15 de mar. de 2012
Como limpar a sua bicicleta
3 de mar. de 2012
Bicicleta: forma de lazer ou modo de transporte?
Do Blog da Raquel Rolnik - 01.03.12
21 de set. de 2010
METRÔ DE SÃO PAULO APRESENTA DEFEITO E CAUSA TRANSTORNO PARA CERCA DE 180 MIL PASSAGEIROS.
5 de set. de 2010
Iniciativa (é uma) privada
“Privatizaram sua vida, seu trabalho, sua hora de amar e seu direito de pensar.
É da empresa privada o seu passo em frente,
seu pão e seu salário. E agora não contente querem
privatizar o conhecimento, a sabedoria,
o pensamento, que só à humanidade pertence.”
28 de jun. de 2010
São Paulo ganha um pedágio a cada 40 dias
Desde 1998, quando começaram as concessões, 112 praças de cobrança foram inauguradas no Estado – no resto do país, existem 113.

Felipe Grandin – Jornal da Tarde
A cada 40 dias, uma nova praça de pedágio é inaugurada nas estradas de São Paulo. O número equivale aos 112 postos de cobrança instalados nas rodovias desde o início da privatização das estradas paulistas, em 1998. O Estado concentra mais da metade dos pedágios do Brasil. São, ao todo, 160 pontos de cobrança em vias estaduais e federais, ante 113 no resto do País, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).
A segurança e a qualidade das rodovias melhoraram nos últimos 12 anos, mas os altos preços cobrados se tornaram alvo frequente de críticas dos motoristas. E vai subir mais a partir de quinta-feira, 01. Para se ter uma ideia, ficou mais barato viajar a outro estado do que internamente. Cruzar de carro os 404 quilômetros entre a capital paulista e Curitiba, no Paraná, custa R$ 9 em tarifas. Já para cobrir distância semelhante até Catanduva, por exemplo, é preciso desembolsar R$ 46,70.
Isso se explica, em parte, pelo modelo adotado no programa de concessões paulista. As licitações, em 1998 e 2009, levaram em conta o montante que as empresas ofereciam ao estado para ter a concessão, a chamada outorga onerosa. A vantagem é que esse dinheiro pode ser aplicado em novas estradas. Por outro lado, o valor é repassado aos motoristas.
Já o modelo adotado pelo governo federal dá a concessão àquele que oferecer a menor tarifa. O benefício é o preço mais baixo. A desvantagem, a falta de verba para investir. As rodovias Fernão Dias e Régis Bittencourt, privatizadas em 2008 por esse sistema, continuam em estado precário.
As rodovias estaduais não têm esse problema: ocupam as dez primeiras posições entre as melhores do País, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes. E são aprovadas por 93,6% dos usuários, de acordo com a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).
Mas isso tem um preço, que incomoda muitos paulistas. Segundo estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2007, o pedágio estadual é um dos mais caros do mundo, superando autoestradas da Europa e dos EUA. Hoje, a média é de R$ 0,14 por quilômetro.
A Artesp alega que as outorgas permitiram o investimento de R$ 12 bilhões na ampliação e modernização de 5,2 mil quilômetros de rodovias. Ações que contribuíram para reduzir em 40,9% as mortes nas rodovias.

Protesto. No interior, moradores descontentes criaram o Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo, que defende, entre outros pontos, a revisão das contratos
Em Indaiatuba, cobrança divide colônia suíça
Moradores reclamam que pedágio afetou a economia da região e bloqueou direito de ir e vir
Felipe Grandin – O Estado de S.Paulo
O agricultor Pedro Wolf passou dois anos estudando paisagismo na França para plantar violetas em seu sítio em Indaiatuba. Ao voltar, gastou R$ 60 mil em uma moderna estufa, com sistema de irrigação, controle de temperatura e ventilação especial para suas flores. O negócio ia bem até 2007, quando os clientes simplesmente pararam de chegar.
Naquele ano foram instalados bloqueios de pedágio na entrada do bairro Helvetia, onde está a propriedade de Wolf e por onde se acessa a Rodovia Santos Dumont. Para comprar as tulipas, os clientes passaram a pagar para entrar e sair. “Ficou mais barato comprar em Holambra”, lamenta.
Aos 58 anos, o agricultor hoje planta verduras, que vende na região pela metade do preço. E afirma que o dinheiro da estufa foi jogado fora. “Estão acabando com a fonte de sobrevivência e expulsando o pequeno produtor”, diz.
Assim como Wolf, outros habitantes da região se sentem prejudicados pela instalação do bloqueio, que, segundo eles, afetou a economia e afastou visitantes. A barreira dividiu ao meio a comunidade (que fica dos dois lados da estrada). Com isso, é preciso pagar para ir de uma parte a outra.
Helvetia é uma colônia suíça formada por imigrantes que chegaram ao Brasil em 1854. Das 26 famílias saídas da cidade de Obwalden, restam 400 descendentes. Quem usa carro com placas de Indaiatuba não paga pedágio. Mas o restante dos cerca de 8 mil descendentes de suíços que frequentam a colônia – e se reúnem nos fins de semana em eventos folclóricos e festas -, sim.
“Atrapalha a vida religiosa e social”, diz o secretário paroquial da Igreja de Helvetia, Hélio Amstalden, de 66 anos. “Só para chegar à missa, é preciso pagar R$ 17,60 (ida e volta). Bloquearam nosso direito de ir e vir. Cobram pedágio apenas para atravessarmos a estrada.”
Rota de fuga. A Colina, concessionária da Rodovia Santos Dumont, informa que o bloqueio foi instalado para impedir que a colônia fosse usada como rota de fuga do pedágio principal. Diz ainda que os carros de Indaiatuba estão isentos e a instalação da praça foi autorizada pelo governo estadual.
Os preços serão válidos para carros a partir de quinta-feira, 1º de julho:
CASTELO BRANCO
Itapevi: R$ 5,80
Itu: R$ 7,90
Osasco (marginal): R$ 2,90
Barueri (marginal):R$ 2,90
Boituva: R$ 6,55
Boituva (bloqueio): R$ 6,55
Itatinga: R$ 8,95
Iaras: R$ 6,00
Quadra: R$ 8,95
ANCHIETA-IMIGRANTES
Cônego Domênico Rangoni: R$ 8,50
Padre Manoel da Nóbrega: R$ 5,00
Anchieta: R$ 18,50
Imigrantes (Diadema): R$ 1,25
Imigrantes (Eldorado): R$ 2,50
Imigrantes (Batistini): R$ 4,15
Imigr. (Piratininga): R$ 18,50
BANDEIRANTES
Campo Limpo: R$ 6,35
Caieiras: R$ 6,35
Itupeva: R$ 6,35
Sumaré: R$ 5,60
Limeira: R$ 4,25
AYRTON SENNA – CARVALHO PINTO
A. Senna (Itaquá): R$ 2,40
A. Senna (Guararema): R$ 2,30
C. Pinto (S.J. dos Campos): R$ 2,30
Carvalho Pinto (Caçapava): R$ 1,75
RODOANEL MÁRIO COVAS
Todas as praças: R$ 1,35
Por Luis Favre - 28.06.2010
31 de jan. de 2010
Hitachi, junto com Camargo Corrêa e Odebrecht, quer o monotrilho de São Paulo
A companhia Hitachi, que construiu o monotrilho que liga a cidade de Tóquio ao aeroporto de Haneda, entre outros, já fechou parceria com as construtoras brasileiras
Fora de São Paulo, a empresa japonesa também pretende concorrer no monotrilho de Manaus, que deverá ser incluído no pacote de transporte urbano com apoio do governo federal nas cidades-sede da Copa de 2014, e no Rio, onde a companhia imagina que serão necessários novos investimentos em mobilidade urbana para a Copa e a Olimpíada de 2016. Para esses, a empresa ainda não tem exclusividade com as empreiteiras.
