tucano
As empresas privadas revelaram saudades do neoliberalismo tucano e alegam que a lei que criou a Telebrás estabelece que a estatal só poderia operar a rede de banda larga com autorização do Congresso Nacional, por meio de uma nova lei.
A reativação da Telebrás como prestadora de serviço, na interpretação das privadas, seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo FHC por ocasião da privatização da telefonia, em 1998.
Exclusão social
O que tais empresas querem, mas não admitem publicamente, é preservar o monopólio privado da banda larga, um serviço que hoje no país sai muito caro para os consumidores e garante altos lucros aos capitalistas que exploram o ramo. Por esta razão, é um serviço acessível a uma proporção reduzida da população. Dezenas de milhões de brasileiros são simplesmente excluídos da possibilidade de acesso à banda larga em função dos baixos salários vigentes por aqui;
O plano do governo Lula é universalizar o acesso, promovendo a chamada inclusão digital. Além de garantir mais justiça social, a universalização terá efeitos muito positivos para o desenvolvimento nacional e, especialmente, para a educação popular.
Choque de interesses
Todavia, a universalização só será possível com a redução substancial do preço da banda larga, o que pressupõe a quebra do monopólio privado. Só a intervenção do Estado, através da Telebrás (que foi destruída pelos tucanos e ressuscitada agora pelo governo Lula), pode garantir banda larga a preços baixos ou gratuita para todos, conforme pretende o governo com total apoio dos movimentos sociais e dos partidos e personalidades progressistas.
A universalização contempla os interesses nacionais, mas as empresas privadas estão em franca contradição com a nação. Essas são movidas apenas por um único e exclusivo interesse: a maximização dos lucros.
Da redação Vermelho, Umberto Martins, com informações do jornal “Folha de São Paulo”
Do Terror do Nordeste - 06.05.2010
8 de set. de 2009
Os donos da mídia
No Brasil, o Sistema Central de Mídia é estruturado a partir das redes nacionais de televisão. Mais precisamente, os conglomerados que lideram as cinco maiores redes privadas (Globo, Band, SBT, Record e Rede TV!) controlam, direta e indiretamente, os principais veículos de comunicação no País. Este controle não se dá totalmente de forma explícita ou ilegal. Entretanto, se constituiu e se sustenta contrariando os princípios de qualquer sociedade democrática, que tem no pluralismo das fontes de informação um de seus pilares fundamentais.
Desde a década de 60, a configuração do sistema de redes nacionais foi sendo construída com duas características básicas: forte apoio dos recursos públicos e um modelo de negócios baseado na afiliação de grupos regionais privados a esses conglomerados nacionais. Até hoje, cerca de um terço das prefeituras municipais e outra parcela substancial de empresas públicas estaduais financiam a interiorização dos sinais das redes comerciais.
O gráfico ao lado mostra o número de veículos ligados às {num_redestv} redes nacionais de TV identificadas pelo projeto Donos da Mídia. E, por exclusão, aqueles que não possuem relação de dependência com elas. Considera-se veículos vinculados às redes nacionais todas as emissoras de TV geradoras ou retransmissoras do sinal da cabeça-de-rede. Além disso, estão incluídos todos os demais veículos controlados pelos grupos regionais afiliados. Neste último bloco, são contabilizadas as estações de rádio, jornais, revistas e operadoras de TV por assinatura.
é o número total de redes de TV no Brasil
é o total de veículos ligadas às redes de TV e a seus respectivos grupos afiliados no País.
das redes de TV
- Rede Veículos
- Globo 340 -
- SBT 195 -
- Band 166 -
- Record 142 -
- EBC 95 -
- Rede TV! 84 -
- MTV 83 -
- União 66 -
- PlayTV 63 -
- RecNews 42 -
- Cultura 41 -
- Família 27 -
- Sesc TV 20 -
- Aparecida 17 -
- CNT 14 -
- RBT 14 -
- Vida 13 -
- Canção Nova 12 -
- Gospel 11 -
- Gazeta 11 -
- Gênesis 11 -
- RMTV 10 -
- RBN 10 -
- Rede Diário 7 -
- MixTV 5 -
- RIT TV 4 -
- Mercosul 3 -
- Nazaré 2 -
- Séc. 21 2 -
- NGT 1 -
- Shop Tour 1 -
Os grupos nacionais
O Projeto Donos da Mídia define grupos nacionais de mídia como o conjunto de empresas, fundações ou órgãos públicos que controlam mais de um veículo, independentemente de seu suporte, em mais de dois estados. Aqui se enquadram os conglomerados que atuam no núcleo do Sistema Central de Mídia do Brasil porque a maioria destes grupos controla cabeças-de-rede de televisão.
é o número de grupos de abrangência nacional no Brasil.
é o total de veículos controlados pelos grupos nacionais no Brasil.
- Grupos Veículos
- Abril - ligado à MTV 74 -
- Globo - ligado à Globo 69 -
- Band - ligado à Band 47 -
- Gov. BR - ligado à EBC 46 -
- IURD - ligado à Record 27 -
- Associados - ligado à SBT 19 -
- Sisac - ligado à Novo Tempo FM 14 -
- Renascer - ligado à EBC 11 -
- Assembléia de Deus - ligado à Rede TV! 10 -
- FJPII - ligado à Canção Nova 10 -
Tabela acima indica os dez maiores grupos de mídia nacionais ligados às Redes de TV
Fonte: Donos da Mídia.com - Jul.2009
2 de ago. de 2009
CONFECOM - Vídeo desafia boicote da mídia à CONFECOM - Conferência de Comunicação
O impasse sobre a conferência esquentou na última semana, quando empresários de radiodifusão, telecomunicações, mídias impressas, internet e TV por assinatura entregaram um documento ao governo. Circula que as empresas se recusam a discutir a revisão do marco regulatório e política de concessões de canais, preferindo debater novas tecnologias e seus impactos no mercado de comunicação brasileiro.
A pressão dos barões da mídia já adiou por duas vezes a reunião da Comissão Nacional de Organização sobre o regimento interno da Confecom, o que também impacta na liberação de verbas para a consulta. Três estados — Paraná, Alagoas e Piauí — já convocaram suas etapas estaduais e outros seis estão com decretos prontos para serem publicados pelo Executivo estadual. Todos aguardam, entretanto, a publicação do regimento interno.
Apesar da indefinição oficial, várias iniciativas pró-Confecom estão agendadas.
VEJA O VÍDEO AQUI do You tube :
Veja aqui no site do Vermelho
15 de jul. de 2009
A FAVOR DA TELEBRAS
Texto: Cristiano Santana Oliveira - Economista e Tecnólogo em telecomunicações.
Por Daniel Pearl - 15.07.09
Leia também: A disputa de 2010 e a juventude - Por Leopoldo Vieira
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Do Portal Luís Nassif - 15.07.09
O caso Speedy telefônicaSem regulação pública, Telefônica é um fracasso generalizado
Escrito por Rodrigo Mendes 09-Jul-2009
Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições - e não raro tem sido a grande campeã - de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.
Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.
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