Segundo Hori, toda a parte de construção civil do monotrilho de São Paulo deve ficar a cargo das construtoras brasileiras, o que equivale a cerca de 60% do custo da obra. Dos 40% restantes, que se relacionam principalmente ao material rodante, também uma parte da cadeia de fabricação poderá ser feita no país, deixando apenas os itens de maior tecnologia e especificidade para serem exportados do Japão.
Os transformadores elétricos, por exemplo, poderiam ser adaptados dos existentes no metrô paulista. O Metrô de São Paulo administrará o monotrilho, depois de pronto. Só o expressamente prioritário será feito no Japão, como o sistema eletrônico usado nas bifurcações, diz Hori. A possibilidade de importação quase total assusta a indústria brasileira de equipamentos, que apresentou reclamações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo.
A Hitachi já fez mais de 80 quilômetros de linhas de monotrilho em sete diferentes obras, incluindo China, Cingapura e Dubai. Este, mais recente, terminado em agosto de 2008.
Segundo a empresa, é possível construir um monotrilho de 10 quilômetros, com dez estações e capacidade para 10 mil passageiros por dia em prazo de 28 meses. Mas os de São Paulo devem ser maiores do que esse modelo.
O consórcio Hitachi, Odebrecht e Camargo Corrêa não deve ser o único concorrente nos editais de São Paulo. Conforme publicado pelo Valor, as duas empreiteiras nacionais também se aproximam em outros empreendimentos, como o consórcio para disputar a construção da hidrelétrica de Belo Monte.
Do próprio Japão poderá surgir outro grupo competitivo, composto pela Mitsubishi, que já fez linhas em Chiba, na grande Tóquio, em Shonan e Ueno. O monotrilho da Hitachi tem uma diferença visual grande em relação ao da Mitsubishi, porque corre sobre trilhos colocados ao longo das vias. O da Mitsubishi corre sob vigas, como se estivessem pendurados. Também a francesa Alstom, a canadense Bombardier e a alemã Siemens já manifestaram interesse em concorrer no monotrilho paulista.
Atualmente, a Hitachi já disputa para construir uma linha em Bombaim, na Índia. Para São Paulo, porém, por causa da forte demanda e da falta de alternativas de transporte, seria construído um veículo com a maior capacidade já feito pela companhia, capaz de transportar até 1200 passageiros de uma só vez, ou até 600 mil pessoas por dia, em carro com velocidade máxima de 90 km/h. O projeto de São Paulo é muito desafiador, diz Hori.
São três diferentes projetos para a cidade de São Paulo. Dois estão em audiência pública. Os projetos envolvem o Metrô de São Paulo, a prefeitura e governo estadual. Um prevê 23,8 quilômetros de linha do monotrilho, ligando a estação Vila Prudente até a Cidade Tiradentes. Nesse, a prefeitura prevê orçamento de R$ 2,8 bilhões e média de 510 mil usuários por dia.
O segundo edital em audiência é o do monotrilho de 21,5 quilômetros, que ligará o aeroporto de Congonhas a três diferentes linhas do metrô, previsto em R$ 3,1 bilhões. Serão 20 estações nesse sistema, que deve ter demanda menor do que o primeiro. Ele poderá ter recursos federais, se houver expansão até o
O terceiro projeto, em fase mais embrionária, terá 8,4 km de extensão e ligará os bairros da Cachoeirinha e Lapa, por onde passam trens da CPTM. Este tem custo estimado em R$ 1 bilhão.
Uma ação do Tribunal de Contas do Estado (TCE), porém, mantem suspenso temporariamente o edital do monotrilho que vai estender a linha verde do metrô à Cidade Tiradentes. No tribunal, havia reclamação do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre), que teme que grande parte dos recursos da obra vá para fora.
O prefeito de São Paulo,
O monotrilho japonês permite inclinação de 6% no trilho (a cada 100 metros, sobe ou desce 6 metros) e curvas de raio de até 50 metros, combinando com as exigências brasileiras. O material rodante tem suspensão a ar e rodas sólidas. Uma sala de controle monitora eletronicamente e via câmeras todas as estações.
Segundo a Hitachi, o custo de construção desse veículo é cerca de um terço da do metrô, de 5 bilhões a 15 bilhões de ienes por quilômetro (entre R$ 100 e R$ 300 milhões), em comparação ao do metrô, que é de 15 bilhões a 30 bilhões de ienes por quilômetro. Kassab estimou o custo dos monotrilhos em São Paulo em mais de R$ 100 milhões por quilômetro. O metrô, porém, tem capacidade para transportar quatro vezes mais passageiros.
Os japoneses destacam, ainda, que a emissão de CO2 do monotrilho é um quarto da feita pelos ônibus.
Os monotrilhos urbanos têm sido introduzidos no espaço das rodovias existentes e desempenham um papel suplementar no trânsito das rodovias. No Japão, o estado subsidia a obra por não cobrar pelas áreas de construção.
Os projetos japoneses costumam vir acompanhados de um investimento nos arredores das estações, para facilitar o acesso dos usuários. São instalados, por exemplo, estacionamentos para automóveis e bicicletas nas estações, além de fazer com que mais linha de ônibus passem por elas. O governo japonês também controla o desenvolvimento imobiliário nos arredores, para evitar expansão desordenada. São Paulo já prevê bicicletários nas estações do monotrilho.
A construção de uma linha de vem acompanhada, no Japão, por novos planejamentos urbanos, tanto em infraestrutura e capital humano. Na parte de infraestrutura, normalmente, são construídos hospitais, universidades e outros órgãos públicos, além de projetos para educar os cidadãos a usar mais os sistemas de transporte público no lugar do automóvel, apresentando suas vantagens particulares e sociais.
O monotrilho também foi um dos modais de transporte público adotado no planejamento da cidade de Tama, na grande Tóquio. Com o crescimento da capital, a cidade vizinha foi uma alternativa para expansão. O desenvolvimento em grande escala de Tama Newtown foi promovido pelo governo nacional e local. Com o monotrilho e outros sistemas de transporte ali, cresceram os números de condomínios e estabelecimentos comerciais na cidade, enquanto a área agrícola ficou bastante reduzida.
Falar em números crescentes no Japão costuma ser exceção, num país onde a economia, apesar de desenvolvida, está estagnada há décadas e a população tende a cair pela baixa taxa de natalidade. Ainda assim, em Tama, o número de condomínios cresceu 40% entre 1986 e 2002.
Do Site do Vereador Chico Macena - 29.01.10
Danilo Fariello, de Tóquio
29/01/2010
Fonte: Valor Online
21 de set. de 2009
Movimento Nossa São Paulo convida para o Seminário "Mobilidade urbana - a importância de um Plano Municipal de Transportes em São Paulo"
Data: 21/09
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Tucarena (PUC/SP), Rua Monte Alegre, 1.024, Perdizes.
O objetivo principal é elaborar uma proposta para o Plano de Circulação Viária e Transportes para a cidade de São Paulo. O plano está previsto no Plano Diretor Estratégico e, pela lei, deveria estar pronto desde 2006.
A partir do encontro, a idéia é formar uma comissão com representantes da sociedade civil para dar apoio à Prefeitura, levando propostas com foco nos ideais de cidade sustentável e incentivando a concretização do Plano.
Além disso, o seminário tem como objetivos:
- Traçar um breve panorama da cidade de São Paulo, no que diz respeito ao planejamento e construção da cidade do ponto de vista da mobilidade urbana e transportes;
- Apresentar alternativas, possibilidades e propostas para melhorar a mobilidade urbana na cidade, e
- Mobilizar os participantes para as atividades do dia 22 de setembro.
Participam do debate: Assuncion Blanco (Associação Viva Pacaembu-confirmada), Horácio Figueira (vice-presidente da Associação Brasileira de Pedestres e consultor da Abramet - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego-confirmado), João Lacerda (ONG Transporte Ativo-confirmado) e Ladislau Dowbor (PUC-SP-confirmado). A mediação será do apresentador da rádio CBN Milton Jung.
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Car@s
A edição deste ano do Dia Mundial Sem Carro, comemorado no dia 22 de setembro, será marcada por debates, protestos e diversas manifestações de rua. As ações estão sendo organizadas por um coletivo, proposto pelo Movimento Nossa São Paulo, formado por dezenas de organizações e centenas de pessoas que já se engajaram na campanha.
Mais do que estimular as pessoas a deixarem seus carros em casa durante um só dia, a idéia da campanha é marcar a luta por um transporte público de qualidade, por menos poluição do ar, por respeito ao pedestre, por mais ciclovias, enfim, pela mobilidade urbana.
Por favor, confirme sua presença no seminário pelo e-mail andrea@isps.org.br
Abraços
Zuleica Goulart - Secretaria Executiva – Movimento Nossa São Paulo
4 de ago. de 2009
H1N1 - Gripe Suína/ Outros vírus - Influenza - PARA MINISTRO, É UM "DISPARATE" ADIAR AULAS
5 Estados prorrogaram férias escolares para tentar conter pandemia; próprio ministério havia transferido aos Estados decisão de adiar ou não aulas
Foto: Caio Guatelli
Guilherme Germano, que teve as aulas suspensas, usa o computador para atividades on-lineDA SUCURSAL DO RIO
DA REPORTAGEM LOCAL
DA AGÊNCIA FOLHA 04/08/09
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem considerar um "disparate" alunos sadios terem o início das aulas adiado por conta da gripe suína. Segundo ele, a recomendação do ministério é que devem ficar em casa apenas as crianças e funcionários com sintomas como febre e tosse.
"Quem não tem sintoma não tem que ficar em casa. Seria um disparate total", disse ontem em evento no Rio. Os governos de São Paulo, Rio, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas prorrogaram as férias escolares.
A decisão foi tomada após o próprio ministério divulgar nota, na semana passada, em que transferia aos Estados a decisão de adiar ou não o início das aulas como estratégia para conter a disseminação do vírus.
Em vários Estados, as aulas foram adiadas para o dia 17. O secretário da Saúde de SP, Luiz Roberto Barradas Barata, argumentou que, a partir desta data, a temperatura estará mais amena e já terá passado o prazo que costuma durar uma epidemia de gripe (cerca de oito semanas). Ele não comentou a declaração do ministro.
O secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, afirmou que as aulas foram adiadas com base na opinião de um comitê de especialistas. Já o governador Aécio Neves (Minas) diz que "foi uma medida preventiva" e que o Estado está "atento, mas não alarmado".
Exagero
Além da rede pública, várias escolas particulares e universidades também prorrogaram as férias. Eitan Berezin, presidente do departamento científico de infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, acha que houve um certo exagero. "Até os adolescentes do ensino médio poderiam ter aulas", diz.
Berezin, porém, diz que a recomendação em relação às crianças é válida. "É uma medida importante para creches e escolas com crianças menores, porque elas se beijam e abraçam mais, têm mais contato."
O infectologista David Uip, diretor do Instituto Emílio Ribas, participou da reunião em SP que definiu pelo adiamento das aulas. Segundo ele, a decisão foi acertada, já que dados recentes mostram que a transmissão do vírus por crianças é o dobro da por adultos.
Esper Kallas, infectologista da USP, diz que o efeito da medida será pequeno, já que existem outras formas de aglomeração, como cinema e shopping, que não são evitadas.
Mas, em São Paulo, algumas das escolas que decidiram não suspender as aulas enfrentaram a resistência de pais.
Na Agostiniano Mendel (zona leste de SP), pais foram à diretoria pedir a suspensão das atividades, que recomeçaram ontem. Os alunos foram informados que, nesta semana, haverá revisão de conteúdo, com presença obrigatória. Procurada, a escola não se manifestou.
No Liceu Pasteur (zona sul), os alunos afirmam que metade dos estudantes faltou, já que a presença não é obrigatória. "Liguei para a escola para saber se vão se responsabilizar se algum aluno ficar doente", diz a acupunturista Leila de Castro, 39, mãe de Giovanna, 15.
Temporão criticou previsões de expansão da doença. "Existem os futurólogos do caos que escrevem um monte de besteira. Saiu na imprensa que nós teríamos milhões de casos, [projeção] em cima do modelo matemático feito para um vírus diferente de uma doença que não existiu. Chega a ser patético."
30 de jul. de 2009
Prefeitura infla dado positivo sobre trânsito com restrição a fretado
na média de congestionamentos das 7h às 8h30 de terça-feira (28), informa reportagem de Evandro Spinelli e Alencar Izidoro publicada na edição desta quinta da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Sérgio Malbergier: Eu quero o meu busão!
Técnicos admitem que Prefeitura não mapeou rota de fretados
Prefeitura de SP libera tráfego de fretados na av. Berrini
A versão oficial divulgada à imprensa dizia que a lentidão caiu de 40 km para 12 km, quando, na verdade, a queda foi de 30% --de 16,4 km para 11,5 km. A Folha identificou a comparação superdimensionada por ter acesso a alguns números oficiais mais completos das medições do trânsito pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). A pasta dos Transportes se nega a divulgar os dados oficialmente, mas admitiu ontem a falha após ser questionada pela reportagem.
Especialistas consideram que a avaliação do impacto da restrição dos fretados no trânsito só é possível de ser feita após semanas ou até meses de medição dos congestionamentos, devido às interferências que podem elevar ou reduzir a lentidão em dias isolados.
A prefeitura também inflou outros dados positivos da restrição aos fretados --neste caso, com estatísticas corretas, mas mudando a metodologia. O balanço oficial considerou, para efeito de cálculo do impacto das medidas no período da manhã, um intervalo de apenas uma hora e meia (das 7h às 8h30), enquanto a CET sempre usou a variação das 7h às 10h como a hora de pico da manhã. Os índices de lentidão começam a subir justamente a partir das 8h30.
Do Folha Online - 30.07.09
28 de jul. de 2009
Enquanto as aulas não começam ... depois das férias, HELP !! - Usuários de fretados em SP dizem que vão voltar a usar carro
Fretados Vão a justiça contra restrições em SP; protestos fecham marginal
UOL notícias/fotos - 27.07.09
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo e região (Transfretur) informou nesta segunda-feira (27) que a categoria entrou na Justiça contra as restrições ao transporte fretado na capital paulista, que começaram a vigorar hoje.O sindicato afirma não ter conseguido diálogo com a Prefeitura de São Paulo. De acordo com Regina Rocha, assessora jurídica do sindicato, "diante dos acontecimentos dos últimos dias e a publicação da Portaria 058/09, outro caminho não nos restou senão propor uma ação judicial para questionar a medida e assegurar aos nossos associados o direito de cumprir seus contratos".
Por volta das 18h, manifestantes bloquearam a marginal Pinheiros, no sentido Castello Branco, altura da estação Berrini (Leia mais na Folha Online). Há manifestantes também na avenida dos Bandeirantes e na Ricardo Jafet.
O Transfretur divulgou ainda que representa o pleito dos demais sindicatos da categoria -Sinfrecar, Sinfret, Setfret, Sinfresan, Sinfrepass, Sinfrevale. "Na ação, todos os sindicatos figuraram como autores, para provar que os reflexos da medida restritiva atingem as empresas e contratos de todo o Estado de São Paulo e não apenas da capital. Os resultados da demanda serão estendidos a todo Estado", diz em nota.
Ainda segundo o sindicato, a decisão deve ser da juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que concedeu 72 horas para que a prefeitura se pronuncie sobre o pedido.
Veja no infográfico como utilizar o transporte com as novas regras:Ainda segundo o sindicato, a decisão deve ser da juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que concedeu 72 horas para que a prefeitura se pronuncie sobre o pedido.
27 de jul. de 2009
7 anos de Bicicletada - São Paulo

Arte: Haase
A Massa Crítica Paulistana convida as pessoas a ocuparem o espaço público de maneira inteligente.
Sempre com muita alegria, pessoas em seus veículos não-motorizados irão comemorar de uma maneira nada tradicional a “Mobilidade” todos cidadãos da cidade.
“Você aí parado, comemorar conosco, é o melhor lado!”
Aqui todo mundo é bem vindo, não importa o valor do seu carro ou a grife da sua cueca.
Venha como puder…..
A Bicicletada Paulistana (Critical Mass) acontece sempre na última sexta feira do mês há mais de 6 anos, e em mais de 400 cidades do mundo, simultaneamente. Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer ao ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.
Não tem bicicleta ou não sabe pedalar ?… sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada, ou faça uma horinha conosco por lá.
A concentração é a partir das 18:00 do dia 31/07.
As 20:00 começa o pedal lúdico-educativo, retornando à praça para a continuação da comemoração em plena Avenida Paulista.
Se preferir, venha de bonde: http://www.bicicletada.org/bondes (caravanas )
Em caso de chuva o evento está automaticamente CONFIRMADO, já que não existe nada que impeça nossa mobilidade pela cidade de São Paulo.
Contaremos com a presença especial da nossa amiga Fernanda Bucci, portadora de um paralisia cerebral, e de todos mais na Bicicletada.
Por Pedalante - 27.06.0924 de jul. de 2009
A ampliação da Marginal Tietê NÃO vai melhorar o trânsito
É incrível como ainda tem bastante gente que acredita, de verdade, que essa ampliação da Marginal Tietê vai mesmo melhorar o trânsito. Pode haver uma melhora imediata em pontos próximos à Marginal, por haver mais espaço para acomodar os carros parados ou a 20 km/h. Mas rapidamente esse espaço será retomado pelo aumento no número de veículos nessa via, seja pelo crescimento contínuo e acelerado da frota paulistana, seja pela opção que os motoristas farão pelo uso das novas pistas em vez de circular por vias adjacentes - como aconteceu com a Ponte Estaiada logo no primeiro dia útil após a inauguração. Há carros demais circulando e a cada dia somam-se a eles cerca de mil novos veículos. Pra melhorar o trânsito, só com menos carros nas ruas. E para que isso seja possível, só investindo em formas alternativas de locomoção: trens, metrô, bicicletas, ônibus de linha e ônibus fretados.
Ampliar as avenidas, fazer novas pontes e túneis e aumentar o espaço destinado aos carros de forma geral só incentiva seu uso. O efeito é contrário ao esperado e os congestionamentos aumentam em progressão geométrica. Basta ver os jornais alardeando a cada pouco que houve novo recorde de congestionamento: há dois anos, 220 km era o “recorde do ano”; recentemente, chegamos quase aos 300.
Isso tem acontecido há décadas mas pouca gente percebe, por dois motivos principais. Primeiramente, por ser um crescimento exponencial, os congestionamentos foram aparecendo devagar e as obras para abrir mais espaço foram conseguindo manter um nível aceitável por muito tempo. Mas o crescimento agora é tão rápido e o espaço tão exíguo, que não há mais como adiar o problema criando mais vias.
O segundo e mais preocupante motivo é porque o uso carro está enraizado em nossa cultura. Nascemos em famílias que aspiravam ter um carro ou, se o tinham, sempre quiseram trocá-lo por outro melhor, algumas chegando ao absurdo de trocar de carro todo ano. O carro passou a fazer parte da vida e das aspirações das pessoas, que tiveram seus sonhos construídos por marketing e ambiente familiar ao longo da infância, de modo que o ritual de passagem para a vida adulta passou a ser a conquista da carteira de habilitação.
É por isso que, quando alguém diz precisamos quebrar a dependência do automóvel com formas de transporte alternativos, ocorrem tantas reações viscerais. À maioria das pessoas pode parecer realmente um absurdo, mas é preciso reflexão.
E nem é preciso estudar a fundo o assunto. Basta fazer um exercício de imaginação para pensar em como será a cidade daqui dez anos, se continuarmos no mesmo caminho, valorizando o direito de cada um de ter um carro e a circular com ele quando bem entender, todos saindo com eles nas ruas ao mesmo tempo e nos mesmos horários, com o limite de espaço físico que a cidade tem. E não precisa nem levar em conta o crescimento populacional, nem pensar na qualidade do ar, nos acidentes de trânsito, na perda de espaços públicos de convivência como os parques para avenidas e viadutos: pense apenas nos congestionamentos.
Sugestão de Pedalante
Por Willyam Cruz - Vá de Byke - 23.07.09
Meios de transportes são responsáveis por 90% da poluição em SP
Mesmo com todas essas conseqüências, hoje, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a cidade de São Paulo (SP) ganha de presente 800 carros novos, segundo a média de emplacamentos verificada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran). No último dia 21 de fevereiro, a capital paulista atingiu a marca de seis milhões de veículos nas ruas. Se a média foi mantida, hoje, a cidade alcança cerca de 6.084.000 automóveis.
A situação mostra-se mais grave ainda pois, segundo dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), os meios de transportes são responsáveis por 90% da poluição de São Paulo.
Segundo o epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Nelson Gouveia, que há quinze anos estuda os efeitos dos gases poluentes nas populações que vivem em grandes cidades, a situação da saúde da população só piora diante dos seguidos índices recordes de congestionamento. Eles contribuem para aumentar as emissões, já que, quanto maior a lentidão dos veículos, mais gases poluentes os veículos lançam na atmosfera.
“A situação é complicada. A cidade não tem um planejamento adequado. Tanto a população, quanto o poder público são responsáveis pela atual situação”, diz. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), nos últimos 10 anos, o número de veículos cresceu 25%, enquanto a infra-estrutura urbana aumentou apenas 6%.
Problema de saúde pública
Segundo o pesquisador, os mais atingidos pela baixa qualidade do ar em São Paulo são as crianças e os idosos. As pessoas nessas faixas etárias têm um sistema imunológico frágil e são mais vulneráveis a certas doenças cardíacas e respiratórias. “Porém, como os habitantes da cidade estão expostos diariamente aos altos índices de poluição, todos são afetados de uma forma ou de outra”, afirma Gouveia.
Uma das pesquisas realizadas por Gouveia verificou que as gestantes paulistanas que ficaram expostas a taxas maiores de poluição durante o primeiro trimestre de gravidez tiveram bebês com peso menor que as outras gestantes.
Para cada parte por milhão (ppm) de monóxido de carbono (CO) a que as mães ficaram expostas, houve redução de 23 gramas no peso do recém-nascido.
A pesquisa envolveu 179 mil recém-nascidos. Foram excluídos da análise os bebês prematuros - de gestação com menos de 37 semanas -, os gêmeos e as crianças com peso menor de 1 kg ou maior de 5 kg.
Outro estudo, do pneumologista Ubiratan de Paula Santos, acompanhou durante dois anos a saúde de 50 funcionários da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da capital paulista. Todos eles trabalhavam nas marginais Tietê e Pinheiros, duas das mais importantes vias da cidade. Eles não fumavam e nem eram asmáticos. Foi constatado que todos apresentavam elevação da pressão arterial e variação da freqüência cardíaca nos dias de maior poluição atmosférica. Deles, 33% apresentaram condições típicas de fumantes - redução da capacidade pulmonar e inflamação freqüente dos brônquios.
Outra pesquisa identificou que a poluição do ar pode ativar e acelerar o estreitamento das artérias do coração. Pesquisadores da University of Southern California, em Los Angeles (EUA), descobriram que a poluição atmosférica pode contribuir para os problemas cardiovasculares em um estágio inicial da doença, similar ao fumo.
Os grandes vilões
“Estamos em uma região muito grande e com uma frota veicular bastante densa”, comenta a gerente da divisão de tecnologia de avaliação da qualidade do ar da Cetesb, Maria Helena Martins.
Além da emissão dos carros, é preciso observar a questão meteriológica. “Nos dias de inverno cresce a concentração de poluentes, pois há pouco vento. Nos dias mais quentes, ensolarados e secos isso também é notável”, afirma.
Para Maria Helena, engana-se quem acredita que a ascensão do álcool contribuirá para a diminuição da emissão de gases poluentes. “Os veículos flex apresentam emissões de escapamento similares aos veículos comuns, independentemente do uso do álcool ou gasolina, já que o limite estabelecido é o mesmo, tanto para carros movidos a gasolina, quanto para os flex e os a gás (GNV). Os veículos movidos a álcool emitem praticamente os mesmo níveis de gás carbônico que os a gasolina”, explica.
Maria Helena diz que a grande vantagem do álcool é que ele é renovável. Diferentemente da extração do petróleo que retira o CO2 confinado no subsolo e o joga na atmosfera, o cultivo da cana de açúcar para extração de combustível líquido utiliza o ciclo natural do carbono. “A utilização do álcool é sempre benéfica pelo balanço positivo do CO2”, revela.
Mesmo diante de uma situação grave, o controle da poluição vem sendo fortalecido, o que contribuiu até para a sua diminuição. Na década de 1970, por exemplo, não havia o cuidado com as emissões na atmosfera paulistana. Já na década de 80, iniciou-se um controle desde a fábrica. “Hoje, existem catalisadores que diminuem a energia de ativação, facilitando a transformação de reagentes em produtos, conseqüentemente fazendo com que os escapamentos emitam menos gases pela queima de combustível. Os veículos, nacionais ou importados, não saem de fábrica se não forem inspecionados pelo Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve)”, diz Maria Helena.
Como saídas, Maria Helena diz que o cidadão pode e deve contribuir para as reduções de emissões de gases nocivos à saúde. Para ela, além de colaborar com o rodízio de veículos, pode-se diminuir o uso dos carros, optar por programas de carona, evitar horários de pico, manter o veículo devidamente regulado, usar transporte público, abastecer com combustível de boa qualidade e desligar o motor quando parado.
Por Bruna Souza - 23.07.09
25 de jun. de 2009
Terra da garoa. Você vai a São Paulo, ou conhece a cidade, então veja !!
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| Cemitério de árvores (Marginal Tietê) - Ecocídio do PSDB (foto do Blog Pedalante) |
” Nos últimos dias, diversas pessoas indignadas com as obras de ampliação da Marginal Tietê têm feito vistorias locais e documentado em fotos, vídeos e textos o massacre de árvores gigantescas localizadas nas poucas áreas verdes que ainda restam nas margens do rio Tietê e que serão destruídas pelo asfalto.
Ontem um grupo realizou a primeira de uma série de ações para denunciar essa insanidade:”
O governo tem VERGONHA da sua Freeway? (CicloBR)
Homenagem as árvores vítimas do Ecocídio (CicloBR)
Fotos de ontem no canteiro da Marginal Tietê (Luciano Ogura)
Sobre projetos semelhantes:
A revolta das freeways – Em qual cidade você quer viver? (Apocalipse Motorizado)
Assine:
Moção de Protesto e Repúdio elaborada pelo Grupo de Patrimônio Histórico do IAB-SP sobre o projeto de Ampliação das Pistas da Via Marginal do Rio Tietê
leia tb:
Freeway do serra ainda lhe resta alguma dúvida (igual a você)
Marginal Tietê: cemitério (gira-me)
24 de jun. de 2009
Sindicato e usuários de fretados fazem manifestação em São Paulo. Eh! Kassab !!
Por Fábio
Nassif,
vale a pena repercutir a nova proposta da administração KASSAB em proibir a circulação de ônibus fretados de passageiros pelo centro de São Paulo, sob a alegação de poluição.
Veja que a alegação para justificar o ato é de poluição e não de melhoria do trânsito.
De qualquer forma qualquer uma das duas é absurda :
- se é por causa da poluição , existe instrumentos para exigir que os ônibus sejam vistoriados e cumpram os padrões exigidos de emissão de poluentes ;
- por causa do trânsito seria mais difícil ainda de justificar, visto que os ônibus fretados que transportam mais de 50 pessoas cada um em ida e volta de seus trabalhos todos os dias, são capazez de tirar quantos carros da rua ?
Que interesses lobbistas estarão por trás disso ? Assunto bem pouco comentado pela mídia!!!
Estimule seus leitores a comentarem e logo saberemos……….
Mais uma hipocrisia desse fulano……… divulgou o salário dos funcionários da prefeitura no site em nome da transparência, mas o mesmo não fez em relação aos contratos de licitação. Agora alega que tem que tirar os ônibus fretados, que beneficiam mais de 200 mil pessoas, em nome da poluição. E o trânsito e milhares de carros que retornarão às ruas como consequência dessas medidas, não aumentará a poluição mais ainda? Ninguém pensou nisso………
Vá lá NASSIF, acorde o pessoal para mais essa canalhice……… só você mesmo………
VEJAM A NOTÍCIA do Último Segundo (abaixo).
” No início do mês, um pacote de mudanças climáticas foi votado pela Câmara Municipal com a autorização para o Executivo editar, em portaria, regras específicas para os 5.674 ônibus fretados autorizados a circular em São Paulo.
Usados por 283 mil pessoas da Grande São Paulo e de cidades vizinhas como Jundiaí e Santos, os fretados ainda não possuem restrições de circulação. “
Do Último Segundo - 23.06
SÃO PAULO - Cerca de cem ônibus fretados circularam na avenida Paulista, na manhã desta terça-feira, em protesto contra a intenção da Secretaria Municipal de Transportes (SPTrans) de proibir a circulação dos fretados a partir de 1º de agosto na região central de São Paulo.
A manifestação, organizada por representantes de empresas e usuários de ônibus
fretados, começou no fim da manhã. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os veículos ocuparam duas faixas da via, em ambos os sentidos.
Por volta das 13h, 12 ônibus continuavam o protesto na avenida Bernardino de Campos, na altura do viaduto Santa Generosa. De acordo com a CET, eles ocupavam a faixa da direita da via, que tinha 1 quilômetro de lentidão no sentido Centro.
No início do mês, um pacote de mudanças climáticas foi votado pela Câmara Municipal com a autorização para o Executivo editar, em portaria, regras específicas para os 5.674 ônibus fretados autorizados a circular em São Paulo.
Usados por 283 mil pessoas da Grande São Paulo e de cidades vizinhas como Jundiaí e Santos, os fretados ainda não possuem restrições de circulação.
20 de jun. de 2009
USP - Mais de 3000 pessoas não podem estar erradas - Mídia mostra apenas o que o Serra exige (não a verdade)
"Os jornais do PIG*, jamais citam o nome do Serra, dizem que os alunos apenas querem a renuncia da reitora e da PM."
Coisa de Demotucanos, sempre existe um "bode expiatório" (professor, funcionário público, a empresa que terceirizou o serviço, coordenador, reitor, aluno, polícia, aposentado) para ser culpado pelas responsabilidades de Serra e amigos (que se fazem de vítima).
A mídia (PIG*), Folha, Jornal da Tarde entre outros, ilmitou o número de pessoas na passeata, de 3.000 para 1.200 (ou menos) alunos.
Foi uma das maiores manifestações de rua realizada pelas Universidades Estaduais Paulistas e, sem dúvida, a mais indignada e combativa da história de luta da USP, Unesp e Unicamp.
veemente dos intelectuais mais destacados da Academia (Antônico Cândido e Marilena Chaui entre outros), além das entidades e movimentos populares e democráticos.200 FIXO + 16% DE REAJUSTE SALARIAL!
ATENDIMENTO COM QUALIDADE NO HU!
ABAIXO À UNIVESP (ENSINO À DISTÂNCIA)!
REGULARIZAÇÃO DAS VAGAS PÓS 1988!
Comentário
Os jornais do PIG, jamais citam o nome do Serra, dizem que os alunos apenas querem a renuncia da reitora e da PM.
A Folha limitou o número para 1.200 alunos.
E no Jornal da Tarde, apenas mostram a divergência dos alunos que não apoiam a greve, mas também não destaca os problemas que alunos e profissionais exigem (como mostra a foto).
Falta de respeito com o os estudantes e profissionais da educação.
O PIG que apóia o governo declara fielmente sua parceria e mostra como está conivente ao governo que desmoralizou completamente a educação no Estado.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u583027.shtml
Folha
18/06/2009 - 14h36
Passeata de alunos e professores da USP chega à Brigadeiro; ovo é jogado contra grupo
O grupo protesta contra a presença da Polícia Militar no campus da USP e pede a saída da reitora da universidade, Suely Vilela.
Um pequeno tumulto foi registrado durante a manifestação. Isso porque uma pessoa lançou um ovo contra o grupo, a partir de um prédio localizado na esquina das avenidas Paulista e Brigadeiro Luís Antonio. O ovo caiu na via, sem acertar ninguém, mas gerou protestos dos participantes do ato.
A foto abaixo não mostra o nome do Serra ( o PIG esconde isto).
| Eduardo Knapp/Folha Imagem |
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| Alunos, docentes e funcionários da USP protestam em São Paulo; passeata saiu da Paulista com destino ao largo São Francisco |
Segundo avaliação preliminar da Polícia Militar, ao menos 800 pessoas participam do ato, e o número pode aumentar. Os organizadores não deram estimativas.
O trânsito é ruim na região. De acordo com a CET, a pista sentido Paraíso da Paulista tem 2 km de lentidão desde a Brigadeiro Luís Antonio. O protesto, no entanto, não causou impacto no índice de congestionamento da cidade --eram 61 km de lentidão por volta das 14h30, ou 7,3% das vias monitoradas.
Flores
Um grupo cinco professores de Letras da USP levou caixas de flores para a manifestação. O objetivo é pedir paz e mostrar que a presença da PM no campus não é compatível com o ambiente universitário;
"Nós distribuímos flores também no dia 9 de junho para demonstrar nosso repúdio à violência e pedir a retirada da PM do campus e, mesmo assim, aconteceu o confronto. Por conta disso, decidimos voltar a pedir a paz e colocar as flores presentes em todas as manifestações futuras que envolverem os professores", afirmou a professora Rosângela Sarteschi;
Mais de 200 policiais militares acompanham a passeata e outros 50 aguardam os manifestantes no destino final da passeata, segundo o sargento da PM Vanderlei Barbosa, que comanda a operação. "Não acredito em novo confronto durante a manifestação. Os grevistas querem apenas expor à sociedade os problemas que encontra na USP", afirmou.
Reivindicação
Segundo Vilela, a presença da PM no campus objetivou "o equilíbrio entre o direito de greve e o direito de ir e vir das pessoas". Ela pediu na Justiça a reintegração de posse de oito edifícios da USP, "cujos acessos estavam obstruídos".
Na segunda-feira (15), 38 dirigentes de unidades da USP (de um total de 46 dedicadas ao ensino e à pesquisa e centros e institutos especializados) subscreveram um manifesto em que reiteram "total apoio à reitora no desempenho de seu papel institucional".
Para rebater o manifesto, outros nove diretores apresentaram ontem à reitora, Suely Vilela, um documento que repudia a presença dos policiais no campus.
- Alunos e funcionários da USP deixam largo São Francisco após passeata
- Manifestação de alunos e professores da USP chega ao largo São Francisco
- Mais de 200 PMs acompanham manifestação de funcionários e alunos da USP
- Diretores rebatem colegas que apoiam PM na USP; veja manifestos
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Mais de 200 PMs acompanham manifestação de funcionários e alunos da USP
Por volta das 12h45, manifestantes se concentraram no vão livre do Masp, sem prejudicar o trânsito.
Segundo o sargento da PM Vanderlei Barbosa, que comanda a operação no local, 220 PMs já estão no Masp para acompanhar a passeata e outros 50 aguardam os manifestantes no largo São Francisco.
No último dia 9, uma manifestação na USP terminou em confronto com a polícia. Nesta quinta, no entanto, o sargento diz acreditar que o protesto será pacífico.
"Não acredito em novo confronto durante a manifestação. Os grevistas querem apenas expor à sociedade os problemas que encontra na USP", afirmou.
Representantes do Fórum das Seis --que representa funcionários, professores e estudantes das três universidades paulistas-- conversaram com o sargento na Paulista e se comprometeram a realizar o protesto pacificamente. Também ficou acertado que, conforme o número de participantes, serão ocupadas apenas 2 das 3 faixas da avenida.
"Para mim não é surpresa essa grande quantidade de policiais, devido aos fatos dos últimos dias. Eu espero que não tenha nenhum confronto, mas promessas de passeata pacífica, como a dada pelo comandante, já haviam sido feitas no dia 9 de junho, quando PMs e grevistas se confrontaram na USP", afirmou Magno de Carvalho, diretor do Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP).
De acordo com ele, ônibus com manifestantes já saíram do campus Butantã da USP e de cidades do interior para se juntarem aos manifestantes que se concentram no Masp.
Para chegar ao largo São Francisco --onde fica a Faculdade de Direito da USP--, o grupo seguirá pela Paulista e, depois, seguirá pela avenida Brigadeiro Luís Antônio.
Reivindicação
Segundo Vilela, a presença da PM no campus objetivou "o equilíbrio entre o direito de greve e o direito de ir e vir das pessoas". Ela pediu na Justiça a reintegração de posse de oito edifícios da USP, "cujos acessos estavam obstruídos".
Na segunda-feira (15), 38 dirigentes de unidades da USP (de um total de 46 dedicadas ao ensino e à pesquisa e centros e institutos especializados) subscreveram um manifesto em que reiteram "total apoio à reitora no desempenho de seu papel institucional".
Para rebater o manifesto, outros nove diretores apresentaram ontem à reitora, Suely Vilela, um documento que repudia a presença dos policiais no campus.
Negociação
Representantes do Fórum das Seis --que representa funcionários, professores e estudantes das três universidades paulistas-- realizaram na última terça-feira (16) com o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) para discutir a retomada das negociações.
Os grevistas querem reajuste salarial de 16%, mais R$ 200 fixos, além do fim de processos administrativos contra servidores e alunos que participaram de protesto anterior --que resultou em dano ao patrimônio.
As negociações entre o Cruesp e o Fórum das Seis estão paradas desde 25 de maio. Na ocasião, um grupo de estudantes invadiu a reitoria após os reitores impedirem parte dos alunos e um sindicalista de participar da reunião.
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Diretores rebatem colegas que apoiam PM na USP; veja manifestos
Entre os signatários estão os diretores da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), da Faculdade de Educação e da ECA (Escola de Comunicações e Artes).
| Luiz Carlos Murauskas-16.jun.2009/Folha Imagem |
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| Manifestantes pedem a saída da reitora Suely Vilela e da polícia; reitoria afirma que aumento que grevista pede inviabiliza a USP |
A reitora solicitou a ação da PM por meio de um pedido judicial de reintegração de posse, para que prédios não fossem obstruídos por grevistas --uncionários de USP, Unicamp e Unesp reivindicam reajuste maior, entre outros pontos.
No dia 9, houve confronto entre policiais e manifestantes, dentro da Cidade Universitária. Os dois grupos defendem a permanência de Vilela.
Na Unicamp, a Adunicamp (associação de docentes) e o STU (sindicato dos trabalhadores) avaliaram que aumentou a adesão de funcionários e professores à greve.
Segundo o sindicato, a adesão de servidores aumentou de 40% para 50% ontem. Para a direção da Unicamp, apenas 5% dos funcionários e professores aderiram.
Os servidores estão parados há cerca de três semanas. Os professores iniciaram a paralisação na segunda-feira. Os estudantes também estão com as atividades paralisadas. Na Unesp, os funcionários estão parados em ao menos 11 campi.
Veja as íntegras dos manifestos a favor e contra a presença da PM na USP
Manifesto contra a permanência da polícia na USP
"Os dirigentes abaixo assinados apoiam a Reitora no desempenho de seu legítimo papel institucional. Repudiam a permanência da polícia no campus. Repudiam ações de constrangimentos internos que impedem a Universidade de ser um espaço plural e democrático de geração e transmissão de saber e de debate de ideias.
Apoiam e clamam por ações de diálogo e negociação entre os diferentes segmentos da comunidade USP de modo a encontrar soluções para as graves questões que enfrentamos.
São Paulo, 16 de junho de 2009.
- Sandra Margarida Nitrini Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas;
- Sonia Penin Faculdade de Educação;
- Mauro Wilton de Sousa Escola de Comunicações e Artes;
- Ana Lucia Duarte Lanna Instituto de Estudos Brasileiros;
- César Ades Instituto de Estudos Avançados;
- Cecília Helena Salles de Oliveira Museu Paulista;
- José Aquiles B. Grimoni Instituto de Energia e Eletrotécnica;
- José Luis de Moraes Museu de Arqueologia e Etnologia;
- Sergio Antonio Vanin Museu de Zoologia."
"Os Dirigentes de Unidades da Universidade de São Paulo, abaixo assinados, reafirmam sua firme convicção nos valores democráticos e éticos que devem reger a vida universitária, que incluem o convívio civilizado com o contraditório, o debate profundo de ideias e o inegociável respeito aos direitos humanos e constitucionais, bem como às leis que regem a convivência comum no Estado Democrático de Direito.
Entendemos como de fundamental importância manifestarmo-nos em defesa da Universidade, reiterando total apoio à Reitora no desempenho de seu papel institucional, na implementação dos princípios acima mencionados.
Conclamamos toda a comunidade universitária ao entendimento em torno do respeito ao direito de greve e da livre expressão de ideias, refutando qualquer tipo de violência, seja por grevistas ou por policiais. Ao mesmo tempo, enfatizamos que, nos termos da lei, as manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas devem preservar o acesso ao trabalho, sem causar ameaça ou dano às pessoas ou ao patrimônio público, como os que geraram, em primeira instância, a necessidade das ações judiciais de reintegração de posse e a subsequente presença da polícia no campus para seu cumprimento.
São Paulo, 15 de junho de 2009.
- Glaucius Oliva - Instituto de Física de São Carlos;
- Alejandro Szanto de Toledo - Instituto de Física;
- Augusto César Cropanese Spadaro - Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto;
- Luiz Fernando Pegoraro - Faculdade de Odontologia de Bauru;
- Welington Braz Carvalho Delitti - Instituto de Biociências;
- Maria do Carmo Calijuri - Escola de Engenharia de São Carlos;
- Nei Fernandes de Oliveira Júnior - Escola de Engenharia de Lorena;
- Sebastião de Sousa Almeida - Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto;
- José Antonio Visintin - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia;
- Benedito Carlos Maciel - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto;
- Maria Cristina de Souza Campos - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto;
- Luiz Roberto Giorgetti de Britto - Instituto de Ciências Biomédicas;
- Osvaldo Luiz Bezzon - Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto;
- Go Tani - Escola de Educação Física e Esporte;
- Oswaldo Baffa Filho - Centro de Informática de Ribeirão Preto;
- Paulo Domingos Cordaro - Instituto de Matemática e Estatística;
- Yolanda Dora Martinez Évora - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto;
- Ivan Gilberto Sandoval Falleiros - Escola Politécnica;
- Colombo Celso Gaeta Tassinari - Instituto de Geociências;
- Emma Otta - Instituto de Psicologia;
- Ana Maria S. Pires Vanin - Instituto Oceanográfico;
- Hans Viertler - Instituto de Química;
- José Alberto Cuminato - Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação;
- Ignácio Maria Poveda Velasco - Faculdade de Direito de Ribeirão Preto;
- Holmer Savastano Júnior - Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos;
- Chester Luiz Galvão César - Faculdade de Saúde Pública;
- João Grandino Rodas - Faculdade de Direito;
- Antonio Roque Dechen - Escola Superior de Agricultura 'Luiz de Queiroz';
- Valdir José Barbanti - Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto;
- Sylvio Barros Sawaya -Faculdade de Arquitetura e Urbanismo;
- Edson Antonio Ticianelli - Instituto de Química de São Carlos;
- Isilia Aparecida Silva - Escola de Enfermagem;
- Carlos Roberto Azzoni - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade;
- Tércio Ambrizzi - Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas;
- Dulcinéia Saes Parra Abdalla - Faculdade de Ciências Farmacêuticas;
- Marcos Boulos - Faculdade de Medicina;
- Carlos de Paula Eduardo - Faculdade de Odontologia;
- Dante De Rose Júnior - Escola de Artes, Ciências e Humanidades."
Jornal da tarde
Mais confusão na 'greve da greve
Elida Oliveira
Alunos contrários à paralisação foram impedidos de fazer manifestação ontem
Terminou em empurra-empurra a primeira manifestação de estudantes contrários à greve que paralisa parte dos serviços da Universidade de São Paulo (USP) desde 5 de maio. À noite, em outro ato, um aluno contrário à paralisação foi agredido. [br][br]Pela manhã, a intenção do grupo era fazer um piquenique em frente à sede do Sindicato dos Trabalhadores (Sintusp) ao meio-dia. Mas, desde as 10h30, um grupo de trabalhadores estava no local para impedir o protesto, chamado de “greve da greve”. Integrantes do sindicato acusaram os alunos que organizaram a mobilização de “fascistas” por tentar “ferir os direitos do trabalhador de paralisar suas atividades”.[br][br]Os alunos contra a greve passaram por unidades da USP para convidar colegas para o piquenique. Seis integrantes desse grupo foram expulsos aos empurrões quando atravessavam o espaço próximo ao Sintusp, dentro do bolsão da Escola de Comunicações e Artes (ECA). [br][br]O estudante de Engenharia da Computação Ivan Terng, de 24 anos, foi um deles. “Tínhamos combinado uma manifestação pacífica. Estávamos passando e eles vieram nos agredir.” O aluno de Letras Leandro Paixão, de 41 anos, estava entre os grevistas. “Nossa orientação era não tocar em ninguém. Mas eles que não venham aqui, no espaço do trabalhador, fazer uma provocação.”[br][br]Segundo o funcionário da USP Bruno Mandeli, de 25 anos, alguns alunos levantaram placas com frases agressivas dirigidas ao ex-funcionário Claudionor Brandão, demitido por processos administrativos e para quem os grevistas pedem readmissão. Para o aluno de Administração Yuri Zanoni, de 19, a luta estudantil perdeu o foco. “É a isso que se resume a pauta dos estudantes: pedir a readmissão de um funcionário.” [br][br]Durante a confusão, que durou cerca de 15 minutos, membros da diretoria do Sintusp fecharam barracas de lanche que ficam na área externa do sindicato e servem de alternativa para enquanto os bandejões estão fechados. A estudante de Economia Luciana Pires, de 19, sentiu-se prejudicada. “Quero ver para qual grevista eu mando a conta da minha alimentação e do meu transporte.”[br][br]Às 18h55, alunos contra a greve se reuniram novamente, dessa vez na Praça do Relógio, para outro ato que durou uma hora . Por volta das 20 horas, quando o grupo se dispersava, o aluno de História Rodrigo Sousa Neto, de 22 anos, foi agredido por um colega de curso na Praça dos Bancos. Ele registrou queixa na polícia.











